Em Os Guardiões dos Sete Portais, Rubens Saraceni traz a junção de duas obras por ele anteriormente publicadas e desta vez revistas e atualizadas, que são: Hash-Meir - O Guardião dos Sete Portais de Luz do Templo da Deusa Dourada e O Guardião das Sete Portas. Release: Em Os Guardiões dos Sete Portais, Rubens Saraceni traz a junção de duas obras por ele anteriormente publicadas e desta vez revistas e atualizadas, que são: Hash-Meir - O Guardião dos Sete Portais de Luz do Templo da Deusa Dourada e O Guardião das Sete Portas.
Hash-Meir é um mago do grande círculo do Grande Oriente que foi preparado, desde o seu nascimento, para enfrentar, com o propósito de vencer, a encarnação do Grande Guardião das Sete Portas das Trevas, Ptal.
Como ninguém consegue fugir ao seu destino, Hash-Meir também não fugiu ao seu. Andando ora na luz, ora nas trevas, enfrentou os magos negros que amparavam Ptal, sempre com muito esforço e dedicação, mas não se pode dizer se venceu ou perdeu. O certo é que, com sua garra, viu erguer a casta dos grandes sacerdotes do divino faraó.
Este livro certamente despertará o interesse daqueles que apreciam o ocultismo e que, por meio dele, tentam encontrar suas origens, seu ancestral místico e suas histórias esquecidas pelo sucessivo ir e vir do espírito eterno em suas reencarnações.
Rubens Saraceni foi um médium e escritor brasileiro. Fundador do Colégio Tradição de Magia Divina, colégio este que se destina a dar amparo aos magos iniciados nas magias abertas ao plano material e espiritual. Fundou a AUEESP - Associação Umbandista e Espiritualista do Estado de São Paulo, cujo objetivo é reunir os templos que atuam com a Umbanda Sagrada e ensinamentos de Rubens Saraceni. Comandou o Colégio de Umbanda Sagrada Pai Benedito de Aruanda, que oferece formação mediúnica e sacerdotal de Umbanda, bem como, sustentação, Religiosa e Magística aos que buscam o Conhecimento Sagrado sobre O Divino Criador Olorum (Deus), suas Divindades e seus Mistérios Geradores.
Este livro definitivamente se mostrou desesperador para mim. Mal escrito, confuso, prolixo; erigido a partir da construção de personagens inverossímeis, cujas faculdades motoras se mostravam capazes de fazê-los "volitar" entre ambientes inóspitos, estéreis e, pior, localizados em faixas frequenciais supostamente distantes e incompatíveis. Além disso, seu conteúdo faz algumas alusões a determinadas filosofias - tais quais o Vedanta - mostrando erros relacionais incríveis e facilmente corrigíveis a partir de leituras técnicas tradicionais. Convém ainda expor que quando o autor (ou, talvez, Pai Benedito de Aruanda) se utiliza de termos como "mentalismo", "abstracionismo" e "naturalismo", ele foge de qualquer coerência com a terminologia filosófica que se pode encontrar em Aristóteles, Platão, Espinoza etc, causando uma grande hecatombe - muitas vezes orientada pelos preconceitos que possui, mas aponta em outras religiões diferentes daquela que fundou, a Umbanda Sagrada. O lado positivo foi ter encontrado referências a entidades que em algum momento já se manifestaram para mim e cuja apresentação me causou incredulidade em determinado momento. No livro, algumas questões foram, portanto, sanadas, ainda que o toque fantasioso de Rubens Saraceni tenha - não sem esclarecimento sobre sua motivação em nota final pelo autor - se sobressaído. Se mais um comentário pode ser feito, ei-lo: endeusar Saraceni como o bastião da "verdadeira" Umbanda é mergulhar fundo em um hiato cognitivo, aviltante e na mais pura ignorância que aflora dele. Para se ler suas obras, faz-se necessário acompanhá-las dos escritos de W. W. da Matta e Silva, Rivas Neto, Roger Feraudy e outros, além de se buscar um genuíno exercício intelectual reflexivo e práticas meditativas em favor do alvorecer das faculdades perceptivas mais elevadas.