Quinze autrices originaires d'Amérique du Sud, centrale et caribéenne questionnent les concepts du genre, du patriarcat, du développement. Elles défendent un féminisme communautaire et autochtone, un féminisme noir, un écoféminisme, une améfricanité. Elles prônent le bien vivre, une autre conception des droits humains ou un nouveau véganisme. De cet ouvrage émerge une pensée contestatrice, multiple et rénovatrice, qui questionne, enrichit et mobilise de nouvelles réflexions et actions pour le(s) féminisme(s) contemporain(s). Un livre pour lutter contre toutes les formes d'oppression et rêver à de nouvelles solidarités... En couverture, un clin d'oeil au wiphala, ces carrés de sept couleurs assemblés en drapeau, symbole politique et culturel pour de nombreux peuples autochtones d'Amérique.
Sueli é uma das mais expressivas filósofas, ativistas e autoras do feminismo negro no Brasil e seus artigos abordam temáticas imprescindíveis para refletir sobre a sociedade e moldar o pensamento. Sueli fala sobre gênero, raça e ascensão social, o poder feminino no culto aos orixás, tempo feminino, expectativas de ação das empresas para superar a discriminação racial, novos e velhos desafios do movimento negro no Brasil, além de outros temas fundamentais para a compreensão histórica e política da luta das mulheres negras brasileiras.
Filósofa, escritora e ativista antirracismo do movimento social negro brasileiro. Sueli Carneiro é fundadora e atual diretora do Geledés — Instituto da Mulher Negra e considerada uma das principais autoras do feminismo negro no Brasil. Possui doutorado em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP).