Covid-19, festas clandestinas, aglomerações e crescimento no número de infectados. Esses foram alguns elementos que marcaram a virada de ano dos brasileiros e que também fazem parte do livro O Manual Gay Para Sobreviver a Uma História de Terror. Na trama, um grupo de jovens paulistanos resolve promover uma celebração clandestina que é invadida por um assassino em série que usa máscara cirúrgica e face shield e que mata os participantes um a um. Enquanto isso, o protagonista acredita que o fato de ser um homem gay pode ajudá-lo a sobreviver a essa caçada.
Leitura rápida, dinâmica e intrigante! Esse conto me lembrou muito dos filmes da série Pânico, que são um dos meus favoritos do gênero de terror. Curti!
Esse conto já me chamou a atenção por causa do cenário em que ele se passa: a pandemia. E também por ter personagens gays. Fui atrás, li e curti a escrita e achei o final engraçado apesar do exagero. Principalmente no epílogo. Acho que faz parte por causa do gênero.
Eu descobri logo no começo quem estava por trás de tudo porque o comportamento deixa tudo claro. Mas isso não tira o entretenimento da leitura. Além disso também gostei das reflexões sobre a vivência gay em comparação com o enredo e os personagens em filmes de terror.
“Quase todo homem gay aprende a lutar em algum momento da sua vida, seja o valentão da escola, um pai ausente, um irmão homofóbico… Muitas pessoas esquecem disso e acham que podem nos acertar com lâmpadas, murros e chutes, sem que revidemos.”
gostei bastante do conto, principalmente da ambientação, sem falar das referências a diversas obras de terror além de críticas bem ácidas e muito acertadas