Apparu pour la première fois en août 1988 dans les pages du mensuel (À Suivre), Manuel Montano, détective privé de son état, apparaît comme un improbable croisement entre Humphrey Bogart et Buster Keaton - sans oublier un soupçon de Jack Palmer pour la poisse et la déveine. L'imper mastic trop grand pour lui, le sourire en berne et l'énergie à plat : le moins qu'on puisse dire est que Manuel Montano, avec son scooter fatigué et ses méthodes qui ne le sont pas moins, ne donne pas l'impression d'être un aigle... Et pourtant, au fil de la demi-douzaine d'enquêtes qui composent ce recueil, on se prend d'affection pour cet éternel maladroit si peu efficace et tellement humain. Et si Manuel, finalement, était un peu le reflet de chacun d'entre nous ?
Eu acho assim: É confuso pra caramba a história, porém se vocês forem pela minha "leitura" dela dá para entender e curtir o ritmo de boas.
Veja bem no iniciozinho há a definição da palavra radionovela... Tchararan Tchararan... A história começa a se desenrolar a partir da noção de que estamos vendo uma radionovela desenhada. Os objetos e os cenários são acrescentados a partir do que é contado. Para ficar mais fácil de entender imagine o rádio, que você provavelmente escuta no carro, e imagine que a programação da hora no rádio é uma novela narrada (com vozes para os personagens, musiquinha de passagem de tempo, sons, batidas, etc). Com isso você tem uma noção do que o artista quis passar. Meio que ele quis trazer a ideia da radionovela e como ocorre versão ilustrada.
São curtas histórias que estão entrelaçadas pela busca ao Manancial da Noite. Cada uma expõe um pouco do nosso Detetive Montano, e como à sua forma, resolve seus enigmáticos casos. Também sou fã da arte do Miguelanxo Prado. Acho a forma como ele desenha a fisionomia de seus personagens única. Você enxerga naqueles traços estranhos toda a carga que o personagem traz. Não existe edição brasileira, apenas uma da Meribérica, de 1992, pré acordo literário. Então algumas frases soarão estranhas, mas nada que implique na compreensão do texto aqui por nós brasileiros. Aqui em São Paulo está disponível na Biblioteca do Centro Cultural São Paulo e na biblioteca do SESC Pompeia. Vale o corre!
This is not the first book I read from Miguelanxo Prado. It's a quick read but I confess that it's not one of my favorites, like "Trazo de Tiza" (Streak of Chalk), "Belo Horizonte" or "Pedro y el Lobo" (Peter and the Wolf).
The plot of detective Montano's adventures it's too much on the "onirical/dreamy" side, and I felt largely disconnected from the story most of the time. It has a few interesting (and funny) moments and dialogues/reflections, up till the end, that help save this book.
keine Bewertung, da ich mit diesem Band nicht wirklich etwas anfangen konnte. Offenbar ist es nicht mein Genre (Detektivgeschichten), ich glaube mit noir-Bezug, aber da ich auch insofern kein Basismaterial kenne, kann ich selbst das nicht sicher sagen. ;)