O DISCIPULADO QUE NOS FAZ MAIS PARECIDOS COM JESUS Neste livro, Jonas Madureira nos apresenta o modelo mimético do discipulado cristão. Em sua abordagem, somos primeiro encorajados a ver em Cristo o modelo supremo a ser seguido em nossa vida cristã; e, a partir de Cristo, somos encorajados a ajudar pessoas a serem também imitadoras dele.
Em O custo do discipulado, aprendemos que a chamada mais importante de nossa vida é seguir Jesus e que, ao segui-lo, assumimos também o compromisso de levar pessoas a segui-lo.
Um livro sensacional, sensacional! Terminar o ano com uma leitura dessa é revigorante demais! A análise que o Jonas faz sobre a teoria mimética dos desejos é sem igual, a doutrina da imitação de Cristo com a análise dos paradigmas da sinceridade e autenticidade é excelente. Ainda coloca Agostinho e C S Lewis numa conversa genial. Que livro!
Esse livro tem um problema difícil de ser contornado: Ele acaba muito rápido. 😅 Excelente, muito bem escrito. Em alguns momentos, no entanto, um pouco repetitivo. A repetição, principalmente na primeira parte, aparenta ter como único foco, fixar os conceitos complexos na mente do leitor, no intuito de tecer correlações com outros temas na segunda parte. Realmente gostaria que fosse um livro um pouco mais extenso, quem sabe um dia?!
Leitura espetacular! Apesar de pequeno no tamanho (consegui ler numa sentada só), esse livro consegue ser grandioso na riqueza de conteúdo. Uma verdadeira preciosidade!
Excelente livro! Jonas Madureira brilhantemente aborda a questão do discipulado, levando-nos a perceber a necessidade de imitar Cristo e por meio da nossa vida conduzir outros a imitar o Salvador.
É uma ótima reflexão sobre o discipulado que vemos por aí, que difere do significado verdadeiro. Ser reflexo de Cristo é responsabilidade de cada cristão, nossa caminhada para ser casa vez mais parecidos com o Senhor, está relacionada com a tarefa de fazer outros discípulos.
Discipulado tem dois sentidos: (1) seguir Jesus e (2) ajudar outras pessoas a seguir Jesus. Se alguém quer seguir Jesus, ele deve copiar Jesus. Se alguém quer ajudar outras pessoas, ele deve seguir Jesus.
A tragédia hoje é que a igreja tem "gente que não segue Jesus tentando ajudar pessoas a seguirem Jesus" (p. 84). O autor mostra que tudo que nós desejamos é baseado no modelo que nós admiramos. Então, discipulado também significa: (3) ser um modelo para outros, não para atrair atenção mas para se apontar outras pessoas para o Cristo.
O Jonas Madureira se propõe a tratar sobre o modelo mimético do discipulado Cristão, com o objetivo de explicar ao leitor os dois sentidos do termo "discipulado", um sendo o ato de seguir a Cristo e o outro o ato de ajudar outros a seguirem a Cristo. Ele tem uma boa escrita, base filosófica e responde às questões levantadas na introdução do livro, com uma argumentação coerente, porém superficial. Senti falta de argumentos um pouco mais robustos, mas o autor cumpre o que se propõe a fazer em 90 páginas. Uma leitura boa e rápida, vale a pena!
O livro trata do significado do discipulado, e qual é custo a ser calculado para seguir a Cristo. O autor aborda quais os dois significados do verdadeiro discipulado e como devemos seguir a Cristo de maneira bíblica e saudável. Recomendo a leitura.
Excelente livro do Jonas Madureira. Eu já curtia ouvir alguns sermões dele e outras falas, considerando-o bastante erudito e sóbrio.
Nesse livro, o autor nos convida a calcular o custo do discipulado, com base em duas parábolas de Jesus, a do construtor da torre (que errou o cálculo do custo) e do rei prudente, que foi à guerra, viu que o custo e preferiu enviar embaixadores ao rei adversário.
Com essas parábolas, são apresentados 3 custos: o custo do amor, o custo do sofrimento e o custo do desapego. Isso tudo levando em consideração o seguir a Cristo Jesus.
Depois da análise em cima desses 3 pontos, vemos a análise do custo de formar discípulos para Jesus Cristo, afinal, o discípulo tanto é quem segue (imita), quanto quem forma discípulos (torna-se imitável por ser um Pequeno Cristo).
Na primeira e segunda partes da exposição, algumas frases norteadoras vem do livro Imitação de Cristo de Tomás de Kempis (por sinal, desejo lê-lo em breve!). A essa ideia desde a primeira parte, vemos na segunda parte a interessante tomada dos paradigmas da sinceridade e da autenticidade, os quais ficam bem claramente visíveis e entendíveis quando comparados dois trechos das Confissões, sendo uma de Agostinho de Hipona e, a outra, de Rosseau. (Nitidamente, no segundo trecho, se percebe o que é a arrogância humana ante Deus...)
Enfim, leitura muito bem-vinda para o coração de todo aquele que deseja imitar a Cristo Jesus, rogando ao Senhor que molde nossas almas e corações conforme a vontade dEle.
Com um título que carrega claras referências às obras de Dietrich Bonhoeffer e Tomás de Kempis, O Custo do Discipulado: A Doutrina da Imitação de Cristo é uma obra de conteúdo excepcional e edificante. Mesmo em 104 páginas, Jonas Madureira foi capaz de realizar uma abordagem significativa e profunda dos significados de “discipulado” e suas aplicações na vida cristã. Na introdução, o autor apresenta o discipulado (ou, ainda, os discipulados) como parte fundamental da vida cristã, ou seja, uma condição sine qua non de ser seguidor de Cristo. Valendo-se da observação de Edward L. Smither, o pastor ressalta que, no cristianismo primitivo, o termo “discípulo” era, basicamente, um sinônimo de “cristão”. “Ser cristão, portanto, é ser discípulo de Jesus”. Em seguida, introduz uma distinção, a qual caracteriza como puramente teórica, entre discipulado como o ato de seguir Jesus (Nachfolge) e discipulado como o ato de ajudar alguém a seguir Jesus (Jüngerschaft). Essa distinção é também a base da divisão do livro em duas partes, tratando cada uma de um “discipulado”. Todavia, como o próprio autor explica, esses conceitos são indissociáveis na prática. Isto é, o Jüngerschaft pressupõe o Nachfolge, enquanto a consequência inevitável deste é aquele. Na primeira parte do livro, em que trata do discipulado como ato de seguir Jesus, Jonas Madureira realiza uma exposição precisa e muito bem desenvolvida do texto de Lucas 14:25–35. Nesta, trata dos custos de seguir Jesus, isto é, das condições fundamentais, as quais aquele que não as cumpre “não pode ser meu discípulo”, nas palavras do próprio Jesus. Sem dúvidas, é uma leitura simultaneamente esclarecedora e confrontadora. Nessa primeira metade do livro, o leitor é convidado a refletir sobre suas prioridades, a se perguntar se realmente é um seguidor de Cristo, um discípulo, ou se é apenas um anônimo em meio à grande multidão a qual Jesus se dirigia. É um convite a, como o construtor da parábola, sentar-se e calcular os custos da obra, os custos de seguir a Cristo, e só assim ser um verdadeiro discípulo, pois, nas palavras do autor, “A necessidade da consciência do custo do discipulado é a razão da exortação de Jesus”. Sendo assim, essa sessão é um convite ao cristão para um verdadeiro discipulado, para seguir Jesus não nos termos que imaginamos ou nos termos que melhor nos aplicam, mas nos termos que o próprio Cristo, Deus encarnado, estabeleceu. Isso, sem dúvidas, implica na ausência de conforto, na abnegação, no sofrimento e até mesmo na perseguição, mas foram esses os termos estabelecidos por Jesus, foram esses os custos que ele nos exortou a calcular. Se queremos ser verdadeiros discípulos de Cristo, e não curiosos em uma multidão, devemos estar prontos para amar a Cristo como Deus, carregar nossa cruz e renunciar tudo. Na segunda parte do livro, intitulada “A doutrina da imitação de Cristo”, o foco muda para o segundo “discipulado”, aquele como ato de ajudar alguém a seguir Jesus, ou Jüngerschaft. Para isso, o autor, primeiramente, ressalta a importância dos ensinos apostólicos (que não se confunda com o dos “apóstolos” modernos) como único testemunho infalível do que realmente é imitar a Cristo. “Nenhum discípulo de Cristo está autorizado a imitar um Cristo fabricado por sua mente, mas apenas o Cristo imitado e anunciado pelos apóstolos”, isto é, a imitação de Cristo, bem como o seguir a Cristo, se dá nos termos de Cristo, ensinado e reproduzido pelos apóstolos. Para se aprofundar no tema, Jonas Madureira se vale da teoria mimética, de René Girard (há quem diga que é difícil ouvir o Jonas sem mencioná-la). De maneira bastante, resumida, pode-se dizer que a teoria mimética, entre outras coisas, afirma a necessidade de um modelo para que haja um desejo, isto é, só podemos desejar algo porque esse algo existe, e só desejamos esse algo por admirar um modelo que também o deseja. Ao contrário do que o pensamento moderno possa fazer parecer, essa imitação, como apresentada até aqui, não é um pensamento tóxico, opressor ou qualquer outro adjetivo que permeie o vocabulário dos grandes ativistas do relativismo, que defendem com absoluta certeza a ausência de absolutos. Pelo contrário, a ausência de heróis, de modelos, de pessoas em quem vale a pensa se inspirar, tem sido um fenômeno prejudicial à sociedade. A mentira romântica, como René Girard nomeou, de buscar uma autenticidade que despreza o fato da imitação não se sustenta. O autor defende que devemos viver, valendo-se de mais um termo cunhado por Girard, na verdade romanesca, que é assumir nossos modelos, reconhecer que não somos, em absoluto, autênticos, originais ou exclusivos, mas que somos produtos daquilo que admiramos, e que sempre iremos admirar alguém. O mesmo, por consequência, se aplica ao discipulado. Desejamos ser como Cristo e tomamos como modelo a pregação dos apóstolos. Imitar Jesus não é apenas seguir uma lista de preceitos morais ou ensinamentos éticos de Cristo, é possível, como é dito no próprio livro, ser um ateu e preencher a “checklist” da moralidade que Jesus deixou. Imitar Jesus é viver segundo os princípios que ele viveu, os apóstolos imitaram e hoje devemos imitar. “Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo”. Portanto, o chamado não é apenas para imitarmos Jesus segundo o modelo dos apóstolos, mas também de sermos um modelo para que outras pessoas busquem imitar Jesus. A principal e mais efetiva maneira de ajudar alguém a seguir a Cristo é seguindo a Cristo, sendo um exemplo, ensinando através de nossas ações. O pastor finaliza o livro com um capítulo de conclusão, retomando rapidamente os principais pontos expostos e exortando o leitor para que este aplique os ensinamentos do livro não por amor-próprio ou para alcançar o favor dos homens, mas para que Deus seja glorificado através de sua vida. Que venhamos, então, calcular o custo do nosso discipulado e imitar a Cristo não para satisfazer a nós mesmos ou para ser bem visto pelo próximo, mas para que Deus nos use para sua glória, edificando a Videira, que é sua Igreja, através do nosso exemplo como imitadores de Jesus.
O livro se inicia detalhando o custo do discipulado a partir da fala de Jesus em Lucas 14:25~35 e diz que seguir a Cristo pressupõe 3 demandas: 1. Um amor maior que todos os outros 2. Uma certo tipo de sofrimento 3. Um desapego completo de tudo
O autor reforça que não é possível ser um discípulo de Jesus sem se dispor a essas 3 demandas. Como Cristo fala, quem perder a própria vida por amor a Ele, então a achará, mas quem quiser buscar o próprio eu e sua própria "autenticidade" a perderá. Com uma belíssima citação de Lewis, reforça que nossa verdadeira identidade não existe nem é encontrada por esforços próprios, mas só é possível quando nos esquecemos e decidimos imitar a Cristo, aí sim seremos, mais do que nunca, autênticos, pois teremos encontrado nossa vida.
É um livro excelente, bastante resumido e com ideias profundas o suficiente para demandar releituras.
Um livro bastante acessível, possível de ser lido em 1 ou 2 sentadas, desenvolvendo o tema do discipulado.
A distinção feita na primeira parte entre os dois significados de discipulado (seguir a Cristo / ajudar outros a seguirem Cristo) é boa e facilita o entendimento, mas o primeiro capítulo vai pouco além disso.
A segunda parte foi muito mais interessante ao aplicar o conceito de mimese, a partir de Rene Girard. Ainda não tive a oportunidade de ler a obra deste autor, mas a explanação feita por Madureira me deixou intrigado.
O capítulo de conclusão é bonito, e faz bem o trabalho de encorajar a vasta maioria de nós, Cristãos, que de fato crescem à revelia da atenção humana.
Livro muito bom, bem completo em sua intenção, não é tanto um livro sobre discipulado, mas um livro acerca do custo, como bem diz o titulo. Como filosofo Jonas trás citações maravilhosas de grandes homens de Deus que viveram no passado, o livro também nos ensina que não somos chamados para ser algo, mas para imitar alguém, que autenticidade e originalidade não passa de uma mentira romântica, a verdade (romanesca) é que não somos ninguém se não imitamos quem admiramos. Que esqueçamos cada vez mais quem somos para sermos mais nós mesmos em Cristo, abandonando nosso falso eu e vivendo o verdadeiro eu que está em imitar a Cristo.
Este foi um dos livros mais impactantes que li no ano de 2023. A visão de Jonas Madureira a respeito do discipulado é clara, direta e – o mais importante – bíblica! Acredito que esse livro representa esperança para a pregação do evangelho em uma sociedade cheia de pessoas que desejam ardentemente que o outro faça algo que elas não fazem. Quando Jonas Madureira afirma que “[...] quem não segue Jesus não pode ajudar pessoas a seguirem Jesus”, entendemos que não podemos indicar um caminho que nós mesmos não seguimos. Sem nos comprometermos com aquilo que ensinamos, produzimos um discipulado vazio e sem Cristo.
O livro é muito bom, porém muito curto. Talvez foi erro meu, mas é certo que o que é oferecido aqui é doutrina: o porquê do discipulado (em seus dois, entrelaçados, sentidos) e não o como. A sensação, ao terminar essa leitura, é de que o livro carecia de um capítulo final esboçando minimamente esse como, mesmo se apenas para elucidar a teoria. De qualquer forma, Madureira é claro, lúcido e domina o tema, assim como seu discipulador famoso, Mark Dever. A leitura das obras do discípulo e discipulador se complementam e fornecem uma bibliografia interessante pra quem se interessa pelo assunto.
A cara doutrina da imitação de Cristo muitas vezes é colocada em um lugar secundário de nosso coração. Nossa mente deve estar com os ensinamentos apresentados nesse livro muito claros! Em um mundo em que a autenticidade é louvada, o custo do discipulado é deixado para trás. Nesse livro, de forma simples e ao mesmo tempo profunda, o Pastor Jonas nos ajuda a encontrar o caminho do discipulado: seguir a Jesus e levar outros a seguirem Jesus.
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Uma nova perspectiva para um não estudioso dos detalhes a respeito de como deve ser a vida dos seguidores de Jesus - ou melhor, discípulos. Com referência e uma visão trazida a embates e situações normais para "cristãos do dia a dia" me fez pensar em como dentre todos os Eu's não há um que ainda deveria existir.
Comecei esse livro e não imaginei que o fosse terminar tão rápido. O busquei pra me preparar pra discipular pessoas e Deus finalmente me deu a revelação de algo que ele vem falando comigo desde um pouco antes de ir para a Nova Zelândia. Que insight maravilhoso que ele me deu. A leitura foi leve, cheia de conteúdo maravilhoso e passou muito rápido.
Maravilhoso! Jonas nos apresenta biblicamente como devemos agir em uma conduta que glorifique a Deus discipulando ao próximo. Uma luz para tempos onde discipulado é usado em exagero e mal entendimento.
Uma obra pequena no tamanho e grande na qualidade e conteúdo, sem sombra de dúvidas um trabalho primoroso do Pastor Jonas Madureira. Uma leitura extremamente agradável e objetiva, cumprindo bem a sua finalidade.
Livro simples e objetivo, muito propício para os dias atuais onde os discípulos e discipuladores estão mais preocupados em adaptar os ensins de Jesus as demandas atuais do que propriamente ser um imitador de Cristo
“Ser modelo para os fiéis é escolher imitar Cristo, ou seja, fazer de Jesus o modelo para a vida, e não apenas para os fins de semana. Isso vai causar a admiração das pessoas justamente porque seu objetivo não é ser modelo para ser reconhecido, mas ser modelo para Cristo ser visto.”
O livro traz uma real clareza sobre o custo do discipulado e as suas implicações, tendo como ponto central que o discipulado diz respeito a ser imitador de Jesus e também o facto de se levar outros a serem imitadores de Jesus.
Jonas Madureira desenvolve de maneira singular a questão em torno do discipulado. Um livro indicado a todos, pois embora pequeno em quantidade de páginas, ele é rico em conteúdo. Excelente! A cada instante somos levados a refletir acerca de nós, daqueles que observamos e daqueles que nos observam.