Não se pode falar da crítica de arte em Portugal sem mencionar Fernando Pernes. Não se pode entender a história recente do panorama institucional e museológico nacional sem contextualizar o seu longo percurso reivindicativo de alteração de um panorama carente de estruturas públicas dedicadas à arte contemporânea no Porto, a sua continuada e finalmente concretizada ambição de acertar um tempo democrático com uma democratização da arte.