In 1911, Rio de Janeiro was a venerable city in a new republic just a generation old. The people of Rio felt as new as the new century. A new culture of immigration and education blossomed. New technologies of machinery—Automobiles! Airplanes!—advanced with blinding speed. Feminism! Advertisement! Democracy! Global travel! New journalism! Tea, slander, migrant camps, uppity servants! Life in Rio de Janeiro was dizzying. Vertiginous. In the giddy swirl of modernity, literary journalist João do Rio aimed his critical eye at a great city and society in transformation. His collection of articles, Vida Vertiginosa, is presented here for the first time in the English language. It ranks with his Religions in Rio as a classic of Brazilian nonfiction. João do Rio was a journalist way ahead of his time. A man of the streets, the people, the bars and restaurants, sui generis, dapper and openly gay, he approached reportage with a style all his own. He saw what others did not see, and he wrote about it with inimitable linguistic flare.
Este livro é composto de 25 deliciosas crônicas de João do Rio , jornalista, cronista, tradutor e teatrólogo brasileiro, publicadas na imprensa carioca e paulistana entre 1905 e 1910. Essas crônicas abordam vários assuntos, como o impacto do recém chegado automóvel na vida das pessoas, visita a uma favela (que naquela época só estava iniciando) em um morro do Rio. Em uma outra crônica ele elogia muitíssimo Nilo Peçanha, que era governador do Rio e se tornou Presidente do Brasil por alguns meses. Alguns artigos visionários também que são muitos atuais ainda hoje . E vários outros artigos interessantes que coincidiam com a evolução do Rio de janeiro em todos os aspectos, quando o Rio abandonou a péssima fama de cidade da morte , para assumir de vez o título de cidade maravilhosa.
João do Rio é desconhecido até no Brasil que dirá fora Dele, Foi um grande desbravador , não tinha medo de subir os morros para fazer suas reportagens, escreveu vários livros a maioria sobre questões sociais. Sua vida durou pouco. O escritor morreu fulminado por um ataque cardíaco dentro de um táxi 2 meses antes de fazer 40 anos em 1921. Ele era muito querido, no seu enterro compareceram 100.000 pessoas em um Rio de janeiro com cerca de 1 milhão de pessoas.
Um olhar agudo para a sociedade da época, com um aspecto visionário, uma vez que muitas das suposições feitas concretizaram-se em nosso tempo. Texto cuja relevância não se perde com o passar dos anos.
"Sai desolado porque essa criatura fora a única que não me dera nem me tirara, e não chorara, e não sofrera e não gritara, amigo ideal de uma cidade inteira fazendo o que queria sem ir contra pessoa alguma, livre de nós como nós livres dele, a dez mil léguas de nós, posto que ao nosso lado." - Um mendigo original