Dans les 'langes' des 'coupures de journaux', disait Blaise Cendrars, nous arrive 'le bébé aujourd'hui'. Le voici, tout juste démailloté. Son lange est un journal, avec ses rubriques (société, politique, sports, sciences, gastronomie, météo, culture...). Chacune d'elles est recomposée en vers satiriques. Mais moins pour 'châtier les mœurs' que pour dire, bouffonnement, une stupéfaction un peu effrayée.
Christian Prigent nasceu em Saint-Brieuc, na Bretanha, França, em 1945. Prigent publicou seu primeiro livro em 1969, e desde então foram mais de 40 títulos entre a poesia, a prosa, o ensaio, a crônica e a tradução (do alemão, do italiano, do latim, do inglês). Em 2017, foi lançada a antologia de ensaios Para que poetas ainda?, com tradução e organização de Marcelo Jacques de Moraes e Inês Oseki-Dépré (Cultura e Barbárie). Em 2018, recebeu o Grande Prêmio de Poesia da Academia Francesa pelo conjunto de sua obra