Por mais que a humanidade evolua, amar e ser amado continua e continuará sendo uma das maiores buscas do ser humano. No livro "Amar pode dar certo", o leitor é convidado a repensar seus relacionamentos, sua maneira de amar e suas expectativas a respeito da pessoa amada. Para o amor dar certo os autores propõe que a pessoa aprenda a amar, que nada mais é do que treinar a viver junto, treinar o diálogo sem manipulação, treinar sair para jantar, dançar, ter relações sexuais satisfatórias. Enfim, saber se divertir a dois até conseguir viver o momento em que não há mais o homem e a mulher, mas o "nós".O leitor poderá identificar ainda alguns aspectos que podem levar a um relacionamento mais duradouro como saber evitar a competição entre o homem e a mulher para que haja espaço para o amor; evitar o desejo de vingança que leva ao desrespeito. Lidar com o ciúme, que é um ingrediente para relação, mas que pode se tornar possessivo e manipulador. Entender que a separação deve haver quando existe no casal o desejo de se percorrer caminhos diferente. Saber que paixão é tempestade e amor é brisa, mas que a melhor coisa da vida é estar apaixonado por quem se ama.
Não gosto de livros de auto-ajuda e esse livro parece não se encaixar muito no gênero. Traz histórias e vivências interessantes sobre o tema, além de boas frases mas acaba sendo um pouco clichet.
Já perdi as contas qtas vezes li esse livro e sempre me acrescenta alguma coisa de útil... Muito bom para quem quer refletir sobre o q espera de um relacionamento.
O livro propõe uma reflexão profunda sobre a experiência do amor, suas complexidades e os desafios diante das distorções culturais e expectativas contemporâneas. A obra se destaca por abordar a necessidade de autoconhecimento e a importância da comunicação nas relações, enfatizando que a forma como amamos e nos relacionamos é moldada, muitas vezes, por crenças e medos.
1. Cultural e Social: O autor discute como as transformações sociais, especialmente a crescente independência feminina e a evolução dos papéis no relacionamento, influenciam as dinâmicas amorosas. A solidão é apresentada como um estado que muitos aceitam, mesmo que desejem um amor verdadeiro.
2. Medo e Insegurança: O medo de se abrir ao amor e as inseguranças que surgem podem levar as pessoas a sabotarem seus relacionamentos. O autor apresenta a ideia de que, para amar, é necessário ter coragem e disposição para enfrentar a vulnerabilidade.
3. Autoconhecimento e Aceitação: É essencial que cada indivíduo entenda suas próprias limitações e preconceitos sobre o amor para poder se entregar à relação. O autor recomenda uma postura de humildade e disciplina na busca pelo amor, citando que a compreensão mútua é fundamental.
4. Comunicação: O livro destaca a importância de expressar sentimentos e necessidades de maneira clara. O silêncio frequentemente resulta em interpretações errôneas que podem minar a relação.
5. Aceitação das Diferenças: A aceitação das individualidades e das diferenças entre os parceiros é apresentada como uma riqueza nas relações. Artur da Távola sugere que o amor verdadeiro não está em encontrar a perfeição, mas em apreciar e respeitar a singularidade do outro.
6. O Fluir do Amor: O livro propõe que o amor não é estático; é um contínuo aprendizado que requer dedicação e disposição para inovar e redescobrir, assim como o crescimento pessoal.
7. Enfrentando a Solidão: O autor também aborda a solidão como um estado a ser compreendido e enfrentado, não apenas como uma busca pela companhia, mas como um entendimento profundo da própria necessidade emocional.
"Amar pode dar certo" é um convite para que os leitores reflitam sobre suas próprias experiências amorosas, questionem suas crenças e desenvolvam uma abordagem mais saudável e consciente em suas relações. Através de exemplos e análises cuidadosas, o autor sugere que o amor pode ser um caminho para o crescimento pessoal, desde que haja disposição para entender e sanar as próprias inseguranças e aquelas que permeiam o relacionamento. A obra é uma maneira de encorajar as pessoas a acreditarem no amor e na sua potencialidade de transformar vidas.