Reza a lenda que Zeus, para se vingar de Prometeu, o defensor da humanidade, enganou o seu irmão Epimeteu com a bela Pandora, oferecendo-lhe uma arca. Advertido a não confiar em Zeus, Epimeteu pediu a Pandora para nunca a abrir. Mas a curiosidade da bela mulher levou-a a espreitar, e numerosos males se espalharam pelo mundo. E então a humanidade de Prometeu caiu em desgraça.Os primeiros Homens laboraram para que a Terra fosse habitável, combatendo contra bestas e demónios. Com um poderoso cetro trancaram de novo a arca e separaram a chave da fechadura. Milénios depois, o cetro volta a aparecer, e com ele a capacidade de manipular tudo o que a arca encerra.
Rúben Oliveira nasceu em 1993 e cresceu em Pombal, no distrito de Leiria, à margem da tranquila Mata Nacional do Urso. Adora ler livros de aventura e fantasia desde criança, o que veio a fomentar um estímulo literário apresentado nas primeiras obras, e sempre teve uma curiosidade académica sobre civilizações antigas e suas mitologias, que de algum modo faz representar nos seus livros. Gosta de estudar Física e Matemática nos tempos livres, algo que ocasionalmente deixa caracterizado no enredo das histórias que cria. Lê manga (banda desenhada japonesa) e deixa também transparecer essa representatividade oriental nas suas narrativas sob forma de personalidades, locais, mitos ou objetos. É Dirigente do CNE e Bombeiro Voluntário.
Gostei muito da premissa deste livro porque gosto bastante de coisas relacionadas com mitologia. Não contava com o rumo que a estória foi levando, no entanto, gostei igualmente do rumo que tomou.
Achei as personagens muito interessantes e considero que é o livro ideal para quem gosta de mitologia. Para além disso, o autor aborda também a vertente da religião.
Senti que algumas partes estavam muito detalhadas e existiam muitas personagens, o que tornava um bocadinho difícil memorizar quem era quem.
Achei, inclusive, que existiam constantemente novas informações e, por isso, por vezes foi um bocadinho complicado conseguir acompanhar tudo ao pormenor.
Gostei muito das várias reviravoltas que foram acontecendo e estou muito curiosa para ler o próximo volume.
História interessante sem dúvida. No entanto, com tantos personagens a aparecer e o facto de quase todos os personagens serem tratados por um segundo nome na batalha, torna se complicado saber quem é quem. Muitas personagens fazem com que me perca um bocado na história. O que mais me custou foi sem dúvida um dos capítulos que parecia nunca mais acabar... um livro com muitas descrições e com muita informação ao mesmo tempo para assimilar.
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O autor transporta-nos para um mundo em que a religião tem um lugar de destaque, havendo várias referências à mesma. A história decorre numa era moderna em que seres sobrenaturais avassalam a Terra e, por isso, são reunidos alguns jovens e crianças com diferentes habilidades para fazerem frente à escuridão. O livro tem conteúdo histórico mais que suficiente para despertar a curiosidade ao leitor, sendo visitados alguns cenários fora do contexto citadino, como pirâmides no Egito. Porém, devo confessar que a apresentação de tantos personagens ao longo da história confundiu-me um pouco e foi difícil de me ligar a algum deles, a não ser aos gémeos que surgem logo no começo do livro e são claramente os personagens principais. Os laços entre os personagens também carecem de algum aprofundamento que estou certa de que acontecerá na sequela entretanto já lançada. Os combates são bastante descritivos, o que com certeza agradará aos amantes de mangá/anime do estilo shonen. Parabéns pela obra, Rúben. Boa sorte para a continuação e finalização da trilogia!