Poco después de finalizar la guerra civil, la Sección de Información de Alto Estado Mayor franquista recibe el encargo de localizar El arte de matar dragones, una tabla italiana perdida en el traslado de los fondos del museo del Prado. La orden procede del propio Serrano Suñer, y Arturo «,un agente de pasado turbio y e
Duas historias interligadas entre a busca do quadro " A arte de matar dragões" e a reflexão sobre os significados dos elementos que o compõem. Fica a sensação de ter lido dois livros - um que gostei, outro nem tanto.
Primera entrega de la tetralogía protagonizada por el investigador Arturo Andrade, ambientada en Madrid en los días posteriores a la guerra civil.
El título es el nombre de una tabla italiana perteneciente a los fondos del museo del Prado, que se ha perdido en el traslado y que el propio ministro Serrano Suñer da orden de recuperar a cualquier precio.
El personaje de Andrade es interesante y la novela está bien ambientada, con una trama que nos pasea por lugares muy diversos en un momento de gran tensión y cambios.
Me gusta la simbología que hay detrás de la tabla, el eterno mito del caballero que salva a la dama del dragón: y eso es lo que en el fondo representa Arturo Andrade, un San Jorge canalla y descreído pero lleno de las virtudes del buen caballero. A veces se pierde un poco en reflexiones filosóficas, pero eso ayuda a caracterizar el personaje.
Muy bien escrita, como el resto de títulos que componen la serie: El tiempo de los emperadores extraños, Los demonios de Berlín y Soles negros. 3,5*
Comenzamos con el libro en un diálogo entre dos personajes, a priori de las inmediatas postrimerías de la Guerra Civil Española. Ambos del bando nacional.
No es mala forma de meterte en la historia, no. Y ya empieza dándonos una foto del Madrid del momento. Y ahí es donde más me ha gustado la novela, en esos retratos de la España de penurias, dividida y arrasada, que intentaba sobrevivir a como la dejó el conflicto.
También está la historia que cuenta el libro, el hilo argumental, que es la búsqueda del cuadro robado “El arte de matar dragones” y más allá la búsqueda de los personajes y las motivaciones que estaban detrás de ese robo. Bueno, esta parte leible pero sin más.
Y lo que me ha penalizado mucho la lectura ha sido el empeño del autor de relacionar toooooooodo el rato cada cosa que va sucediendo con la trinidad del cuadro : héroe (caballero), el mal (dragón) y la ¿pureza? (doncella). El autor hace reflexiones sesudas y extensas sobre esta trilogía y el héroe y la culpa y los remordimientos y flashback del protagonista y volvemos a la figura del dragón y que si el héroe es el dragón, ¿o son lo mismo? o a ver cómo lo explico …
Bueno, que ya se ve que eso no me ha gustado nada de nada. Igual es porque yo no soy de comerme la cabeza y esas reflexiones me sobran si bien supongo que sería lo que la hizo ganar el premio Felipe Trigo. Bueno, tb hay que reconocerle que el lenguaje está cuidado y que los personajes –especialmente la meretriz- me han gustado.
El final un poco sacado de la manga porque sí, se descubre solit@, que tampoco me ha gustado.
Resumen : que la parte reflexiva se me ha cargado una novela que por la parte de relato de época está interesante y por la de personajes también.
Vamos começar pela classificação - 3,5 Estrelas - pois foi uma leitura que não chegou ao "gostei bastante" mas que foi melhor do que "gostei".
Antes de mais, e antes que o título leve ao engano, este não é um livro de fantasia, nem tão pouco que tenha dragões. A Arte de Matar Dragões é um quadro, de um autor desconhecido, que fazia parte do espólio do Prado, mas após a Guerra Civil Espanhola, desapareceu. Cabe então a Arturo Andrade descobrir o quadro. A história acaba por ser uma mistura de policial com alguns detalhes históricos sobre a Guerra Civil Espanhola e o pós-guerra. E devo dizer que me agradou bastante. Gostei da forma como o autor entrelaçou a história de guerra e pós-guerra, com o mistério do quadro. Com um enredo com mistério mas também muitas intrigas, com muitas voltas e reviravolta, que me mantiveram agarrada às páginas. Mas também uma história de amor, mas um amor impossível e que poderá dominar a vida de Arturo. Quanto à personagem de Arturo, achei-a bem desenvolvida, cheio de questões e "medos" e que transmitem realidade à história. E o final? Sem palavras. Deixou-me de boca a aberta e sendo este o primeiro livro de uma trilogia, deixou-me bastante curiosa para saber como é que o autor vai "descalçar a bota."
Muito bom (4,5/5, não é FC ☺). Muito bem escrito e ainda que a estória de base não desse, à partida, para tanto, consegue criar um ambiente de thriller, de tensão, e com um final excelente... O melhor é, contudo, o que o autor escreve e dá a entender sobre Espanha e os espanhóis... Muito interessante e que dá algum alívio a qualquer tuga... ☺
Me recomendaron la saga de Artura Andrade, pero no he podido terminar el primero de los libros. No me convence cómo describe El Madrid del año 1939, recien terminada la guerra civil. El autor debería de saber que en esa fecha ya no había falangistas y requetés por las calles, ya que un edicto de Franco los había fusionado en FET de las JONS. Es una fecha que siempre me ha interesado mucho y este libro no se parece ni por asomo a los que más me han gustado
Demasiados acontecimentos, demasiados enredos num só, no fim fica a sensação de ser uma "salganhada mal amanhada". O melhor: o título O pior: tudo o resto
Um misto entre policial e romance histórico, em que a busca de um quadro “A arte de matar dragões” é quase uma desculpa para, por um lado, contar a história de um país dividido ao meio e por outro lado dar-nos a conhecer um personagem, Arturo Andrade que se está a tentar conciliar consigo próprio, com as suas ações, com as suas escolhas. Digo-vos desde já que não criei uma grande empatia com Arturo, que não o imagino herói nos próximos livros da trilogia e que não sei como é que o autor vai “descalçar a bota” que tão bem calçou nas últimas páginas e que para mim inviabiliza os próximos livros. Para mim este livro tem três faces completamente diferentes. A parte histórica, fabulosa. Infelizmente sei muito pouco da guerra civil Espanhola. Poucos intervenientes conheço, tirando os óbvios, e por isso senti-me algumas vezes perdida e tinha que reler com cuidado determinadas passagens para não me perder e com isso perder o caminho da história. A ficção que envolve o quadro “A arte de matar dragões”, interessante q.b. Imaginar este quadro é um exercício inevitável, assim como o é tentar perceber nas entrelinhas o que raio aconteceu. E se partes há que são óbvias outras foram, para mim, completas surpresas. E nem com as pistas óbvias que o autor deixou ao longo do livro percebi. E acreditem, é tão óbvio! Depois a parte que me deixa mais desconfortável e que me fará não ler mais nenhum livro desta saga. Arturo Andrade, um protagonista improvável que tinha tudo para ser um herói. Um homem jovem, com uma passado misterioso, inteligente (vá, às vezes) mas que mergulha numa espiral de loucura que me deixou um bocadinho desconfortável. Arturo mergulha na busca do quadro ao mesmo tempo que mergulha na busca de um herói. De um herói que ele próprio não é, de um herói que busca ser. A solidão e amargura deste homem incomodou-me, a infantilidade (primeira face da loucura) incomodou-me e nem sequer falo do final. Se gostei? Sim, gostei deste livro estranho. Mas foi um livro que me deixou desconfortável.
Mais uma vez se prova a teoria de que ir para a leitura de um livro com demasiadas expectativas não é bom, mas desta vez no sentido contrário: é óptimo ir para um livro sem grandes expectativas e depois ser agradavelmente surpreendido. Desta vez, foi o que me aconteceu. A Cristina não tinha gostado por aí além do livro anterior deste escritor espanhol e por isso confesso que não esperava apreciar tanto esta leitura como apreciei.
"A Arte de Matar Dragões" é, essencialmente, um policial com alguns elementos de romance histórico e dilemas existenciais, a que se junta o fascínio por um quadro que é a constante e o mistério de toda a história. Arturo é um agente da ditadura espanhola, após o final da Guerra Civil de Espanha, e é destacado para descobrir o misterioso desaparecimento do quadro A Arte de Matar Dragões, decorrido aquando da sua transferência para o estrangeiro, a fim de ser protegido das consequências da guerra.
Todo o mistério à volta do quadro, entrelaçado com sua influência hipnotizante no desenrolar da história, é conseguido de uma forma excelente. O leitor consegue, de facto, sentir-se intrigado e curioso acerca da obra. Enquanto a personagem principal, Arturo, tenta descobrir o destino da obra, os acontecimentos desenrolam-se de tal forma que o mistério se adensa cada vez mais.
Gostei do retrato que o autor faz da Espanha da época e acho que, para além do interesse da história, a forma como ela está escrita é cativante e veracidade que emprega a todas as suas personagens a torna palpável. O final traz-nos um twist completamente inesperado e supreendente, que só contribuiu para ter gostado ainda mais do livro.
Algo que destaca en El Arte de Matar Dragones es que tiene una ambientación estupenda pero su trama resulta confusa y dispersa, como compleja y ambigua es la personalidad del protagonista de la historia: Arturo Andrade cuya fascinación por la caballería andante y la búsqueda de la verdad que se esconde tras la desaparición del retablo medieval que se le encarga encortar solo es comprensible al final del libro cuando se revela al lector el pasado luctuoso que le atormenta. Creo que sus delirios por rescatar doncellas, esa obsesión por conocer lo que realmente le sucedió a Manuel Cortina Molins quien para Andrade representa los ideales del caballero andante, el héroe que él nunca pudo ser. Sus actos son su manera de expiar sus propias acciones. Pero el autor rentaliza demasiado este elemento de la historia hasta el punto que la misma se vuelve un poco cancina.La intriga que rodea al “enigmático” personaje de Greta no lo es tanto, si el lector sabe leer entre lineas, no le será difícil adivinar quién es.
Un libro muy irregular. Trata de ser demasiadas cosas y al final no es ninguna de ellas o me perdí en los intrincados eventos, intrincados sin necesidad y sin resolución.
En el lado positivo, personajes bien construidos, trama interesante, un protagonista cuyo pasado no es en absoluto de heroe y un lenguaje cuidado que se agradece (hacía tiempo que no tenía que acudir al diccionario).
Por otro lado, personajes excesivamente arquetípicos (el protagonista lo hemos visto ya muchas veces. Antihéroe de la Guerra Civil, proveniente de la España profunda y pobre pero que, de alguna manera, tiene conocimientos culturales propios de un Monje dedicado en vida al aprendizaje y con unos algunos diálogos y conocimiento de la vida que firmarían filósofos). Dos partes del libro en la que la segunda parte cae sin que tengamos muy claro qué busca el protagonista y un final algo deslavazado.
En cualquier caso, en su conjunto es un buen libro que vale la pena leer. Hay más libros del mismo protagonista, los buscaré.
Arturo Andrade es teniente en Madrid durante la época franquista. Vicente es un limpiabotas andaluz, que ejerce de amigo o "escudero" del protagonista y y Anna es una prostituta de 16 años de la que se enamora perdidamente Arturo, la que podríamos llamar "princesa". A raíz de esta presentación, el protagonista tendrá que encontrar el cuadro "El arte de matar dragones", introduciéndose para ello en uno de los episodios más decisivos de la Guerra Civil: la batalla del Ebro.
Es curioso porque, a pesar de que la novela esté muy bien escrita y el argumento sea bueno, no termina de atraparme. Es como si le faltara ritmo y no terminara yo de congeniar con el protagonista, al que me parece que le falta carácter.
Apaixonamo-nos pelo Andrade, seguimos o mistério e ficamos completamente imersos no ambiente da Espanha Franquista.
[estou a escrever esta review quase 20 anos depois de o ter lido, lembro-me perfeitamente e não tivesse ali não sei quantos livros para ler antes de os devolver a biblioteca e ia pegar nele já de seguida!]
Un libro muy curioso. Debo admitir que me ha gustado más de lo que esperaba. La historia sigue a Arturo, un teniente no muy convencido de su posición, al que le encargan averiguar qué sucedió en el intento de huída a Francia de unos camiones que portaban obras de arte y, más concretamente, dar con un cuadro al que se le ha perdido la pista.
El teniente Arturo no es un héroe, pero le gustaría ser un caballero. Recorre Madrid (y también otras zonas de España) mostrándonos los rincones más extravagantes y turbios, a personajes a favor de la nueva España y a otros que no lo están tanto.
Me ha gustado mucho ver cómo retrata a los personajes de forma mundana: los diálogos han sido mi parte favorita.
Sin embargo, creo que las reflexiones sobre "el héroe y el mal a derrotar" a veces se hacen repetitivas y pedantes. El final (las últimas páginas) no me ha gustado, pero reconozco que la historia me ha tenido completamente atrapada (las descripciones del Madrid de la posguerra me han parecido fantásticas) y me ha dejado con ganas de leer más historias ambientadas en esta época, lo que para mí es lo más importante en un libro.
Despertou-me a curiosidade para outros autores daqui ao lado. Para além de Llorca e Aragon, só me lembro de outros autores a escreverem sobre Espanha - André Malraux, George Orwel, Hemingway. A Espanha após a guerra civil vista por um Espanhol, quase como um policial, e a busca de um quadro desaparecido. Sem grandes "romantismos" mas descrevendo gente marcada pela guerra, republicanos ou nacionalistas. Admiro-me não haver mais livros a contar esta mesma catarse, passados tantos anos, ou então não são divulgados em Portugal, ou então sou eu que não os conheço. Qualquer guerra precisa de distância para se falar dela, para se contar as histórias das pessoas que as viveram e há de certeza muitas na guerra civil espanhola, para além dos documentários do canal história. Ao ler o livro lembrei-me tambem das histórias de 2 colegas meus que estiveram durante a guerra colonial em Angola e que só agora dizem conseguir falar e contar histórias engraçadas outras sem nenhuma graça do tempo que por lá passaram. São mais velhos que eu e tentam explicar-me as coisas, descrevendo lugares que nunca vi, mas que me fazem imaginar. Para 1 deles que fez 2 comissões nos comandos há histórias que ainda não conta. Discutem entre si, às vezes acaloradamente, certas precisões de acções, lugares ou pessoas conhecidas, para me darem a "verdade dos factos". Para além destes, tenho 2 amigos que estiveram na Guiné e outro em Timor-Leste. Um dos da Guiné chegou a levar 1 tiro e foi evacuado para Bissau - só a descricção dele que nem sequer queria olhar para o buraco da bala, porque imaginava um buracão e achava que tudo o que tinha no corpo estava a sair pelo buraco, merecia um livro. Mas voltando ao livro, gostei até do facto de não acabar bem. Como dizia o meu pai, os westerns eram sempre a mesma coisa - no final a rapariga casava com o cavalo. Aqui a rapariga inesperadamente não casa com o cavalo o que me fez gostar ainda mais. Vou ler mais deste autor para ver se permanece o encantamento.
Quando peguei no livro, não fazia a mínima ideia a que aludia o seu título; sabia, contudo, que era a curiosidade por ele suscitada, a principal responsável pela leitura que encetei. Assim, fiquei a saber que “A arte de matar dragões” é o nome de um quadro pertencente ao espólio do museu do Prado, de origem italiana e pintado por um autor desconhecido ... É, aliás, o seu propalado desaparecimento, aquando da transferência de peças de arte, que está por detrás das intrigas e mistérios que ajudam a construir a narrativa e lhe dão laivos de thriller. A história, porém, é mais do que isso; mistura elementos históricos com dilemas existenciais, num ambiente de tensão e com um final trágico, surpreendente e inquietante. Perante os nossos olhos, temos o retrato de uma Espanha arrasada, de gente marcada pela guerra civil, depauperada, social e politicamente dividida. Como símbolo dessa instabilidade coletiva e individual surge a figura inteligente de Arturo Andrade, um oficial dos serviços secretos de governo do general Franco. No encalço do quadro, este tenente das secretas espanholas acaba por envolver-se, igualmente, numa história, louca e impossível, de amor quixotesco que, de algum modo, mudará a sua vida. É um herói improvável, a viver num ambiente de solidão e amargura. Ao longo do texto, é percetível que esconde e tenta esquecer o passado misterioso, não deixando de questionar-se amiúde sobre qual o lado certo da barricada. Vive os dias do pós-guerra esforçando-se por reconciliar as suas opções e escolhas, na tentativa de vencer os seus demónios. O texto contém relatos entrelaçados e muitas voltas e reviravoltas, numa trama equilibrada e bem trabalhada.
Primera aventura de Arturo Andrade, protagonista también de 'El tiempo de los emperadores extraños' y 'Los demonios de Berlín'. Leído el último, el personaje de esta primera aventura parece otro completamente distinto al de 'Los demonios de Berlín', mucho más inocente, débil, racional, no el hombre 'de acción' que pulula en las últimas horas del Berlín nazi. Novela estructurada en dos partes, con dos intrigas distintas y, apurando mucho, apenas relacionadas mínimamente. El lenguaje rebuscado en muchas ocasiones ralentiza el ritmo de la novela, pero se deja leer.
O primeiro da tal "trilogia" mas o meu último e no entanto sempre dentro do mesmo nível. Desta vez o ambiente é a Guerra Civil espanhola, ou seja, com este escritor, estamos sempre a aprender factos novos, pois ele coloca muitos factos históricos nos seus livros, o que nos permite também ir aprendendo com a leitura que vamos efectuando dos seus livros.
Nota-se uma evolução deste livro para O Tempo dos Imperadores Estranhos. Continua a sentir-se a solidão de Arturo, mas a escrita parece um pouco mais confusa e perturbadora. Apesar de tudo é um bom livro.
Novela policíaca ambientada en el Madrid del primer invierno tras la Guerra Civil. Una tabla robada del museo del Prado parece ocultar alguna trama criminal más importante en un mundo de espías, policía secreta y militares cargados de violencia.
Empezaba mas o menos, pero dejé de leer cuando llegué a las palabras en alemán, incorrecto, por supuesto. No entiendo que el escritor meta la pata pensando que nadie lo entiende, menos entiendo que el editor le pase el error.