Depois do imenso fascínio que os seus romances anteriores O Claustro do Silêncio, O Terramoto de Lisboa e a Invenção do Mundo e O Amor Infinito de Pedro e Inês exerceram junto do público, Luis Rosa volta a encantar-nos com um romance inspirado que nos seduz pela riqueza da personalidade que evoca Manuel Maria Barbosa du Bocage. Um homem tumultuado, onde coabitam o sublime e o prosaico, um espírito minado por inquietações vorazes que só na poesia e no amor se apazigua. E é essa duplicidade do poeta e da época em que lhe foi dado viver que o autor tão bem soube captar e deixar impressa nestas páginas que nos falam de um génio irremediavelmente embriagado com a sensualidade, o amor e a vida.
LUÍS ROSA nasceu em Alcobaça, em 1939. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa. Professor na Universidade de Lourenço Marques (1968 a 1974), no Instituto Superior de Educação e Serviço Social de Moçambique (1969-1974) e no ISLA (Instituto Superior de Línguas e Administração, 1982-1997). Foi presidente da Associação de Apoio Social da Portugal Telecom e consultor superior da mesma empresa. O seu primeiro romance, O Claustro do Silêncio, foi desde logo a sua consagração, ao ser distinguido com o Prémio Vergílio Ferreira. Seguiu-se-lhe O Terramoto de Lisboa e a Invenção do Mundo; O Amor Infinito de Pedro e Inês; Bocage — A Vida Apaixonada de Um Genial Libertino e O Dia de Aljubarrota. É Membro da direcção da Associação Portuguesa de Escritores e da Academia Portuguesa de História. Foi condecorado pela Presidência da República, com o Grande-Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique, em 2010. Faleceu a 12 de Setembro de 2020.
For those who like Bocage and would like to know more about his life, this book is perfect, because not only allows you to read a good book, it allows you to feel that you were there, near Bocage, watching everything! It's also good for those who want to know more about the context of his life, I mean, how the French revolution was affecting Portuguese people's lifes and such. You get to know more about the Portuguese empire too.
This book is the best to understand Bocage's creations, because it illustrates the context about them. It's well written. I just hate that in the beggining the author started by telling the story in first person and, then just like that, he started to write in third person. It was confusing. And he doesn't write much about Bocage's family and the early years of his life.