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La vie en spirale

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French

175 pages, Unknown Binding

First published January 1, 1998

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About the author

Abasse Ndione

4 books2 followers

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Displaying 1 - 15 of 15 reviews
Profile Image for Orsodimondo.
2,478 reviews2,457 followers
July 4, 2025
DÉVELOPER VOCE DEL VERBO ROLLARE

description
I colori della bandiera del Senegal.

Il mio primo incontro letterario con Abasse Ndione è il suo debutto letterario (pubblicato a metà degli anni Ottanta).
Mi ha conquistato immediatamente per il suo umorismo che impregna la vena noir (tonalità African noir), per la sua irriverenza e il suo approccio vispo molto poco politically correct, per i generi mischiati (romanzo on the road, noir come già detto, ma anche picaresco).
La storia di un giovane tassista, a metà tra lo spaccone e l’irresponsabile (che è un po’ come dire la stessa cosa: e quindi, 100% spaccone e irresponsabile) che da accanito fumatore di marijuana decide di mettersi nel commercio della stessa per arricchirsi (e per fumarla a gratis).

description
Déveloper

I morti si accumulano, così come le svolte e i colpi di scena, gli spacciatori sono inaffidabili, la polizia è corrotta, le prostitute intraprendenti, gli stregoni furbacchioni, l’assurdità sembra la regola prima, il lettore divertito e irretito.
Un’Africa completamente diversa da quella conosciuta fino a questo incontro letterario. Un’Africa che appare molto più attuale, immersa nel gergo di strada, nella lingua contemporanea.
Ho letto che questo romanzo è diventato un classico della letteratura africana moderna, che in Senegal, il paese di Ndione è un successo.
Héléne Lee su ‘Libération’ scrive:
In Senegal “Vite a spirale” è una leggenda: a Dakar se qualcuno ha letto un solo libro in vita sua è quasi sempre questo.

description
Mappa del Senegal.

Ora, meglio avvertire: anche chi ha scarsa frequentazione con l’erba, anche chi è impacciato (=imbranato) a confezionare una canna come lo sono io, già ben prima della fine di queste pagine avrà voglia di farsene una (più d’una), avrà voglio di mettersi gioiosamente a rollare (Amuyakar Ndooy, il giovane protagonista, dice développer). Perché l’erba arrotonda e smussa i contorni spigolosi dell’esistenza.

La sera che ho conosciuto Ndione a una festa organizzata in suo onore in un locale di Roma che all’epoca se ricordo bene era gestito dalla Fandango (allora anche casa discografica, oltre che editrice e di produzione cinematografica), con quel suo aspetto da santone sciamano, nell’aria l’odore dell’erba non si sentiva, ma quello del rum invece sì.

description
Abasse Ndione

Un assaggio del glossario collocato alla fine del romanzo:
1 krado: filtro dello spinello
2 yamba: marijuana
3 impi: poliziotti
4 getty-bey: in lingua wolof, stalla per capre. Nei cinema, i posti più economici, vicini allo schermo.
5 sviluppista: il termine développer, sviluppare, è un termine inventato dall'Autore: sta per rollare yamba.
6 maas-maas: marijuana di cattiva qualità, raccolta prima della maturazione della pianta.
7 sipikat: spacciatore d'erba

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”La pirogue” è un film del 2012 diretto da Moussa Touré tratto dal romanzo “Mbëke mi” di Ndione, al momento il suo terzo e ultimo.
Profile Image for ⭑Angélica˙✧⭑.
114 reviews24 followers
May 19, 2022
2.7 ⭐

Un buen resumen del libro es que, Amuyaakar Ndooy es bendecido todo el libro por su condición de ✨personaje principal✨.

En un pueblito de Senegal un joven y sus cuatros amigos se dedican a fumar yamba (marihuana) hasta que un día se les ocurre la gran idea de ser dealers y ahí es donde empiezan todas sus aventuras, poco a poco van conociendo que les depara el destino en mundo como ese.

La primera mitad del libro llego a parecerme en varios puntos lenta y aburrida, luego llega justo la mitad del libro donde te lanzan un baldado de agua fría con algo realmente no esperaba que suceda, puede ser "el punto decisivo" de nuestro prota, lo que no me agrado es que su condición como protagonista lo hace prácticamente intocable y todo lo que vive realmente es como si no le pasara a él. El final ya estaba "cantado" desde hace una cien paginas, así que de sorprendente poco.

Fue agradable de leer, aunque el final se caen tantas máscaras que siento que fue una maniobra del autor para compensar lo lento y aburrido que fue el inicio; siento que te enseña sutilmente mucho de su cultura y te hace asimilar términos propios de allá con mucha facilidad.
Profile Image for Julia Landgraf.
159 reviews86 followers
October 2, 2020
Tive em mãos esse livro de forma completamente aleatória, quando uma amiga voltando para sua cidade me emprestou porque não cabia na mala. Foi uma surpresa agradável, já que nunca ouvira falar de autores do Senegal e tinha interesse em conhecer.
Aos pontos positivos: em um Senegal contemporâneo, do fim dos anos 90, a história é sobre um grupo de amigos maconheiros que começam a traficar a droga ("yamba"), em um país onde seu uso é fortemente estigmatizado. Como minha leitura de autores da África geralmente se centra em narrativas do período colonial, foi uma mudança bem vinda, especialmente porque incorporou os aspectos da tradição que são parte da cultura (ou seja, não fez nem um retrato por inteiro tradicional e autóctone, nem abordou um Senegal incorporado ao sistema-mundo capitalista que em nada se lembra de seu povo e sua trajetória, como se ambos os aspectos não pudessem coexistir - um erro cometido por muitos).
Até a metade da narrativa estava muito interessada, mas na parte final do livro ele dá uma guinada em direção ao gênero de thriller policial um pouco clichê, perdendo parte da originalidade que o acompanhava.
De qualquer forma, uma leitura super recomendada!
Profile Image for Daria.
177 reviews43 followers
September 15, 2020
3***1/2

Un noir ambientato in Senegal sulle incredibili peripezie di un giovane trafficante di erba. La narrazione procede a ritmo serrato e i brevissimi capitoli si divorano. A volte divertente, a volte orripilante, mi ha affascinata dalla prima all’ultima pagina.
Profile Image for Hilário Souza.
69 reviews15 followers
February 14, 2019
Abasse Ndione descreve a vida de um homem que se perde a medida que a droga e o tráfico o encontram. A tensão aqui acontece porque as situações vão desencadeando um mergulho cada vez mais profundo de alguém nessa condição. Alguém que não quer, não pede, não precisa de uma salvação ou resgate. O protagonista cria e sustenta o próprio novelo em que ele se prende. A droga proporciona muitas coisas na vida de Amuyaakar, mas retira algo na mesma proporção. Eu diria que esse é um livro que se divide em três momentos distintos: o primeiro seria esse descrito acima; o segundo, a prisão (de longe o melhor e o mais rico na minha opinião); já o terceiro seria quando a história assume um tom mais policial e de investigação. É um bom livro. Diverte e entretém, cumprindo bem seu papel. :)
Profile Image for Alessandra  Anyzewski.
167 reviews27 followers
November 18, 2020
Esse livro é tipo um breaking bad senegalês, eu bem que curti! En passant se via algumas características da cultura muçulmana da África, a coisa do líder local, a preponderância dos antigos sobre os novos. A falta de perspectiva econômica também e um pouco da relação com a colonizadora França.
Gostei muito de que foi numa temática totalmente diferente da literatura africana que eu já tinha lido (a questão da família, imigração e colonização são pano de fundo)
Me entreteve e estou animada pra discutir com o grupo de leitura coletiva.
Não leria de novo e não acho que daria de presente, a menos que fosse uma pessoa que já tem interesse em temas da África.
Profile Image for Paulo Sousa.
297 reviews12 followers
July 1, 2017
Livro lido 5°/Jun//33°/2017

Título: A vida em espiral
Título original: La vie en spiral
Autor: Abasse Ndione (Senegal)
Ano de publicação: 2004
Editora: @radiolondreseditores
Páginas: 352
Minha classificação: ⭐️⭐️⭐️

_______________________________________________
Amuyaakar Ndooy é um taxista senegalês cujo emprego insípido e nada lucrativo o leva a investir no transporte e tráfico de "yamba", maconha. Juntamente com seus amigos, os Gaay, ele se vê cada vez mais enredado num esquema de corrupção e crimes na alta cúpula política e policial de sua cidade.

Por um lado, tem de fugir da constante caça aos sipkat (traficantes) e por outro manter seu negócio à custa de propinas e compra de silêncio. Os revezes são constantes, há crimes nesse meio, mas mesmo com tantas adversidades, Ndooy não pretende deixar de "desenvolver" a yamba...

O romance do escritor senegalês Abasse Ndione, que acabo de ler, traz, numa linguagem crua e desvencilhada de estilo, o submundo do tráfico de drogas e da prostituição nas ruas de Sambey Karang. Envolvendo práticas de curandeirismo, a crença no Islã, as tradições de aldeias, o dia a dia dos sipkat vão ganhando cor revelando ao leitor os caminhos e escolhas adotados em culturas sabidamente espoliadas há anos pelos colonizadores europeus.

O romance, embora na sua parte final tenha incorporado alguns clichês bastante desgastados quando o autor muda drasticamente o relato descritivo para uma espécie de trailler policial, é bom sem surpreender. Não está à altura de um Mia Couto ou um J. M. Coetzee, colossos da literatura africana, mas é bom para se adentrar em outras literaturas desse continente formidável que é a África. Por isso as três estrelas.
Profile Image for Muna Mangue.
33 reviews
May 5, 2019
El protagonista principal, Amuyaakar Ndooy, es un joven senegalés super optimista, decidido y algo petulante que, para ayudar económicamente a su madre, hermana e hija conduce un taxi; pero la única cosa que le satisface en la vida es fumar yamba (cannabis) junto a sus amigos. Tras varias semanas sin su droga y ya con el síndrome de abstinencia al límite, decide convertirse en sipikat (traficante de yamba) y solucionar de una vez por todas sus problemas de consumo y financieros.
Y así es como empieza su vida en espiral. Teme acabar en la cárcel pero eso no le amilana a la hora de ser sipikat porque sabe que con ello consumirá a gusto toda la yamba que se le antoje y ganará mucho dinero. Va alcanzando las clases sociales altas, donde políticos, religiosos y policías serán grandes clientes y donde habrá mucha acción e intriga. Cambiará por completo su vida y la de sus amigos por ese único objetivo: consumir yamba.

Es el primer libro que leí de Abasse Ndione y es para mi uno de los más interesantes y divertidos que he leído hasta ahora. Es entretenido y me fascina la manera que tiene el protagonista de ver el trabajo de traficante como cualquier otro sin ningún tipo de escrúpulo y, a la vez, nos hace ver que hasta las clases altas y las "fuerzas del orden" consumen sin pudor, y que el consumo no se limita al estereotipo de hippie vago y sucio.
Me quedo con lo que dice Abasse Ndione: "En África, la literatura es una herramienta para denunciar situaciones que no se repiten en otros rincones del mundo".
Profile Image for Pao.
328 reviews28 followers
January 3, 2021
Letto grazie al gruppo Libri dal mondo.
Un romanzo che sembra un film d'azione caciarone e scacciapensieri: i personaggi sono appena abbozzati, il ritmo è indiavolato e non lascia spazio a riflessioni o approfondimenti.
Divertente e senza pretese.
Conclusa la lettura si ha voglia di leggere altro di Abasse Ndione.

Read with the reading group Libri dal mondo.
A novel that seems an uproarius and lowbrow action movie: the characters are only sketched, the rhythm is furious and there is no room for reflections and analysis.
Entertaining and easygoing.
When the book is over you want to read another book by Abasse Ndione.
322 reviews4 followers
February 13, 2019
You can translate this review on: http://labibliotecadidrusie.blogspot.it/
Voto: 3,5/5 (7/10)
Mi verrebbe da dire: un inno alla marijuana. In realtà l'erba è più una scusa per illustrare, in maniera un po' diversa, un continente che ci viene descritto sempre in maniera cupa e disastrosa.
C'è la fame, c'è la mancanza di lavoro, ci sono gli impegni e i doveri, ma con un po' di canapa Amuyaakar e i suoi amici sognano un mondo migliore e si rilassano un po', dimenticando per qualche tempo, la loro condizione.
Finché non diventa illegale.
E' la possibilità di un lavoro sicuro e remunerativo che fa decidere al protagonista di diventare spacciatore. L'alternativa è morire di fame, e con lui la nonna, la sorella e il figlioletto. Difficile biasimarlo.
Ndione poi mantiene un tono così leggero e ironico che accende la curiosità di sapere come prosegue la storia e come andrà a finire.
C'è molta Africa in questo libro: la commistione tra credenze popolari e religione, la corruzione, la povertà, ma anche la voglia di vivere, l'amore, la sicurezza economica; tutte cose che, viste da dentro, sembrano diverse, meno terribili, ridimensionate rispetto a ciò che si è abituati a pensare. Da europea che guarda da fuori pensavo: come si fa a vivere così? Leggendo il libro il pensiero è stato: ma guarda, si può vivere anche così e non prendersela neanche.
Amuyaakar è un bel personaggio. Diventa spacciatore e fa anche di peggio, eppure rimane simpatico e si finisce per fare il tifo per lui. Non è tutto facile. Trova le sue difficoltà, affronta il dolore e alla fine si ritrova a giocare secondo regole che non ha scritto lui; eppure rimane, in qualche modo, se stesso, come se la vita che fa fosse strettamente necessaria a sopravvivere, senza corromperlo nell'intimo. Capisce quando fermarsi e come tornare sulla strada giusta.
Gli altri personaggi sono filtrati dai suoi occhi (la narrazione è in prima persona) e rimangono più sullo sfondo.
Il libro è scorrevole e non mi ha mai annoiata, le tempistiche sui fatti sono ben distribuite e la storia, nel complesso, è credibile.
Di contro non si rivela un libro eccezionale o memorabile, per questo non strappa un voto più alto.
Profile Image for Henrique Lacerda.
14 reviews2 followers
January 18, 2018
Iniciei a leitura na expectativa de encontrar um Capitães da Areia senegalês, porém fui surpreendido com uma história de soluções fáceis para a acessão de um sujeito marginalizado ao mundo do crime. A entrada e a progressão de Amuyaakar Ndooy no tráfico de yamba (maconha) depende apenas de ter dinheiro para comprar o produto de grandes fornecedores e revender, havendo poucos conflitos, nesse sentido, ao longo da narrativa. A única ameaça que parece assombrar verdadeiramente o protagonista é a ameaça de ser levado pela polícia. Por boa parte da narrativa, Amuyaakar é atormentado por essa possibilidade. Além disso, a história entrega um protagonista machista, abusivo e com fetiches por mulheres com características adolescentes, sendo impossível criar empatia e torcer para seu triunfo. O livro ganha por trazer uma realidade pouco explorada nos livros lançados no Brasil nos últimos anos e por provocar questionamentos sobre determinados comportamentos que parecem tão naturalizado nesse mundo (e não muito diferente da nossa própria realidade).
Profile Image for Yasmim Girardi.
4 reviews
November 6, 2023
Nunca tinha lido um livro senegalês e eu AMEI a experiência. Me encantei pela história e pelos personagens, mesmo os mais problemáticos. O livro é um clássico de Dakar e sinto que pude conhecer um pouco das cidades e aldeias que fazem parte daquela realidade. Aprendi palavras novas e me deu muita curiosidade para pesquisar mais sobre a cultura senegalesa. Super recomendo a leitura!
Profile Image for Elaine.
114 reviews37 followers
July 23, 2020
Resenha em breve no @naneandherbooks, no Instagram.
Profile Image for Mari Amaral.
164 reviews1 follower
July 19, 2022
This book was first published in 1985,but took 8 years to be released and became required reading in Senegalese schools. On the back of the book we have a glimpse of the importance of this book in Senegal "In Dakar, if someone has read only one book in their life, it is almost always this one."

Life in a spiral is one of the great classics of African literature that addresses the marijuana trade and shows how corruption is ingrained in society. The author makes a point of explaining his motivation when writing the book: '“I didn't write this book to make an apology for marijuana, but just to describe, with a look that doesn't come from the outside, an incredibly vast, cosmopolitan and unknown environment of people."

The book introduces us to Amuyaakar Ndooy, protagonist and narrator, is 25 years old, a taxi driver and lives in the village of Sambey Karang. When he's not working, Ndooy gets together with his inseparable friends: Bukari, Badara, Yaba Xanca and Laay Gooté. And their favorite leisure is smoking "yamba", or "developing" as the act of smoking marijuana is called.

At the beginning of the book, some events in the country make the government start a policy against yamba, which generates a commotion in society. Ndooy becomes a drug dealer, motivated by two factors: changing his life and having yamba always available. But his decision puts him at risk due to anti-trafficking police operations. From that moment on, the book has a turning point and things gain a dynamism that makes the book an African On The Road.

One of the lines that permeate the narrative is the strong hypocrisy about the consumption of yamba, where people of lower social class are the most affected, since all society participates, but only the poorest are punished, showing that the law depends on social status.

The book is full of nuances, and the pace picks up as we go along. Human relationships such as love and friendship appear here, as well as religion and mysticism. The book is a perfect example of how literature puts us in different places, making us reflect on the evolution of drug policy while visiting a village in Senegal in the 1980s. Readers travel, in time and space.

@thereader2408
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