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Espaço das Variantes (Transurfing: escolha sua realidade Livro 1)

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Trata-se de aspectos muito estranhos e inusitados. Costuma chocar tanto que nem se quer acreditar. Mas acreditar não é necessário – você mesmo se convencerá de tudo. Somente esteja pronto para que, depois de ler esta obra, sua visão de mundo habitual desmorone, pois a obra traz ideias atrevidas por sua radicalidade. Transurfing é uma técnica poderosa, que confere a capacidade de realizar feitos impossíveis na concepção comum, ou seja, conduzir seu destino de acordo com suas escolhas. O fundamento de Transurfing está no modelo das variantes – princípios de uma nova visão de como o nosso mundo é organizado. Este é um passo no Transurfing e os primeiros passos do mago. O ser humano não sabe que pode deixar de lutar e assim conseguir o que deseja. Você terá sentimentos intransmissíveis quando descobrirem si capacidades que nunca desconfiou possuir. Parece-se com a sensação da queda livre – o inconcebível possui tão estonteante audácia ao tornar-se realidade que você perde o fôlego! Para um círculo amplo de leitores.

236 pages, Kindle Edition

Published December 9, 2020

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About the author

Vadim Zeland

146 books891 followers
Vadim Zeland is a contemporary Russian mystic and writer. Little is known about Vadim Zeland. He states in his autobiography that he used to be a quantum mechanics physicist and later a computer technologist. He prefers not to become a well-known celebrity, shielding personal details. Zeland's main goal is to present a set of techniques which he calls "Transurfing of Realities" for the attainment of practical goals. These techniques are of a mental and metaphysical nature, which Zeland supports by presenting a model of the universe that combines the elements of quantum physics with the idea of parallel worlds. As Zeland states, the use of the techniques is not dependent on the acceptance of his theoretical model.

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Profile Image for Um Flâneur de Walkman.
52 reviews1 follower
July 27, 2025
Imagine a vida como um museu. Não um desses de ar-condicionado e silêncio, mas um daqueles com corredores infinitos, paredes cheias de quadros, uns belíssimos, outros esquisitos, alguns que você queria poder arrancar da parede e jogar pela janela do tempo. Mas… não pode. Eles fazem parte do acervo. Foram pintados. Já estão lá. E aí?
É a partir dessa imagem que Vadim Zeland nos convida a entrar em sua sala de exposições cósmicas em Espaço das Variantes, o primeiro volume da intrigante série Transurfing. O autor, que parece ter voltado de um passeio pelos bastidores do universo, nos entrega uma proposta ousada, provocadora e, por que não dizer, poética: se não gosta do quadro da sala onde está, não grite com a tinta nem brigue com a moldura. Simplesmente… mude de sala.
É isso mesmo. Segundo Zeland, você não precisa lutar contra a realidade. Não precisa espernear, dramatizar ou tentar alterar o que já se manifestou. O truque de luz, talvez esteja em escolher outra variante. Isso mesmo: escolher. Mas sem fazer barulho. Sem bater a porta. E, principalmente, sem atribuir importância demais. Porque, aí é que mora o perigo.
No universo zelandês, existe um “pêndulo” invisível sim, daqueles que balançam para lá e para cá com uma vontade própria e teimosia de criança. Quando você deseja algo com força, paixão, intensidade… adivinha? Esse pêndulo se move, balança e, como uma espécie de ironia cósmica, traz pra perto justamente o oposto. Como um garçom do destino que, ao ouvir seu pedido alto demais, serve o prato errado só pra equilibrar a mesa.
A sacada está no desapego. Quer algo? Ótimo. Mas finja que não quer tanto assim. Não entre em transe emocional. Não idolatre. A neutralidade, aqui, vira superpoder. Porque quando você solta a corda, o pêndulo para de balançar e a realidade se acomoda ao seu favor como uma folha que cai no lugar certo do vento.
É verdade? Não sei. É mentira? Também não posso dizer. O fato é que Zeland escreve como quem voltou de um lugar onde o tempo dobra, a lógica se estica e a realidade é uma espécie de tela de cinema interativa. Ele não força você a acreditar, apenas propõe que observe, experimente e… tire suas próprias conclusões.
A sensação de ler Espaço das Variantes é parecida com sair da Caverna de Platão por uns minutos. Lá fora tem luz, tem cor, tem silêncio cósmico. Mas ao voltar pra contar o que viu, inevitavelmente alguém vai rir, duvidar ou dizer que você está delirando. E, nesse sentido, Zeland é o excêntrico que voltou para a caverna com um projetor holográfico e um mapa desenhado com giz.
Se você gosta de leituras que desafiam o senso comum, mexem com a cabeça e dão um nó elegante na lógica ocidental cartesiana, esse livro é um convite curioso. Só um aviso: ele não oferece respostas, fórmulas mágicas ou promessas embaladas. Ele oferece portas. Corredores. Salas. Quadros. E um espelho bem no meio — onde talvez, só talvez, você veja a si mesmo escolhendo a próxima realidade.
No fim das contas, talvez a verdadeira viagem não seja transurfing… mas transcendendo. Boa leitura, ou melhor: boa visita ao museu da existência.
1 review
February 10, 2025
conteúdo bom mas fraca tradução

O conteúdo do livro é bom, no entanto a tradução não é da melhor qualidade, principalmente para quem quer ler português de Portugal.
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