Jump to ratings and reviews
Rate this book

Morte nos Búzios

Rate this book
Em sua estreia na ficção policial, Reginaldo Prandi enreda o leitor numa trama surpreendente, desencadeada por um assassinato com características de sacrifício religioso. O delegado Tiago Paixão, que investiga o crime, acaba conhecendo os costumes de um terreiro de candomblé, descobre as intrigas entre os fiéis e precisa lidar com a ameaça de um conflito religioso violento.

A mãe-de-santo Aninha prevê a morte de uma mulher num jogo de búzios. Na manhã seguinte, a previsão se confirma: a cliente do terreiro de candomblé é encontrada morta com o pescoço cortado e a boca cheia de folhas de manjericão. Desvendar o homicídio, com aspectos de sacrifício religioso, é tarefa do delegado Tiago Paixão, que acaba se embrenhando na rotina e nos costumes do terreiro de mãe Aninha.
Um segundo crime com as mesmas referências supostamente religiosas faz com que o assassino fique conhecido nos jornais como "o Sacrificador". Logo surgem imitadores, desencadeando uma onda de violência na cidade. Enquanto o delegado Paixão se vê pressionado pela imprensa e por seus superiores, o terreiro de mãe Aninha se vê na mira de fanáticos religiosos e uma guerra santa à brasileira está prestes a estourar.

(fonte: editora)

248 pages, Paperback

First published January 1, 2006

Loading...
Loading...

About the author

Reginaldo Prandi

29 books17 followers
Doutor (1976) e livre-docente (1989) em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), é professor titular desde 1993 do Departamento de Sociologia da mesma universidade.

Tendo completado o ensino médio no Instituto de Educação "Monsenhor Gonçalves" em São José do Rio Preto, mudou-se em 1964 de Potirendaba para a cidade de São Paulo, iniciando o curso de medicina veterinária na USP, curso que abandonou ao completar o bacharelado em ciências sociais na Fundação Santo André em 1970. Iniciou, no ano seguinte, os estudos de pós-graduação em sociologia na USP (mestrado e doutorado).

Foi pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) desde sua fundação em 1969 até 1987 e professor da PUC-SP de 1972 até 1976. Em 1976 foi aprovado em concurso público para trabalhar como professor da USP, na Área de Sociologia do Departamento de Ciências Sociais, atual Departamento de Sociologia. Aposentou-se em 2005, continuando o trabalho docente como professor colaborador e desde 2012 como professor sênior do mesmo departamento.

Em 1983 fez parte do grupo que fundou o Datafolha, instituto de pesquisa do jornal Folha de S. Paulo, tendo criado a metodologia usada até o presente pelo instituto.

Participou do Comitê de Ciências Sociais do CNPq (1997-2000), coordenou o Comitê de Sociologia da Capes (2001-2004) e foi membro do Comitê Acadêmico da Anpocs (1992-1996). É pesquisador do CNPq desde 1975, enquadrado no nível 1A a partir de 1996 e pesquisador Sênior desde março de 2020.

Trabalha na área de sociologia, com ênfase em sociologia da religião, atuando principalmente nos seguintes temas: religiões afro-brasileiras (candomblé e umbanda), catolicismo, espiritismo e pentecostalismo. Além de artigos e capítulos, é autor de mais de 30 livros, incluindo obras de sociologia, mitologia e ficção, gênero a que vem se dedicando desde 2003.

Recebeu em 2018 o título de Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
0 (0%)
4 stars
1 (20%)
3 stars
3 (60%)
2 stars
1 (20%)
1 star
0 (0%)
Displaying 1 of 1 review
40 reviews5 followers
July 6, 2022
A premissa do livro chega a ser interessante. Alguns aspectos do desenvolvimento da narrativa, como a relação no Brasil entre as religiões afro e os evangélicos, são dignos de nota. O estilo é correto, mas um tanto insípido, sem captar o registro mais popular que deveria caracterizar os personagens. Por sinal, a caracterização psicológica tem poucas nuances. Enfim, um romance médio. Não é ruim, mas a literatura contemporânea brasileira oferece obras de maior qualidade.
Displaying 1 of 1 review