Quase cem anos após sua aparição em plena Primeira Guerra, em 1915, Negerplastik, de Carl Einstein, será publicado em português, no Brasil. Editado num grande país cuja “brasilidade” se alimenta das duas correntes constitutivas da arte e do pensamento do século XX, a modernidade e o primitivismo, de que o crítico foi o vedor inconteste. [Liliane Meffre]
Carl Einstein (born Karl Einstein, also known by pseudonym Savine Ree Urian) was an influential German Jewish writer, art historian, anarchist and critic. Regarded as one of the first critics to appreciate the development of Cubism, as well as for his work on African art and influence on the European avant-garde, his work combined many strands of both political and aesthetic discourse into his writings, addressing both the developing aesthetic of modern art and the political situation in Europe.
É perfeito. O que mais eu poderia dizer? A edição está excelente. A tradução acerta na mosca. As reproduções fotográficas estão ótimas. E a reflexão de Einstein prova que ou o clássico é primitivo, ou o primitivo é clássico; fetichizar as culturas de alguns povos em detrimento de outras é injustificado até não poder mais.