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Jardines en tiempo de guerra

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En la primavera de 1992, cuando el ejército serbio empieza a castigar la ciudad de Sarajevo, Teodor Ceric´, entonces estudiante de letras, burla el bloqueo militar y abandona su país. Inicia un viaje por Europa sin rumbo fijo, sobreviviendo a salto de mata y con empleos efímeros. Una noche, en un cine de arte y ensayo, ve una extraña película titulada The Garden, del director Derek Jarman. Allí dará comienzo el itinerario recogido en Jardines en tiempos de guerra, que poco a poco llevará al antiguo estudiante a forjar su singular concepción de la naturaleza y del lugar que ocupa el hombre en ella. Al hilo de sus páginas, el lector descubrirá jardines famosos, como las Tullerías o Painshill Park, pero también lugares menos conocidos, al margen de la sociedad, a veces incluso en el límite de lo que consideramos un jardín. Todos comparten, eso sí, su capacidad de ofrecer al individuo un refugio donde el estrépito de la historia, que ruge más allá de sus muros, sólo es un eco lejano. «Si disponemos de poco tiempo, si alrededor de nosotros el mundo vacila y la muerte, en todas sus formas, avanza, lo único que podemos hacer es transformar una parcela de tierra, no importa cuál, en un lugar acogedor, un lugar que acoja más vida», dice el autor. Recintos donde el mundo por fin se hace habitable: eso representan para Ceric´ los jardines que irá descubriendo en sus viajes por una Europa que parece ignorar el dolor de su tierra, devastada por la guerra.

112 pages, Paperback

First published January 1, 2014

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Teodor Cerić

2 books3 followers

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Displaying 1 - 10 of 10 reviews
Profile Image for Roberta.
2,011 reviews336 followers
December 8, 2024
Non mi ha lasciato granché, non è la biografia che mi aspettavo. Si tratta di brevi articoli sui giardini che hanno colpito il narratore.
Profile Image for Clara Obligado.
107 reviews67 followers
January 27, 2020
Una delicia de libro que va presentando a distintos personajes a través de sus jardines. El autor tiene una prosa delicada que invita a reflexionar.
Profile Image for Lucia.
52 reviews2 followers
May 17, 2023
Il nome dell’autore è uno pseudonimo, in realtà si tratta di un giardiniere italiano che scrive su mensili e che dirige la rivista Jardins a Parigi.
Ha una bella scrittura e trasmette la sua passione per i giardini. Questo è un libro un po’ strano, perché parla di un giovane che scappa dalla guerra in corso a Sarajevo e descrive i giardini che incontra in alcuni paesi dell’Europa. Ben descritti anche i personaggi che incontra.
L’ultimo capitolo è riflessivo e poetico.
120 reviews2 followers
July 10, 2025
Un libro original y lleno de matices de un poeta exiliado y su visión de jardines europeos donde trabajó y admiró.
Profile Image for Vinícius Gomes.
61 reviews
February 15, 2024
Desde 2018 tenho vontade de ler esse livro, quando o Vila-Matas o mencionou numa crônica. Consegui comprar um exemplar no fim de 2019 ou início de 2020, não lembro, mas ainda trabalhava na livraria. E só em 2021 o li. O texto é muito bonito, sensível, com os relatos do narrador enquanto viajava pela Europa, fugindo da guerra da Bósnia, e trabalhava em jardins pelo continente. Recentemente o Vila-Matas escreveu outra crônica, na qual conta que Teodor Ceric é um pseudônimo do jornalista Marco Martello, o que me leva a pensar que esses relatos são inventados. Mas não importa, claro, afinal não sou desses que prezam pela verdade quando se trata de Literatura. O que vale é o texto. No primeiro capítulo, Edén y Getsemaní¸ o narrador visita o jardim Prospect Cottage, no interior da Inglaterra, que foi cultivado pelo cineasta Derek Jarman. O segundo, Un justo exceso, trata de Anatólios Smith, cantor grego que vira um ermitão ao passar a viver numa gruta no interior da Grécia. Lembrei do conto Contratempo, do Tabucchi (que está no livro O Tempo envelhece depressa), que também retrata um ermitão. Monte Caprino, o terceiro capítulo, trata dos passeios noturnos que o narrador fazia pelo parque de mesmo nome localizado em Roma – “meu pequeno paraíso, um lugar capaz de oferecer horas incontáveis de alívio”. O próximo capítulo, El jardín de Godot¸ é o melhor do livro e um dos textos que mais gostei de ler recentemente. Senti muita afinidade com a escolha de Samuel Beckett em ter uma pequena casa no interior, com um jardim sóbrio, quase minimalista, na qual se refugiava do barulho e dos excessos do mundo exterior. Beckett é um autor que preciso ler urgentemente. Seguindo, o quinto capítulo, Um ermitãno en su jardín, trata do curioso jardim de Painshill, em Londres, onde no século XVIII o cavalheiro Charles Hamilton contratou um homem para fazer o papel de “ermitão profissional”, podemos dizer; um homem que devia viver e se comportar como um ermitão apenas para entreter os convidados de Hamilton. O sexto capítulo, Los jardineiros de las Tullerías, é um relato mais leve, no qual o narrador conta a boa experiência que teve quando trabalhou no jardim que fica perto Museu do Louvre, em Paris; um de seus companheiros, Vincent, homem silencioso, talvez depressivo, ganha destaque, depois que o narrador descobre que mantinha um imponente jardim em casa (a única coisa que fazia da vida, suspeita, era mexer com as plantas – “a única coisa que ele tem é isso, a jardinagem”, diz outro colega). O sétimo, Un jardín entre muros, conta a história da época em que o narrador viveu em Graz, na Áustria, dando aulas de sérvio para uma senhora reclusa até descobrir que ela mantinha uma pequena selva dentro de seu apartamento térreo. O jardim era como um segredo para a senhora, tanto que, depois que o narrador o descobre (sem querer), ela decide interromper as aulas. Depois disso o narrador decide que era hora de voltar para casa. Há ainda uma espécie de epílogo, no qual o narrador, instigado pelo editor a descrever seu próprio jardim, prefere fazer uma espécie de ode aos jardins do mundo, e sua capacidade de nos fazer reconectar com a terra. Um livro muito sensível, que me faz querer não só querer visitar e apreciar jardins, como quem sabe, um dia, construir e cultivar o nosso próprio.
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