Pour une sombre histoire d'atteinte aux bonnes mœurs, le peintre Egon Schiele (1890-1918) se retrouve en prison. Voici, sous forme de journal, le récit de cette détention. Vingt-quatre jours en enfer pour cet artiste en avance sur son temps. Avec cinq dessins d'Egon Schiele réalisés en prison.
Egon Schiele was an Austrian painter, a protégé of Gustav Klimt, and a major figurative painter of the early 20th century. Schiele's body of work is noted for the intensity and the large number of self-portraits he produced. The twisted body shapes that characterize Schiele's paintings and drawings make the artist a notable exponent of Expressionism. The most important collection of Schiele's work is housed in the Leopold Museum, Vienna.
Corre el año 1912. Encarcelan a Egon Schiele. Ni siquiera él mismo sabe por qué fue encarcelado, encerrado, aislado por veinticuatro días. Quizás tenga sospechas, pero no las reconoce hasta adelantado el relato de la privación de su libertad.
Es deshumanizante. "¿Cómo puede un hombre encontrar placer (¡placer! – ¡destello divino!) en humillar tanto a los otros? ¿De dónde viene esa maldad? ¿Cómo puede ser posible tal infamia?". El círculo de presos saca conclusiones sobre la (aún no existente) condena del artista.
A pesar de todo, el Arte es eterno. Aún más eterno que cualquier Dios que pueda nombrarse. Es por el Arte que aguanta todo, que soporta la claustrofobia de las cuatro paredes y de la puerta maciza. Es por el Arte que soporta días sin papel, sin tener dónde pintar ni con qué: pinta las paredes de la celda con saliva y ve los dibujos desaparecer.
"Sólo el botón del timbre eléctrico sobre la cabecera del camastro desentona aquí, y hace alusión a los tiempos modernos. Y por eso sé que no sueño, que no soy presa de visiones. No, no sueño, vivo, sufro; a menos que la vida sólo sea un sueño donde se castigan severamente las pesadillas".
Sin dudas es un relato personal de la pérdida de sí mismo por veinticuatro días en una cárcel asquerosa y acusado por hipocresías. El formato de carta lo hace excelente y fácil, rápido de leer. Atormentan, persiguen las imágenes que describe. 4.5 estrellas.
Lu rapidement. J’ai aimé découvrir cet épisode de la vie de Schiele qui nous décrit son désarroi quand lui parle Art, les autres pensent pornographie. Postface décevante qui enlève de la force à ce « journal de de détention ».
difícil levar o sofrimento do egon a sério considerando que o diário começa com ele Desesperado por ter estado esse tempo todo sem papel e lápis e então revela que era o terceiro dia dele na prisão. reflexões interessantes aqui e ali sobre o inferno não ser cor-de-chama, por exemplo, já que a maior tortura da cela é a ausência de cor, mas no geral nada que outro diário do cárcere já não tenha dito melhor (terrível hierarquizar esse tipo de coisa). gostei foi da anedota da garota que se apresentou a ele num parque e depois apareceu na casa dele, do nada, debaixo de chuva. tinha tudo pra ser um meet cute ou ter alguma significância narrativa, mas o egon só ficou entediado de ficar ouvindo a garota falar, e aí quase foi autuado por sequestro. kunst!
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difícil levar o sofrimento do egon a sério considerando que o diário começa com ele Desesperado por ter estado esse tempo todo sem papel e lápis e então revela que era o terceiro dia dele na prisão. reflexões interessantes aqui e ali sobre o inferno não ser cor-de-chama, por exemplo, já que a maior tortura da cela é a ausência de cor, mas no geral nada que outro diário do cárcere já não tenha dito melhor (terrível hierarquizar esse tipo de coisa). gostei foi da anedota da garota que se apresentou a ele num parque e depois apareceu na casa dele, do nada, debaixo de chuva. tinha tudo pra ser um meet cute ou ter alguma significância narrativa, mas o egon só ficou entediado de ficar ouvindo a garota falar, e aí quase foi autuado por sequestro. kunst!
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“O que faria agora se não tivesse a arte? Quão horríveis seriam as horas incompreen-síveis, ter brutalmente destroçados os sonhos eternos onde nada feio existe, apenas o espanto, e ser arrancado para uma crueza insensível onde falta tudo o que possa embelezar a crueza — o que poderá ser uma força.
Amo a vida. Amo mergulhar nas profundezas de todos os seres viventes; mas abomino essa força que me acorrenta como a um inimigo e tenta impelir-me para uma vida que não é a minha, para uma utilidade básica, com um propósito básico, sem arte — sem Deus.”
Schiele ha sempre fatto capire la sua arte, il suo modo di vivere attraverso il disegno e la pittura, qui fa capire attraverso le parole e le emozione durante la permanenza nel carcere. Tassello fondamentale per comprende a pieno il suo genio e la sua anima. Esprime in modo preciso e coinvolgente questo stato di prigionia e il senso di mancata libertà
Questo passo scritto nel 1912 è (purtroppo!) ancora attualissimo: "Com'è possibile che alcuni uomini provino gioia (Gioia! - Scintilla degli dei!!) a umiliare altri esseri umani? Da dove nasce questo insano desiderio? Com'è possibile tanta malvagità? - In fin dei conti non sono nemmeno stato condannato! Come possono avere il diritto di punirmi? - Nessuno sa ancora se sono innocente o no - e se lo sono possono trattarmi così male? Fanno così con tutti i detenuti in custodia preventiva? - Sarebbe bene che una volta mettessero in prigione tutti i deputati senza motivo, affinché questi scellerati legislatori sperimentassero e comprendessero di persona - perché loro non hanno un'anima e se ce l'hanno è atrofizzata - che cosa vuol dire essere carcerati." "Oh Arte! - Cosa non sopporterei per te!"