Um livro sobre sexualidade e relações amorosas, onde cabe o humor e o vernáculo, mas também algumas das nossas dúvidas e pensamentos mais íntimos.
São textos francos, diretos e muito bem elaborados, escritos sem o espartilho da medicina ou da terapia sexual: é a intimidade da vida real e do quotidiano.
Um livro que nos faz rir mas que também nos faz pensar. Se por um lado é muito divertido, com palavras e descrições fortes, por outro, analisa as várias nuances das relações amorosas com inteligência e sensibilidade.
Poucas pessoas conseguem escrever tão bem e de forma tão relevante sobre sexo e intimidade.
“É uma obra fundamental para perceber porque é que vêm todas parar ao meu divã.” Freud “É um livro que aleija.” Marquês de Sade
Como livro escrito sobre sexualidade por uma psicóloga é muito fraquinho, como se adivinha pela sinopse. Cheio de opiniões fáceis e estudos resultantes da análise "dos meus amigos". Como leitura leve pré-Verão, ou seja, algo que se lê como um romance, não está nada mau. O palavreado é muito rude ("vernáculo") o que lhe dá alguma cor dado que não é comum (menos ainda vindo de uma autora). E imensas referências cultas e polidas a tentar mostrar que é possível ser-se culto e asneirento (ou seja, lá por eu escrever como quero, não quer dizer que seja uma trolha inculta).
É interessante como opinião de alguém sobre sexo. Opinião de café, é certo, mas mas um pouco mais aberta e menos conservadora que o habitual. Algumas ideias arejadas, outras relativamente falhadas.
Isto numa leitura superficial. O que realmente me agradou neste livro é que ele tem uma mensagem mais profunda que resulta de uma leitura mais das grandes formas. Vou deixar essa descoberta para quem o quiser ler (até porque não estou certo de a ter percebido...). Mas essa grande ideia permite esquecer os muitos detalhes fraquinhos, fraquinhos...