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Canto ao Pico

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No âmbito do plano editorial que a Presidência do Governo Regional, através da Direcção Regional da Cultura, se encontra a promover para assinalar o 1º centenário da República nas ilhas dos Açores, foi lançado no passado dia 3 de Setembro a reedição do poema Canto ao Pico, da autoria de Manuel de Arriaga, publicado em finais de 1887, dois meses depois do dirigente do partido Republicano ter subido à montanha mais alta do arquipélago em inícios de Setembro desse mesmo ano.

O poema é precedido de um texto assinado pela Doutora Susana Goulart Costa, onde são abordadas as condições de vida da população picarota nos finais do século XIX, bem como os laços que ligavam Manuel de Arriaga e a sua família à ilha montanha. Para além de um breve apontamento biográfico sobre Manuel de Arriaga, a publicação comporta igualmente uma Nota Bibliográfica com as características do folheto em que foi impresso originalmente o poema.

Dada a raridade deste folheto, de que são conhecidos apenas dois exemplares nas principais Bibliotecas do país e da região, decidiu-se optar pela sua reimpressão em fac-simile, integrando-o nesta nova publicação de forma a que o público possa apreciar, material e intelectualmente, este singelo testemunho literário dos sentimentos experimentados por Manuel de Arriaga naquele que é hoje o ponto mais alto de Portugal.


GaCS/SF/DRaC

57 pages, Paperback

First published January 1, 1887

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About the author

MANUEL JOSÉ DE ARRIAGA BRUM DA SILVEIRA nasceu a 8 de Julho de 1840 na cidade da Horta, Faial. Conclui Direito na Universidade de Coimbra em Maio de 1866. Pertenceu ao directório do Partido Republicano e, logo após a queda da Monarquia, foi nomeado procurador-geral da República e reitor da Universidade de Coimbra. Foi, ainda, deputado às Constituintes de 1911 e eleito presidente da República em 24 de Agosto daquele ano, cargo que desempenhou até à Revolução de 14 de Maio de 1915, em consequência da qual veio a resignar, em 26 do mesmo mês, sem ter completado o mandato. Faleceu a 5 de Março de 1917, em Lisboa.
Cultivou a poesia e o ensaio. Quanto à poesia, a sua obra propriamente literária, sofreu influência das ideias e estéticas que convergiram na sua geração, sem chegar, todavia, a vencer o pendor romântico.

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