Nelson de Oliveira (Guaíra, 1966) é um escritor brasileiro. Possui o título de doutor em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), e publicou, dentre outros títulos, Naquela época tínhamos um gato (1998), Treze (1999), Subsolo infinito (2000), O filho do crucificado (2001) e A maldição do macho (2002). Organizou duas antologias de contos da geração 90: Manuscritos de computador (2001) e Os transgressores (2003). Tem textos (contos e críticas) publicados nas revistas Cult e Livro Aberto (SP), Medusa (PR) e Bravo, e nos jornais Correio Braziliense, O Globo e Suplemento Literário de Minas Gerais, Jornal Literário Rascunho e Folha de São Paulo.
Sinto que as histórias não transmitiram muita coisa (ou não entendi as mensagens, talvez porque o meu português não fosse tão forte) mas gostei da última história, “ódio sustenido”.
Aunque suene un poco pretencioso, nunca he odiado a nadie. Al menos estoy seguro de ser incapaz de un odio sostenido. Y si el odio no es sostenido, no es odio, ¿no?