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Conservadorismo

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AA

194 pages, Paperback

Published January 1, 2016

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About the author

Michael Oakeshott

62 books121 followers
English philosopher and political theorist who wrote about philosophy of history, philosophy of religion, aesthetics, and philosophy of law. He is widely regarded as one of the most important conservative thinkers of the 20th century, although he has sometimes been characterized as a liberal thinker.
Oakeshott was dismayed by the descent into political extremism that took place in Europe in the 1930s, and his surviving lectures from this period reveal a dislike of National Socialism and Marxism.
In 1945, Oakeshott was demobilized and returned to Cambridge for two years. In 1947, he left Cambridge for Nuffield College, Oxford. After only a year, he secured an appointment as Professor of Political Science at the London School of Economics (LSE), succeeding Harold Laski. He was deeply unsympathetic to the student action at LSE that occurred in the late 1960s, on the grounds that it disrupted the aims of the university. Oakeshott retired from LSE in 1969.
Oakeshott refused an offer of Knighthood from Queen Elizabeth II, for which he was proposed by Margaret Thatcher.

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Profile Image for Tiago.
240 reviews19 followers
June 25, 2021
Uma coleção de três ensaios de Michael Oakeshott que dão muito o que pensar. Principalmente os dois primeiros.

O primeiro ensaio, "Racionalismo na política", define conceitos como o conhecimento técnico (que pode ser obtido formalmente por um guião/manual) e o conhecimento prático - intangível - via tradições, família, etc. O racionalista seria alguém que abraça 100% o conhecimento técnico e se considera numa missão de levar esse conhecimento a todos. O ensaio discute causas e consequências do racionalismo. Achei bastante atual. Hoje cada vez mais vemos uma predominância do pensamento técnico em detrimento a esse conhecimento pratico mais intangível.

O segundo ensaio, "As massas em uma democracia representativa" apresenta o conceito de "homem massa". O "homem massa" surgiu como uma reação ao conceito de indivíduo formalizado ao longo dos séculos XVI-XVIII. A identidade pessoal substituiu o anonimato da vida comunitária e isso tornou-se um fardo para muitas pessoas. Elas passaram a ansiar por um lider que lhes dissesse o que deveriam pensar e que tomasse as decisões por elas. É incrivelmente atual neste ambiente de incerteza que vivemos atualmente onde os governos conseguiram, com apoio popular, aumentar a sua autoridade sobre as população em detrimento dos direitos civis mas em nome nome de um bem coletivo.

No terceiro e último ensaio do livro, Oakeshott expõe a sua ideia de pensamento conservador. O conservador não é visto como alguém avesso a mudanças. É sim alguém que valoriza o presente e coloca o ônus da prova ao proponente da mudança. Está sempre aberto a pequenos ajustes. Ele mostra como este pensamento conservador está presents na nossa vida pessoal. No final do ensaio, ele expõe o que seria esse pensamento conservador aplicado a política. Em resumo, o papel do governo não seria impor crenças, tutelar, fazer os outros "melhores" e mais "felizes", ou direcionar ou liderar os cidadãos. O ofício de governar é garantir que a lei seja cumprida (como um árbitro em um jogo com regras estabelecidas).
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