Algumas leituras de Axelos ficam, evidentemente, datadas, mas vejo aqui possíveis pontes de serem construídas entre o pensamento planetário de Axelos e a globalização/totalidade de Milton Santos. Certas partes não foram tão acessíveis para a minha interpretação por ainda não ter uma base tão boa em Heidegger, mas tal pobreza já tem os seus dias contados.
Li a edição brasileira, de 1969, pela Tempo Brasileiro, mas que não está no catálogo do Goodreads.