Es Siempre hay caminos, sin duda, una de las novelas cortas de Ciro Alegría mejor logradas, gracias a la simbiosis de cosmovisión, paisaje y psicología del hombre de tierra adentro, identificado con su soledad, su sentido de lo mágico y lo mítico. Basado en un triángulo amoroso formado por un aventurero celendino llamado Candelario, su burda y conflictiva conviviente Micaela y una desconocida que llega un día y se queda en la casa, sin revelar su origen y que apenas dice llamarse Eulalia Díaz.
A história está baseada em um triângulo amoroso formado por um forasteiro mulherengo e mentiroso chamado Candelario,sua atual companheira Micaela (ciumenta e desconfiada) e uma desconhecida que chega na casa deles sem revelar sua origem apenas diz se chamar Eulália Diaz. Também há uma garotinha de 5 anos Domi , filha de Micaela. ..que é judiada por sua mãe. Domi na sua inocência adora Candelario porque este lhe agrada com presentes e brincadeiras , não se importando com sua canalhice. Mas o que será que esconde essa mulher que aparece do nada qual um personagem kafkiano? O livro é cheio de referência à vida no campo , aos costumes locais nas aldeias, uma marca do Peruano Ciro Alegria que sempre foi um defensor do regionalismo, pois sua fonte de inspiração foram os humildes indígenas que eram magníficos contadores de histórias. Uma curiosidade do livro é que Candelario fuma muito, o próprio Ciro Alegria também fumava demais..seu cinzeiro ficava embaixo da cama, por consequência disso teve um câncer nos pulmões. Senti curiosidade de ler esse livro porque Otto Maria Carpeaux o cita no seu livro " História da literatura ocidental" ,e não me arrependi. Gostei muito!
novela corta muy buena. La historia de Candelario y un triangulo amoroso en Celendin. me quedo con las reflecciones de candelario frente a la fogata y la ultima parte contemplando las infinitas opciones y oportunidades de un futuro que se le presentan al borde del camino.