As mulheres sempre foram oprimidas e os homens, privilegiados? Toda grande escritora do passado era feminista? Na Idade Média as mulheres eram infelizes? Antes do feminismo, as mulheres não podiam governar, nem trabalhar, nem estudar e nem votar? O feminismo é necessário e representa todas as mulheres? O aborto e o divórcio são conquistas feministas? A teoria de gênero e a linguagem neutra vieram para acabar com os preconceitos e as discriminações?
Para analisar estes e outros mitos propagados há décadas pelo movimento feminista, Ana Campagnolo reuniu um time de especialistas: Ana Derosa, Catharine Caldeira, Chris Tonietto, Cristiane Corrêa, David Amato, Fernando Pestana, Isaque de Miranda, Lara Brenner, Marlon Derosa, Natália Sulman e Ricardo da Costa
Não deveria ser permitido a mulher nenhuma ficar em casa criando seus filhos. As mulheres não deveriam ter essa escolha, justamente porque, enquanto a tiverem, muitas vão optar por ela. — Simone de Beauvoir
Era mais fácil para mim começar o movimento das mulheres do que mudar a minha própria vida. — Betty Friedan
Você não vale nada como feminista se não admite a glória dos homens. — Camille Paglia
Se as mulheres acham que são vítimas — eu não acho, mas vamos supor que as mulheres tenham sido injustiçadas —, que não pratiquem então aquilo mesmo que dizem que foi feito contra elas. — Ayn Rand
Guia de bolso contra as mentiras feministas é um livro escrito por Ana Campagnolo e seus convidados. O livro se divide em quinze capítulos, cada um respondendo a uma suposta mentira corriqueira.
Apesar do livro ser básico, algo que já estava à espera porque sigo a autora e ela não o esconde, é um livro indispensável. Eu sempre sou da opinião que devemos ouvir e ler os dois lados, mesmo aqueles com os quais não concordamos. No que me toca, não é o caso.
Como é um tema que me interessa e sempre fui antifeminista pouco aqui me surpreendeu. A questão do aborto é delicada demais, não tenho opinião definida. Aceito que a legalização até três meses possa ser o mais justo, mas aqui não bato o martelo nem coloco minhas mãos no fogo.
O último capítulo, o da linguagem neutra foi uma autêntica surra. O da igualdade de gênero é tão absurda a ideologia que nem sei o que diga. É uma aberração que tenta enfraquecer a masculinidade, é o que é. A inveja em destas coisas. O Capítulo XIII achei o mais difícil ( os outros são bem óbvios ) por tratar de geopolítica, fundações e organizações de fora, mas é claro que o feminismo não defende todas as mulheres. O feminismo defende os feministas.
Curioso saber que são as mulheres que cometem mais infanticídios e que mais agridem tanto os idosos quanto as crianças.
Mas apesar de ser um bom livro falhou nas principais razões porque o feminismo não funciona. Primeiro porque é uma fantasia e um delírio a igualdade entre homens e mulheres. Não existe, nunca existiu e nunca vai existir. Simplesmente porque é impossível. Qualquer pessoa que seja honesta consigo mesma facilmente chega a esta conclusão.
E segundo, porque mulheres não querem igualdade, não aqui no Ocidente, não aqui no Brasil, onde elas são livres pra fazer as escolhas que querem e até têm mais direitos que os homens. Elas querem mais privilégios. Ambas são as grandes mentiras que sustentam o movimento, e como tal, deveriam ter sido mencionadas e esmiuçadas.
Você não vale nada como feminista se não admite a glória dos homens. A responsabilidade pessoal é a base. Você deve buscar a informação, você deve buscar a felicidade. Pare de pedir ao Estado e à burocracia para mandarem pessoas que façam você feliz. Essa não é a receita da liberdade das mulheres. Isso é um retrocesso. Isso faz do Estado o guardião das mulheres e elas ficam passivas.
O desejo de parecer sem ser e a vontade de debater sem saber são dois grandes inimigos da vida intelectual.
ao longo dos séculos, a mulher sempre foi privilegiada, uma vez que, por ser do sexo fisicamente mais frágil, carecia de mais proteção e cuidado em relação aos demais, e por isso mesmo eram-lhe dispensados maiores vantagens e mais privilégios.
se hoje as mulheres vivem mais e desfrutam de crescentes facilidades e condições mais seguras, é porque ao longo da história muitos homens se sacrificaram para que isso fosse possível.
É raro, por exemplo, vermos mulheres em ofícios árduos e perigosos, trabalhando em canteiros de obras, extração florestal, aterros sanitários, plataformas de petróleo, usinas nucleares e tantas outras. E mesmo quando escolhem essas áreas, a maioria opta por funções ou setores administrativos, seja por demandarem menos esforço físico, seja porque oferecem menores riscos. Ainda assim, com frequência o movimento feminista insiste em afirmar que o sexo feminino foi e continua sendo alvo da opressão de um sistema que, na verdade, as resguarda.
Não se pode concordar com as premissas feministas de que à mulher não era permitido o direito de educar-se nos tempos antigos: essa restrição se dava justamente pelo fato de o método de ensino ser demasiadamente rígido e muitas vezes cruel, em ambientes tremendamente hostis e inapropriados para moças.
toda vez que os homens apresentam ligeira vantagem em qualquer setor, a mídia, os políticos, as ONGs e as universidades se movimentam para tentar virar o jogo e equalizar as relações. O mesmo não acontece quando os homens estão em desvantagem.
A verdade é que o fato de as mulheres terem sofrido algum tipo de opressão (afinal, ninguém está isento de tal condição, seja pela inata maldade humana, seja pela desigualdade social, pelas perseguições de diversas naturezas ou por Estados tiranos e totalitários) nem de longe é sinal de uma conspiração arquitetada por todos os homens do planeta com a finalidade de tornar a vida das mulheres um martírio.
“A mudança pode não ser uma reforma salutar: a inovação precipitada pode ser uma voraz conflagração em vez de uma tocha de progresso”.
Ora, se há algo que as feministas verdadeiramente desprezam é a santidade.
Com dificuldades de reconhecer que muitas mulheres são grandes sem precisar de ideologias modernas, as feministas costumam chamar essas mulheres de protofeministas, coisa que nunca foram.
as mulheres da Idade Média semearam o cristianismo pelo continente europeu, religião odiada pelas testosterônicas revolucionárias porque é considerada “opressora”. Mas, pelo contrário, segundo essa fé, homem e mulher foram criados conjuntamente e queridos por Deus, e portanto têm eles a mesma dignidade. E Ele quer o homem e a mulher um para o outro, porque foram feitos um para o outro.
a mulher foi criada para estar ao lado do homem como sua companheira, não estar a seus pés como uma escrava!
Assim como as feministas tentam colocar suas digitais no esforço individual de grandes mulheres do passado, tentarão fazê-lo com o seu, com o meu e com o de todas as mulheres de hoje. Lembre-se: você é responsável pelos seus atos e você é agente das suas próprias realizações.
Colocar a culpa de absolutamente tudo no machismo superestrutural é muito mais fácil do que investigar seis milênios de história.
o trabalho e o sustento de um homem estão ligados a obrigações cidadãs que ele tem, mas as mulheres não.
política se faz com partidos e não com fetiches ou interesses pessoais.
os homens não queriam destruir essas mulheres, eles não tinham medo e muito provavelmente achavam graça.
Representar os interesses feministas é possível, porque elas são como um partido, estão ligadas por adesão a uma ideologia. Representar as mulheres, todas as mulheres, é impossível. Ser mulher é uma condição de nascimento, não uma opção política por adesão.
se uma mulher quiser chegar onde os homens estão, deve lutar como os homens lutaram, ou seja, estar disposta aos mesmos esforços e sacrifícios sem facilidades, sem trapaça, sem privilégios governamentais.
A desigualdade é uma característica indelével da própria identidade; é o que permite a autenticidade e a conquista do sucesso.
capitalistas e socialistas têm sempre uma utilidade para dar às mulheres, mas libertá-las da necessidade de trabalhar, de fato, nunca é uma opção. A mulher capitalista trabalha para a família, dizem os socialistas. A mulher socialista, também o dizem eles, deve trabalhar para o Estado, para a sociedade.
O propósito real da introdução das mulheres no mercado produtor seria poder taxá-las também, dobrando o número de contribuintes, além de reduzir drasticamente a influência da família sobre cada filho, que passaria, portanto, ao controle do Estado.
o casamento monogâmico e heterossexual traz benefícios àqueles que o contraem. Em comparação com solteiros, os casados são mais felizes e saudáveis, bem como têm melhor desempenho profissional.
os casados são mais felizes que os celibatários, o que se nota, sobretudo, com o avanço da idade; ao que tudo indica, afirmam os pesquisadores, as dificuldades da vida são amenizadas quando se tem um parceiro ao lado, ainda mais se os dois forem melhores amigos.
não é a autonomia o que define quem deve ou não ser protegido, mas sim a natureza do ente.
os direitos humanos são devidos a todo ser humano, a toda vida humana. Afirmar que é preciso ser pessoa para ser protegido é outra maneira de se criar critérios para a relativização de direitos.
mulheres podem ser tão agressivas quanto homens, podendo ser tanto vítimas quanto perpetradoras de crimes contra outras pessoas em ambientes
Os dados frios não têm ideologia: ela está contida na forma como estes são apresentados.
A teoria de gênero é uma ferramenta ideológica que tenta convencer a sociedade de que não há diferença natural ontológica entre homem e mulher, uma vez que sua premissa básica é a de que toda diferença implica necessariamente em desigualdade, desembocando, por sua vez, em supostos preconceitos.
é preciso compreender que homens e mulheres são iguais em dignidade, porém são naturalmente distintos em papéis
a língua nunca muda perenemente por imposição dum grupo social minoritário. O que muda comportamentos e o que gera o fim ou a minimização dum preconceito são a boa criação e, sobretudo, a educação
o usuário da língua tem como principal objetivo uma comunicação clara, que atinja o maior número possível de indivíduos que dominam o mesmo código usado por ele, independentemente de como ele se identifica biopsicossocialmente. Ou seja, é preciso valorizar o intuitivo e o natural quando se trata de conversar.
O maior veneno lançado pelo marxismo & cia foi visar a destruição da família e da vida espiritual sob a ilusão da liberdade- na verdade, é só um jeito de canalizar a servidão ao Estado.
O feminismo movimenta o mesmo caos, não de modo a construir pessoas mais maduras e conscientes, mas de modo a confundir, dividir, segregar, destruir as próprias bases da sociedade. O feminismo é anticivilizatório e não duvido que em breve se torne autodestrutivo.
O livro é breve na proposta, e certeiro na seleção de tópicos e assuntos mais relevantes no que concerne as militâncias feministas. É recheado de pesquisa histórica e convida a continuar lendo sobre os argumentos expostos.
Vejo que o Guia de Bolso é ótimo como abertura e refutação básica, e que Feminismo: Perversão e Subversão (que ainda não li mas contemplei o sumário) como leitura mais completa e elaborada.
Este livro é incrível. Consegue explicar e descontruir as mais conhecidas falácias feministas, recorrendo a fontes e argumentação. Excelente trabalho!!
Veritas est adaequatio rei et intellectus - A verdade é a adequação entre a coisa e o intelecto.
O objetivo sobre o qual debruça-se a filosofia não é outra coisa senão o ser, a realidade; a ideologia, no entanto, conduz o homem “para um mundo de quimeras, […] substituindo a realidade pela ideia, enquanto mero produto da mente sem aquela ‘adequação’ com a coisa, segundo a definição clássica de verdade”.
Fatos e mais fatos desmistificando as mentiras feministas que estão tão enraizadas na nossa sociedade como um todo, mas que lentamente estão sendo desmascaradas.
O compilado de diferentes autores e estudiosos foi bem interessante. Mostra de a Ana não é arrogante a ponto de acreditar ser uma especialista em todos os temas que o movimento aborda, já que são muitos.
maravilhoso , resume tudo que há na historia , e explica com didatica incisiva , e decisiva , cumpre totalmente seu proposito de ser um guia de bolso , celestial , recomendo absolutamente , sem sombra de duvidas
Livro super necessário!! É importante se informar através de diversas fontes para não sermos levados por qualquer vento de doutrina. "Follow the money"
Muito bom! Expõe a verdade sobre o feminismo e como as feministas são manipuladas por ideologias perigosas, e que são contra o ser humano (a ideia de querer destruir a família é uma prova disso).