Apresenta-se como um convite à leitura de textos filosóficos, com um guião de leitura estruturado por sete razões para amar a filosofia: fazer perguntas, como usar as palavras, procurar as boas respostas, apreciar a discordância, abrir os horizontes, compreender os outros no tempo e compreender os outros no espaço. Esse convite faz-se através do recurso à literatura e ao cinema.
O último capítulo é sobre a filosofia não ocidental, tantas vezes diminuída por preconceitos e falta de acesso.
«Conseguir definir as próprias dúvidas é muito mais concreto do que do que qualquer afirmação peremptória cujos fundamentos se baseiem no vazio, na repetição de palavras cujo significado se desgastar com o uso excessivo». P.55