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Deutschland, Lutherland: Warum uns die Reformation bis heute prägt

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Es ist viel mehr Luther in uns, als wir ahnen.


Das Jahr 1517 markiert eine historische Zäsur, die für Deutschland identitätsstiftende Bedeutung hat. Denn Luthers 95 Thesen über den Ablasshandel waren ein Signal, das neben der religiösen Erneuerungsbewegung einen tiefgreifenden Mentalitätswandel einleitete. Im Zuge der Reformation entstand eine protestantische Kultur, die bis heute starken Einfluss auf unsere Ideen von Staat, Wirtschaft, Familie, Bildung und der gesellschaftlichen Rolle der Frau hat.


Ausgehend von Alltagserfahrungen, die sie in pointierten Anekdoten schildert, spürt Christine Eichel dem reformatorischen Denken und Handeln in der deutschen Gegenwart nach: in der auf Bescheidenheit bedachten Selbstinszenierung des Staates, im protestantischen Arbeitsethos, in typisch deutschen Wertedebatten, in der Verklärung der Familie als Ort privater Bildung oder im sozialstaatlichen Netz evangelisch geprägter nordeuropäischer Länder. Doch Christine Eichel zeigt auch die Schattenseiten der Reformation: von Luthers Antisemitismus und seinem Obrigkeitsdenken bis hin zum Verlust von Spiritualität.


Ein leicht verständliches, oft verblüffendes und mit großer Genauigkeit recherchiertes Buch für alle, die wissen wollen, was Luther und die Reformation uns heute angehen.


256 pages, Hardcover

Published November 23, 2015

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Christine Eichel

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Profile Image for Lucas.
164 reviews34 followers
June 26, 2023
O livro tem um tema interessante, mas tem um formato cansativo. Em cada capítulo a autora pega uma característica "tipicamente alemã" e tenta argumentar que aquela característica tem origem no luteranismo. Alemães leem mais? Lutero. Mulheres alemãs tem menor participação relativa em STEM que suas contrapartes euopeias? Lutero. Diligência para o trabalho? Lutero. Altos índices de escolaridade? Lutero. Música? Lutero? Arte? Lutero.

O elefante na sala, claro, é o antissemitismo. Que também pode ter origem luterana. A autora está consciente e reserva o último capítulo do livro para elaborar sobre isso e, não surpreendentemente, atenuar a influência luterana sobre esse elemento cultural alemão.

O livro é simplista. Excessivamente apologético à reforma luterana. Também abusa dos estereótipos. É difícil levar muito a sério se você conhece qualquer alemão de carne e osso. Mas a tese de que a reforma luterana é um evento de maior importância para a vida cultural alemã convence. Não sei, porém, se havia quem não já era convencido disso.
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