What do you think?


Social Media, Freedom of Speech, and the Future of our Democracy
A broad explanation of the various dimensions of the problem of "bad" speech on the internet within the American context.
One of the most fiercely debated issues of this era is what to do about "bad" speech-hate speech, disinformation and propaganda campaigns, and incitement of violence-on the internet, and in particular speech on social media platforms such as Facebook and Twitter. In Social Media, Freedom of Speech, and the Future of our Democracy, Lee C. Bollinger and Geoffrey R. Stone have gathered an eminent cast of contributors--including Hillary Clinton, Amy Klobuchar, Sheldon Whitehouse, Newt Minow, Cass Sunstein, Jack Balkin, Emily Bazelon, and others--to explore the various dimensions of this problem in the American context. They stress how difficult it is to develop remedies given that some of these forms of "bad" speech are ordinarily protected by the First Amendment. Bollinger and Stone argue that it is important to remember that the last time we encountered major new communications technology-television and radio-we established a federal agency to provide oversight and to issue regulations
to protect and promote "the public interest." Featuring a variety of perspectives from some of America's leading experts on this hotly contested issue, this volume offers new insights for the future of free speech in the social media era.
One of the most fiercely debated issues of this era is what to do about "bad" speech-hate speech, disinformation and propaganda campaigns, and incitement of violence-on the internet, and in particular speech on social media platforms such as Facebook and Twitter. In Social Media, Freedom of Speech, and the Future of our Democracy, Lee C. Bollinger and Geoffrey R. Stone have gathered an eminent cast of contributors--including Hillary Clinton, Amy Klobuchar, Sheldon Whitehouse, Newt Minow, Cass Sunstein, Jack Balkin, Emily Bazelon, and others--to explore the various dimensions of this problem in the American context. They stress how difficult it is to develop remedies given that some of these forms of "bad" speech are ordinarily protected by the First Amendment. Bollinger and Stone argue that it is important to remember that the last time we encountered major new communications technology-television and radio-we established a federal agency to provide oversight and to issue regulations
to protect and promote "the public interest." Featuring a variety of perspectives from some of America's leading experts on this hotly contested issue, this volume offers new insights for the future of free speech in the social media era.
448 pages, Paperback
Published August 5, 2022
Ratings & Reviews
Friends & Following
Create a free account to discover what your friends think of this book!
Community Reviews
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
Read
December 8, 2022“An impressive and stimulating collection of essays on the extraordinarily challenging and timely question of social media and free speech. The diverse range of contributors—from leading academics to influential policymakers—tackle the many aspects of this question and offer penetrating and often surprising insights.”
— Thomas J. Miles, Dean, Clifton R. Musser Professor of Law and Economics
— Thomas J. Miles, Dean, Clifton R. Musser Professor of Law and Economics
January 3, 2022
Humanos são autocentrados e têm visão curta; logo são fáceis de manipular. Muitos temem que as instituições humanas não sejam capazes de acompanhar o ritmo e a complexidade das comunicações digitais.
É um dado que para maximizar os lucros, os atuais algoritmos das mídias sociais são programados para acelerar o engajamento de usuários. O problema é que, mais ou menos deliberadamente, eles acabam favorecendo meios de engajamento eficazes, mas socialmente destrutivos, como extremismo, o ódio e a mentira.
E dá pra consertar esse estrago?
Sim, é possível. As esperanças estão no redesenho dos algoritmos a fim de qualificar a interação dos indivíduos e melhorar o debate. Existe esse anseio por uma regulação que promova o discurso cívico e reprima a desinformação. Mas ele se depara com a questão crucial: quem seria responsável pelos critérios e sua execução: os governos? As próprias mídias? Os usuários?
Para muitos, o Estado, por meio de uma combinação de regulação e pressões brandas teria o papel de induzir as empresas de tecnologia a adotar comportamentos mais éticos. Alguns apontam que, como em todos os avanços anteriores da comunicação humana, após um primeiro momento disruptivo, o letramento digital e a familiaridade com os aspectos mais tenebrosos da tecnologia trarão naturalmente melhoras.
Entre as propostas para redesenhar o ambiente virtual estão a introdução de mais competição no ecossistema de informações por meio de softwares que permitem às pessoas escolher algoritmos que priorizem conteúdos conforme seus padrões editoriais; sistemas eletivos on-line que favoreçam consensos ao invés de polarização entre grupos partidários; uma Declaração dos Direitos da Internet que permita uma soberania individual, garantindo o anonimato a cada pessoa, mas erradicando robôs; ou sistemas de comunicação construtivos que reduzem a voltagem do ódio e concilie divisões.
É um dado que para maximizar os lucros, os atuais algoritmos das mídias sociais são programados para acelerar o engajamento de usuários. O problema é que, mais ou menos deliberadamente, eles acabam favorecendo meios de engajamento eficazes, mas socialmente destrutivos, como extremismo, o ódio e a mentira.
E dá pra consertar esse estrago?
Sim, é possível. As esperanças estão no redesenho dos algoritmos a fim de qualificar a interação dos indivíduos e melhorar o debate. Existe esse anseio por uma regulação que promova o discurso cívico e reprima a desinformação. Mas ele se depara com a questão crucial: quem seria responsável pelos critérios e sua execução: os governos? As próprias mídias? Os usuários?
Para muitos, o Estado, por meio de uma combinação de regulação e pressões brandas teria o papel de induzir as empresas de tecnologia a adotar comportamentos mais éticos. Alguns apontam que, como em todos os avanços anteriores da comunicação humana, após um primeiro momento disruptivo, o letramento digital e a familiaridade com os aspectos mais tenebrosos da tecnologia trarão naturalmente melhoras.
Entre as propostas para redesenhar o ambiente virtual estão a introdução de mais competição no ecossistema de informações por meio de softwares que permitem às pessoas escolher algoritmos que priorizem conteúdos conforme seus padrões editoriais; sistemas eletivos on-line que favoreçam consensos ao invés de polarização entre grupos partidários; uma Declaração dos Direitos da Internet que permita uma soberania individual, garantindo o anonimato a cada pessoa, mas erradicando robôs; ou sistemas de comunicação construtivos que reduzem a voltagem do ódio e concilie divisões.
Displaying 1 - 2 of 2 reviews



