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Jornada dos Vassalos

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Desde 1580, para todos os efeitos práticos, Portugal era província da Espanha. Boa parte da Europa, também. A diferença era que a minúscula Holanda lutava contra o domínio espanhol pela sua independência. À força das armas, duas grandes empresas de navegação holandesas conseguiram quebrar o monopólio do comércio luso-espanhol no Oriente, e até se apossar da Cidade do Salvador, capital do Brasil. Van Dorth, o governador da Companhia das Índias Ocidentais, queria transformar a Bahia no "celeiro do mundo". Fez muito. Sofreu, igualmente. Seja pelo tragicômico choque religioso e cultural entre baianos e holandeses. Pelos amores interesseiros, proibidos ou clandestinos. Ou pela aproximação com a Casa da Torre de Garcia d'Ávila - o castelo-sede do maior feudo do Ocidente. Nos anos de 1620, as guerras e a politicagem corriam à solta no Velho Mundo. Demorou para que o Império Espanhol se propusesse tentar retomar a Bahia. Mas uma vez decidido, reuniu uma imensa frota luso-espanhola de 66 navios e, à expedição, deram o nome de "Jornada dos Vassalos". Ocorre que, a meio caminho da Bahia, os portugueses se rebelaram. Embarque nessa jornada. Como numa superprodução do cinema, você irá se divertir, se emocionar e se surpreender, como expectador privilegiado de momentos quase desconhecidos da História da Europa e do Brasil.

397 pages, Kindle Edition

First published November 15, 2014

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About the author

Aydano Roriz

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O editor e escritor Aydano roriz é brasileiro e nasceu a 6 de Junho de 1949 em Juazeiro, Bahia. Filho de Lamartine de Sá Roriz e de Avelice Simões Freitas Roriz, estudou Ciências Económicas e Administração de Empresas.

Aydano só começou a trabalhar aos dezoito anos de idade, em Salvador, Bahia, na companhia algodoeira do pai. Em 1971, aos 22, saiu da empresa familiar para montar o seu próprio negócio: a primeira discoteca da orla marítima de Salvador, chamada “Buatropi”. Foi um sucesso instantâneo. Ainda assim, em 1973, cansado da vida nocturna e pretendendo casar-se, fechou a discoteca e foi à procura de emprego. Acabou ingressando na filial da Abril Cultural em Salvador, como analista de crédito. Um ano depois era gerente da filial da Abril no Recife. Em 1976 foi transferido para São Paulo, como gerente de todas as filias da Abril Cultural. Em 1978 voltou a ser transferido, desta feita para a sede da Editora Abril, onde iniciou como Gerente Administrativo e, mais tarde, fez carreira de publisher, tendo dirigido, entre outras, as revistas: Playboy, Quatro Rodas, Nova, Cláudia e Capricho.

Em 1986, por se sentir sem perspectivas de crescimento profissional a curto prazo, pediu demissão da Abril e fundou a Editora Europa. Durante os primeiros sete anos, com muita dificuldade, conseguiu manter apenas uma publicação: a Revista Natureza. Só em 1995, com o lançamento da Revista do CD-ROM – a pioneira no Brasil a distribuir gratuitamente programas de computador em CDs-ROM – a Editora Europa finalmente descolou e chegou às 214 edições publicadas em 2006, aí incluídas 16 revistas mensais.

Leitor compulsivo dos clássicos da literatura e, numa outra fase, de romances históricos, Aydano Roriz acabou por se aperceber de que, graças aos romances históricos, conhecia mais da história da Inglaterra, França, Estados Unidos, Israel e até do Havai, que a do seu próprio país. Propôs-se, então, o desafio de escrever romances históricos focados no Brasil e, consequentemente, também em Portugal, Espanha e Holanda, países intimamente ligados à História brasileira dos primeiros séculos. O maior desafio era conciliar sólidos trabalhos de pesquisa com uma leitura agradável e que envolvesse o leitor. O background acumulado com a leitura dos grandes clássicos, aliado aos muitos anos de vivência na área jornalística, decerto contribuiu para o estilo peculiar que desenvolveu.

Em 1998, por influência da esposa, a psicóloga Tânia Marília Ribeiro Roriz, o casal resolveu fazer um gesto de retribuição à sociedade, sob a forma de acção social. Para tanto, criaram o “Instituto Tânia & Aydano Roriz”, uma instituição filantrópica que tem por objectivo “fomentar o progresso das comunidades, por intermédio do aperfeiçoamento cultural de cada indivíduo”. O trabalho de Acção Social do “Instituto Tânia & Aydano Roriz” foi reconhecido pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que chancelou o Instituto em 17 de Junho de 2002.

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