I have been a paratrooper in the US Army’s 82nd Airborne Division. A para-military contractor. An operative in the private intelligence world (think: Wall Street meets CIA). I’ve dealt with African warlords, raised armies for U.S. interest, rode with armed groups in the Sahara, conducted strategic reconnaissance for oil companies, transacted arms deals in Eastern Europe, and helped prevent an impending genocide in the Rwanda region. In between this, I earned degrees from Brown, Harvard, and a PhD from the London School of Economics.
Now I’m an author, my favorite job by far. I write about the world as I’ve witnessed it. Unlike most, I write both serious non-fiction and fiction. What I can’t discuss in my non-fiction ends up in my novels, which are like Tom Clancy for the 2020s.
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4 estrelas A nova arte da guerra é um livro bastante niilista em relação ao futuro da humanidade, em todos os departamentos (ou pelos menos os mais importantes) oferece um ampla visão sobre os conflitos mundiais e a geoestratégia do futuro. Este livro revisa algumas personalidades da política mas principalmente filósofos militares, sendo o seu título uma referência direta ao famoso livro de Sun Tzu “ a arte da guerra” ( daí o seu título a nova arte da guerra, que impõem logo à partida um tom sarcástico)
A principal premissa do livro é que a guerra convencional morreu, algumas coisas mudam ( armamento, as táticas, a tecnologia, a liderança, as circunstâncias) mas a natureza implacável da guerra não há de mudar, a prática é a maneira como a guerra é travada e está sempre a mudar, mas a sua natureza nunca muda. Após esta incrível filosofia sobre a guerra inicia se a ambiguidade, a constante menção do ocidente( mas quem é que são esses países, EUA, RU, Alemanha?? Será que a menção abrange países com a Suécia, Islândia ou até o México, não exige uma clara linha de separação dos países ocidentais) para além disso apenas faz referência a 3-ish forças opositoras que são a Rússia, a China, os insurgentes/terroristas e os mercenários( que podem ser tanto bons ou maus, dependendo de quem paga mais) Mais tarde no mesmo capítulo, o cérebro é devolvido aos leitores e são feitos bons argumentos sobre o avanço da guerra. “Identificamos o inimigo e somos nós” que se torna verdade se pensarmos que os EUA investem milhares de milhões de dólares no “ Arsenal da democracia” mas que a sua doctrina ( maneira de fazer guerra) está bastante antiquada.
Quantos submarinos nucleares são precisos para derrotar um grupo de terroristas? A tecnologia não tem uma correlação direta com a paz, e sugerir que a nova tecnologia pode alterar a natureza da guerra é pura ignorância.
Outro argumento é que, a guerra e a paz vão sempre coexistir. Peões como a China jogam num campo xadrez em 4D, em que não estão em guerra mas agem quase como se tivessem ( a constante ameaça no mar do sul da China e em 2014 a “invasão” da crimeira… ah e Israel contra os palestinianos… será que este é ocidental, a pergunta fica no ar) Para o ocidente o mar do sul da China é uma guerra que não é uma guerra, usando o próprio paradigma contra o ocidente. O truque é manter o botão de guerra dos EUA off para que esta se mantenha dócil, Como é que eles fazem isto? Fácil fazem operações ou incursões em zonas disputadas e quando é quase desencadeada uma crise internacional eles vão se embora😐😐 que fragiliza organizações como a ONU ( calma ela existe????) Este tipo de guerra é paradoxal para os oficiais ivy League do exército, é como ver um cão a tentar apanhar uma bola de basquetebol
O próximo capítulo sobre ganhar um guerra contra insurgentes, começa bem “a ação militar é secundária em relação à ação política” mas tudo começa a descambar com braindead theories de Clausewitz( atenção nada mau filósofo militar mas posto fora de contexto é complicado to say the least) As teorias que este livro encontra para derrotar uma força insurgente, relembrando o “ ambíguo ocidente” são DEMOCRACIAS… drum rolls - considera os camponeses que formam milícias, “ gentalha que devia ser liquidada como rafeiros turbulentos - fustigar a poluição - “ drenar o pântano” -matar todos os insurgentes sem consideração pelos danos colaterais civis - diluir a população nativa, através da emigração - e deslocalização da população
As melhores armas não disparam balas, o argumento do declínio da utilidade de força, que acabam por ser uma perspectiva bastante positiva pra o futuro. A tendência de aquisição de armas como bombardeiros furtivos e armas nucleares tem vindo a diminuir( tendência para continuar) O incremento significativo nos mercenários, que acabam por ser uma força que pode ser utilizada para o bem do mundo ( pondo em prática que forças mercenárias já acabaram com mais genéricos que a ONU) O aspeto que mais importante, na minha visão, é que é uma direta critica a forma de pensar sobre a guerra, ataca sem piedade o sistema militar dos EUA, em manter as mesmas “ regras” desde a guerra fria e não potencializa o pensamento crítico e criativo para resolver situações únicas no século XXI. Abala completamente os cânones da guerra.
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