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Schreiben nach Auschwitz: Frankfurter Poetik-Vorlesung (Sammlung Luchterhand)

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German

42 pages, Perfect Paperback

First published January 1, 2008

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About the author

Günter Grass

313 books1,861 followers
Novels, notably The Tin Drum (1959) and Dog Years (1963), of German writer Günter Wilhelm Grass, who won the Nobel Prize of 1999 for literature, concern the political and social climate of Germany during and after World War II.

This novelist, poet, playwright, illustrator, graphic artist, and sculptor since 1945 lived in West Germany but in his fiction frequently returned to the Danzig of his childhood. He always identified as a Kashubian.

He is best known for his first novel, The Tin Drum (1959), a key text in European magic realism. He named this style “broadened reality.” “Cat and Mouse” (1961) and Dog Years (1963) also succeeded in the period. These three novels make up his “Danzig trilogy.”

Helene Grass (née Knoff, 1898 - 1954), a Roman Catholic of Kashubian-Polish origin, bore Günter Grass to Willy Grass (1899 - 1979), a Protestant ethnic German. Parents reared Grass as a Catholic. The family lived in an apartment, attached to its grocery store in Danzig-Langfuhr (now Gdańsk-Wrzeszcz). He has one sister, born in 1930.

Grass attended the Danzig gymnasium Conradinum. He volunteered for submarine service with the Kriegsmarine "to get out of the confinement he felt as a teenager in his parents' house" which he considered - in a very negative way - civic Catholic lower middle class. In 1943 he became a Luftwaffenhelfer, then he was drafted into the Reichsarbeitsdienst, and in November 1944, shortly after his seventeenth birthday, into the Waffen-Schutzstaffel. The seventeen-year-old Grass saw combat with the 10th Schutzstaffel panzer division Frundsberg from February 1945 until he was wounded on 20 April 1945 and sent to an American prisoner of war camp.

In 1946 and 1947, he worked in a mine and received an education of a stonemason. For many years, he studied sculpture and graphics, first at the Kunstakademie Düsseldorf and then at the Universität der Künste Berlin. He also worked as an author and traveled frequently. He married in 1954 and from 1960 lived in Berlin as well as part-time in Schleswig-Holstein. Divorced in 1978, he remarried in 1979. From 1983 to 1986 he held the presidency of the Berlin Akademie der Künste (Berlin Academy of Arts).

During the German unification process in 1989 he argued for separation of the two states, because he thought a unified Germany would resume its past aggression. He moved to the northern German city of Lübeck in 1995. He was awarded the Nobel Prize in Literature in 1999. In 2006, Grass caused controversy with his disclosure of his Waffen-Schutzstaffel service during the final months of World War II, which he had kept a secret until publishing his memoir that year. He died of complications of lung infection on 13th of April, 2015 at a Lübeck hospital. He was 87.

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Displaying 1 - 17 of 17 reviews
Profile Image for Daniela Rosas.
291 reviews18 followers
January 9, 2017
Uma reflexão sobre a escrita depois de Auschwitz.
A verdade é que é um livro um pouco chato para quem não gosta muito de discursos, poesia e filosofia, como é o meu caso.
Mas vou deixar uma opinião mais concreta no blog em breve.

Amanhã opinião sobre o livro "Queimada"
Profile Image for Vasco.
81 reviews34 followers
January 5, 2018
"(...)não se pode prometer um fim a escrever depois de Auschwitz, a menos que o género humano desista de si próprio."
Profile Image for Hulyacln.
987 reviews610 followers
May 4, 2020
“..her şey güpegündüz oldu. Hem de coşkuyla rağbetle.” diyor Günter Grass ve ekliyor “Geçmiş, gölgesini şimdinin arazisine de geleceğinkine de düşürür.”
Ve gölgeler elbet kağıt üzerine de düşecektir.
Taşların yontulmasında da, tuvallerin renklerinde de görülecektir geçmiş.
Yaşanan her yıkım-yaratım-dönüşüm bir dalga oluşturacak elbette.
Günter Grass’ın kendinden yola çıkarak, Auschwitz sonrası yazıp-yazmamanın üzerine olan konuşması kısa ama vurucu noktalarla dolu. Bir yüzleşme de söz konusu, iç döküş de.
M. Sami Türk çevirisi ve benim için oldukça aydınlatıcı olan ön sözüyle~
Profile Image for Esther.
51 reviews74 followers
March 12, 2019
A pesar de su brevedad, en absoluto es este un libro menor. Günter Grass, autor perteneciente a la llamada “generación de Auschwitz”, forjado en el crisol de las pérdidas y la vergüenza, ha comprado a caro precio la libertad necesaria para decir lo que piensa, y sabe decirlo muy bien. Escribir a pesar y después de Auschwitz ha sido su necesario reto narrativo, irremediablemente marcado por el precepto del “ascetismo” de los tonos de gris: la renuncia al color puro, a las magnitudes inmutables, a cualquier predisposición dogmática. Escritor perspicaz y analítico, le ha cogido mucho miedo (y con razón) a las “incursiones en lo absoluto” y usa su trabajo literario como “taladro profundo” contra los peligros que amenazan a la sociedad alemana, entre los que Grass destaca la propensión a los radicalismos. Nos habla un escritor huérfano de patria al que la larga lista de pérdidas ha vuelto elocuente y precavido:
Sólo lo que se pierde del todo provoca la pasión de darle infinitas denominaciones, esa manía de evocar el nombre del objeto desaparecido hasta que este se presenta. La pérdida como premisa de la literatura.
En la segunda parte del libro, el autor, crónicamente herido de espanto, reflexiona con notoria lucidez sobre los peligros de lo fragmentario, y al hablar de la “patria difícil” (pero, ¿qué patria no lo es?), no puedo evitar recordar la mía:
Ser alemán significaría, por consiguiente, estar dividido. Significaría también sufrir de falta de unidad, razón por la cual nos ocupamos incesantemente de nosotros mismos. Para mofa de nuestros vecinos, que practican otras malas costumbres menos peligrosas.
Está visto que en todas partes cuecen habas…

Finalmente, se pregunta Grass si tal extrañamiento entre connacionales no puede ser, en el fondo, la verdadera causa de la xenofobia, y con hermosas palabras de Heinrich Böll nos incita a rechazar semejante “amenaza existencial”:
Ablandaos de una vez, duros teutones, y dad a los cabezas rapadas una respuesta que no lleve la marca del miedo, sino que sea valiente por humana.
Recoge este opúsculo, pues, la vibrante voz del profeta que clama en el desierto, cuya prosa de afilada hoja nos recuerda lo que ya sabemos: que todo lo que nos irrita de otros nos lleva al conocimiento de nosotros mismos…
Profile Image for Ana.
55 reviews
January 9, 2017
Gostei desta leitura. Não é um livro mas sim o discurso que Günter Grass, o laureado nobel, proferiu a 13 de Fevereiro de 1990, no âmbito das Conferências de Poética, na Universidade Johann Wolfgang Goethe, em Frankfurt.
O autor faz uma viagem no tempo desde a sua adolescência em que pertenceu à juventude hitleriana até ao dia do dito discurso, relatando de forma bastante poética, mas ao mesmo tempo direta e coerente, como tudo o que viu e a que assistiu condicionou a sua forma de escrever até ao tal dia da Conferência.
O seu ponto de partida é um livro de Adorno: «Minima Moralia - Reflexões sobre a Vida Danificada», nomeadamente a frase, que na época pós-segunda guerra mundial, marcou de forma intensa os pensadores, intelectuais e escritores da época: "... Escrever um poema depois de Auschwitz é bárbaro e isto corrói também o conhecimenhto das razões pelas quais hoje é impossível escrever poemas".
Esta frase foi tão marcante na altura, que foi vista como uma proibição definitiva, inibindo a inspiração e vontade de muitos escritores alemães.
Günter Grass, num discurso muito poetisado, caústico e duro, como é seu jeito, revela a sua luta para contrariar este mandamento que haveria surgido e demonstra como com a sua inteligentíssima e perspicaz maneira de ser, conseguiu ultrapassar esse muro (tal contraste é ainda mais relevante tendo em conta que o discurso foi escrito quando a Alemanha acabava de sair da Guerra Fria e na pós-queda do muro de Berlim) e tornar-se um dos mais famosos escritores mundiais.
Apenas não dei 5 estrelas porque essa classificação reservaria para as suas obras. Este modesto discurso, apesar de intenso e belo, deixou-me a "salivar" por mais.
Profile Image for Graciosa Reis.
550 reviews54 followers
June 10, 2023
𝑬𝒔𝒄𝒓𝒆𝒗𝒆𝒓 𝒅𝒆𝒑𝒐𝒊𝒔 𝒅𝒆 𝑨𝒖𝒔𝒄𝒉𝒘𝒊𝒕𝒛 é a reflexão de Günter Grass sobre a possibilidade ou não de “fazer arte” ou de “escrever poemas” depois de Auschwitz.
Esta reflexão é parte do discurso que o autor proferiu a 13 de Fevereiro de 1990, no âmbito das Conferências de Poética, na Universidade Johann Wolfgang Goethe, em Frankfurt. Nele insere-se ainda o olhar do autor sobre o seu país e sobretudo sobre o seu percurso literário.
A ideia de se posicionar como espectador e crítico da sua própria vida e do seu trabalho cria a possibilidade irónica de reduzir “o tamanho das coisas” a fim de evitar o período de tempo que o marcou “fazendo dele um prisioneiro do engano e uma testemunha”. Grass considera que lhe está “destinada a insuficiência” devido à exigência do tema que se propõe desenvolver em Frankfurt.

Grass refere que enquanto se manteve em Berlim e com vinte e cinco anos de idade “ainda não estava pronto para reagir escrevendo; pesavam-lhe o passado, perdas, a sua ascendência, vergonha” (p. 36). Só mais tarde em Paris, afastado do seu país encontrou as palavras necessárias para escrever os seus livros. Os estímulos e as críticas de Paul Celan foram fundamentais para que continuasse a escrever.
No seu discurso faz uma breve apresentação das suas obras e definiu a profissão de escritor como “alguém que escreve contra o tempo que passa (...) que se exponha às vicissitudes do tempo que passa, que se imiscua e tome partido” (pp. 44-45)
Finalmente, Grass adianta que “Não podemos passar ao largo de Auschwitz (…) porque Auschwitz nos pertence , está gravado a ferro e fogo na nossa História.” , pelo que escrever sobre esta matéria e sobre a Alemanha faz parte do seu trabalho e considera que lhe resta a insuficiência e que não pode “prometer um fim a escrever depois de Auschwitz, a menos que o género humano desista de si próprio.” (p. 52)
Profile Image for El_bookle  de Miroslava.
172 reviews6 followers
August 17, 2023
Imagina un día en el cuál escribir poemas sea una barbaridad.

El día de hoy les hablaré de un libro diferente en este libro encontraremos una conferencia que impartió el autor Günter Grass en 1992 a jovenes estudiantes en la que tomó a Alemania como punto de partida para una reflexión relacionada con el peligro del racismo para el futuro del país, el odio hacia el otro y el hecho de invadir otro país.

Nos habla de su infancia de como es ser un niño que es llevado a los campos de concentración y como el mismo menciona: porque Auschwitz forma parte de nosotros, es una marca a fuego permanente de nuestra historia y —¡como ganancia!— ha hecho posible un entendimiento que podría expresarse así: por fin nos conocemos.

La manera en la que el escritor encontró para desahogarse fué escribiendo apoyado en la proza para dejar fluir sus pensamientos más profundos, y permitirte dejarse llevar lejos de Alemania para poder escribir varios libros.

Transmite de una clara manera de donde viene y que es un peso que la nación no deberá olvidar nunca.

Un libro a ratos ligero de leer a veces un poco pesado pero que al final no deja de ser un libro basado en hechos reales que si bien te interesa saber acerca del Holocausto y sus supervivientes vale la pena leer, es breve 100pag asi que se puede leer en una tarde😉.

Y tú ya lo conocías?
Te animas a leerlo?
Te leo en los comentarios😉📚

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El bookle un bookle un fin de lecturas y libros 📚🌟🤗
168 reviews4 followers
March 7, 2021
«Nada, ningún sentimiento nacional por muy idílicamente que se coloree, ninguna afirmación de buena voluntad de los que han nacido después puede relativizar ni eliminar a la ligera esa experiencia, que, nosotros como autores y las víctimas con nosotros, tuvimos como alemanes unificados. No podemos pasar por alto Auschwitz»

El Premio Nobel, Günter Grass,
reflexiona sobre cómo fue la construcción de una identidad germana en el nazismo. Una conciencia colectiva que aportaba certezas como «La bandera es más que la muerte» o imaginarios narrativos como «Un alemán nunca haría algo así».

Y, sin embargo, lo hicieron. «Nuestra vergüenza no se podrá reprimir ni superar; la imperiosa concreción de esas fotos -los zapatos, las gafas, los cabellos, los cadáveres- se resiste a la abstracción; Auschwitz, aunque se rodee de explicaciones, nunca se podrá entender»

El campos de exterminio de Auschwitz es inconcebible precisamente porque no es comparable, porque no puede justificarse históricamente con nada.

Ese dejo de culpabilidad plantea el cuestionamiento ¿puede hacerse arte después de Auschwitz?

«El pasado proyecta sus sombras sobre los paisajes actuales y futuros.»
Profile Image for Filiz I. .
168 reviews15 followers
December 1, 2021
Bu mini kitap, Adorno'nun "Auschwitz'den sonra siir yazmak barbarliktir" sozune istinaden Gunter Grass'in yaptigi bir konusmadan olusuyor. Grass bu sozu kendi edebiyat yolculugu uzerinden degerlendiriyor. Bu kitapla ilginc bir bilgi de elde ediyoruz. Grass, 17 yasindayken Alman SS birligine kendi istegiyle katilmis, ancak orada kisa bir sure kaldiktan sonra ayrilmis. Yahudilere yapilanlari, Naziler'in yuruttugu basarili ortbas etme politikasi nedeniyle bircok Alman'in o zamanlarda dahi tam anlamiyla bilmedigini savunuyor. Esasen bir anlamda bir gunah cikarma hissiyati verdi bana o kisim. Adorno'nun meselesine gelirsek, insanin yazma eyleminin insanlik kendinden vazgecmedigi surece bitmeyecegini soyluyor. Ancak Grass'in 2. Dunya savasi sonrasi yazdiklarina bakildiginda, Auschwitz'in -ve elbette topyekun holokostun- izini yazin faaliyetlerinden silmek artik mumkun olmayacaktir. Zira, gecmis golgesini simdinin arazisine de gelecegine de dusurur.
Not: Ceviri ile ilgili bir notum olacak. Keyifle okudum, ancak artik kullanimi olmayan eski Turkce kelimelerin hakim oldugu bir ceviri olmasi okuma keyfimi siklikla böldü. Daha modern bir dil kullanilmasini tercih ederdim.
Profile Image for Tanol Türkoğlu.
Author 6 books1 follower
January 12, 2026
"Aslalar ve hiçler de (son Nurnberg davasıyla) boşa çıkınca - Reich eski gençlik lideri, biz Hitler Gençliği için, sorumlulukları yoktur demişti - şunu anlamaya başlamam yıllarımı aldı: Mesele güncelliğini asla yitirmeyecek, bizse işlediğimiz ayıbı ne tard edebilecek ne de hakkından gelebileceğiz, (...) Auschwitz'i kavramak mümkün olmayacaktır"
Profile Image for Filipa Burnay.
55 reviews1 follower
Read
April 3, 2022
Ascese
a miséria pode ser bela, tem de ser bela.
Vamos renascer nas cinzas, porque o opulento nos tornou malignos.
O mundo mudou, o gato falou,
renega as crenças, a bandeira, renega a tua pátria
esecsA
o carvão vem da fábrica, do nosso matadouro

Profile Image for ilayda.
196 reviews14 followers
July 2, 2023
‘aga sen ne anlatıyosun ya’ surat ifademle okudum, özür dileriz SS olup milyonların ölümünden sorumlu olduğun ve bu süreçte sanat yapamadığın için
Profile Image for Zeynep Ilgaz.
45 reviews
September 7, 2023
ay kıslar…pek anlayamadım malsf…yazar Günter Grass 2.dünya savaşı zamanında gönüllü alman askerliğine yazılmış. bundan duyduğu utanç falan vardı..öyle yani
Profile Image for lisa.
231 reviews1 follower
December 14, 2025
„Ich verdanke Paul Celan viel: Anregung, Widerspruch, den Begriff von Einsamkeit, aber auch die Erkenntnis, daß Auschwitz kein Ende hat.“
Profile Image for Maria Carmo.
2,072 reviews51 followers
June 9, 2015
This is an interesting lecture, delivered by Günter Grass to a university public made mostly of students. The theme throughout most of the lecture deals with the Author's biography, intertwined with a question that some authors and poets have asked: CAN ONE WRITE AFTER THE HOLOCAUST? The question is pertinent, and Günter manages to defend, using examples of his own life, the idea that it is not possible to STOP WRITING (poetry, prose, theatre, etc.) unless we give up on our own NATURE as humans...

Maria Carmo,

Lisbon, 9 June 2015.
1 review
June 14, 2014
Acaba por ser um livro mais auto-centrado no percurso do escritor do que na temática 'Auschwitz', embora esse percurso revele como a questão moral da Arte (ou neste caso literária) depois de Auschwitz, vai-se resolvendo, escrevendo, porque ela não tem fim, é irresolúvel, porque persiste na recusa de qualquer Fim, de qualquer 'solução definitiva'.
Profile Image for Ricardo Santos.
19 reviews18 followers
January 7, 2013
Estava mais à espera de um texto teórico do que de um show and tell do percurso literário pessoal do autor, mas não deixa de ser um texto interessante e que vale a pena ler, nem que seja por ser um curto — 52 páginas — e barato — 4,90€ — texto de um nóbel a falar de si próprio e da sua obra.
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