É possível calvinistas e arminianos, cessacionistas e pentecostais, ortodoxos e simpatizantes da missão integral, e adeptos de tantas outras segmentações do cristianismo viverem em paz e harmonia, unidos e em parceria fraternal, a despeito das divergências de opinião, tendo por base as doutrinas centrais e essenciais da fé cristã? Se é possível, como criar essa unidade? É o que Igreja sinfônica busca responder.
Os primeiros textos foram bem claros para mim no sentido de costurar as diferentes visões e ministérios, porém os últimos eu vi muito mais como uma forma de defender seus ministérios e como um manifesto contra um sistema já estabelecido. Não achei ruim, talvez eu que não esteja preparado para lidar com os textos.