Uma sucessão de mortes surge ligada a um dos segredos mais bem guardados do mundo, o Segredo Templário. Com a investigação a cargo da polícia e do curioso historiador e escritor bestseller, Leonardo Valença, ocorrem revelações extraordinárias que agitam mentes envolvendo as mais altas personalidades do planeta, desde o papa ao Rei de Espanha, ao primeiro-ministro português e aos Guardiães do Segredo Templário.
Descobertas que remontam à Fundação da Nacionalidade Portuguesa, desvendam a origem de Portucalle — porto do Graal. Afinal, as Casas de Lorena e Borgonha, a que pertenciam Dona Mafalda e D. Afonso Henriques, eram de origem sagrada, tendo como fundamento o enlace de um príncipe meroveu e uma descendente de Santa Sara, séculos depois da perseguição a Maria Madalena e do seu refúgio em França.
A descoberta do segredo sobressalta o herdeiro da Coroa portuguesa devido à heresia que contém, mas a revelação da sua genealogia empolga-o. Surgem ameaças de morte por parte dos seus adversários políticos, ao mesmo tempo que reacendem o antigo conflito de Olivença.
O Segredo de Portograal surge como um romance de leitura compulsiva, perspicaz e ousado, capaz de apaixonar cristãos e não-cristãos, evoluindo das raízes do cristianismo e da origem de Portugal aos desafios do século , como erradicar a doença do século.
Flávio Capuleto, pseudónimo literário de Flávio Luís de Jesus Costa, nasceu no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, a 29 de Novembro de 1942. A sua paixão pelos livros manifestou-se cedo, levando-o a publicar diversos romances, edições de autor, que vendeu directamente ao público. Ganhou também a vida como vendedor de colecções de literatura universal. Conheceu a amarga experiência da Guerra Colonial, sendo-lhe concedida a Medalha Comemorativa das Campanhas do Norte de Angola. De regresso da campanha militar, prosseguiu os estudos como autodidacta, sem nunca perder de vista o seu sonho: tornar-se escritor.
De início o livro agradou-me. Enquanto se entregou à explicação da razão pela qual considera, o autor, que Portugal foi desde o início uma criação templária, fui lendo com agrado, por partilhar de algumas dessas ideias. O problema veio depois. Flávio Capuleto resolveu entrar pelos caminhos de Dan Brown e estragou tudo. A dada altura parei de ler. Aquilo não tinha ponta por onde se pegasse. Chegou a parecer uma aventura do James Bond escrita por uma Enid Blyton de 3.ª apanha. Não gosto de deixar livros por acabar e, por isso, fiz um sacrifício para chegar ao fim. Já acabei a leitura há bastante tempo, mas, não me apeteceu escrever sobre ele. E não quero dizer mais nada. Acabou!
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