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The Political Economy of Populism

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The Political Economy of Populism explores the interplay between identity, the economy and inequality to explain the dynamics of populist votes since the beginning of the 20th century. The book discusses the political and economic implications of populist governance using data on populist incumbencies and linking it to historical data on the macro economy and democracy. Chapters draw from the most recent political science, economics and other social science literature, as well as historical data, to explain the long-term causes and consequences of populism. Populism emerges and gains traction when political entrepreneurs exploit underlying identity conflicts for political gains. As the distributional consequences of both economic distress and economic growth typically favor the elite over the poor and the lower middle class, economic shocks usually sharpen the underlying identity conflicts between the groups. The book provides evidence of significant differences in the ways fiscal and monetary policies are conducted by incumbent populists in Latin America, Europe and the OECD. The work concludes by suggesting avenues through which a 21st century social consensus can be built, so that our society can avoid repeating the mistakes that led to wars and failed economic experiments in the 20th century. The Political Economy of Populism marks a significant contribution to the study of populism and is suited to students and scholars across the social sciences, including economics, political science and sociology.

108 pages, Hardcover

Published July 22, 2020

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May 22, 2022
Petar Stankov analisa ascensão do populismo desde a década de 80, e principalmente seu meteórico crescimento pós-crise de 2008.
Vale notar que há duas características básicas para que um político seja considerado populista: uma plataforma eleitoral antielitista e um discurso antipluralismo (principalmente nos costumes). E anti-globalismo também.
O livro explora a interação entre identidade, economia e desigualdade para explicar a dinâmica dos votos populistas.
O populismo aparece e ganha força quando certos personagens da cena política exploram conflitos de identidade (tipo ricos x pobres) para obter ganhos políticos. Por exemplo, oportunidades geradas por crises econômicas que aguçam os conflitos dado que aumentam a disparidade social entre as classes.
As políticas fiscais e monetárias são conduzidas por populistas na América Latina, Europa e OCDE com efeitos bastante nocivos a médio e longo prazos.
Desde a queda do "Muro de Berlin" o número de democracias no mundo vêm aumentando, todavia, depois da crise financeira global de 2008, tais regimes tem sido desafiados. As políticas fiscais e monetárias tem se norteado pela demanda em resposta ao colapso financeiro que deixou uma enorme quantidade de pessoas as margens da pobreza e da miséria. E não tem como ser diferente.
E a história tá cheia de exemplos que a demanda da sociedade guia mudanças de regimes políticos.
Com o aumento das tensões sócio econômicas, a elite enfrenta uma ameaça cada vez mais crível de uma revolução – uma mudança de regime na qual eles perdem a maior parte das rendas. Para evitar uma revolução, a elite pode optar por dar mais liberdade política aos pobres, que é a essência da democratização. É paradoxal que o populismo pode melhorar a democracia, especialmente em uma sociedade autocrática. A história tem demonstrado que em alguns casos, principalmente na América Latina, o populismo pode ser inclusivo e "dependendo de seu poder eleitoral e do contexto em que surge, o populismo pode funcionar como uma ameaça ou um corretivo para a democracia".
Apesar de chegar ao poder em diferentes contextos históricos e culturais, a abordagem é sempre a mesma: aparelham instituições políticas importantes com aliados e amordaçam a mídia por meio de legislação e censura. Como dito no livro, "sua abordagem lenta e fragmentada torna difícil identificar quando o colapso da democracia realmente acontece".
O populismo emerge e ganha força quando políticos com fortes qualidades de liderança exploram conflitos de identidade já existentes. A busca por ganhos políticos tem mais probabilidade de sucesso em tempos de transformações econômicas porque recessões, austeridade e desigualdade produzem uma variedade de consequências distributivas.
O livro mostrou que a governança populista tem uma correlação bastante ambivalente com a democracia. Os populistas tendem a minar a democracia, especialmente na América Latina e em países com tradições democráticas mais curtas.
21 reviews1 follower
December 21, 2020
Interesante y sencillo de leer. Explica las dinámicas de la evolución del populismo en Occidente así como sus razones. Además, parte desde la teoría hasta el estudio demográfico del tema.
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