Aos quarenta e tantos, ela esperava estar em um relacionamento estável, um trabalho estável, uma moradia estável. No entanto, as coisas não saíram exatamente como ela esperava… Mas quando começa um podcast secreto e forma uma amizade improvável com Cricket, uma viúva de oitenta e poucos anos, as coisas começam a mudar. Porque Nell está determinada. No próximo ano, tudo será muito diferente. Mas, antes, ela tem uma confissão a fazer...
Este livro vai te fazer rir e talvez até chorar. Acima de tudo, vai te lembrar que você não está só.
Alexandra Potter is the best-selling author of fifteen romantic comedy fiction novels including Confessions of a Forty-Something F##k Up (which is now the basis of a major US TV show, NOT DEAD YET on ABC, Hulu and Disney+) MORE Confessions of a Forty-Something F##k Up, One Good Thing and her latest novel, SO, I MET THIS GUY.... These titles have been published in twenty-five territories and have sold millions of copies worldwide (making the bestseller charts in the UK, Germany, Czech Republic, Slovenia and Serbia).
Yorkshire born and raised, Alexandra lives in London with her Californian husband and their Bosnian rescue dog. When she's not writing or travelling, she's getting out into nature, trying not to look at her phone and navigating this thing called mid-life. https//www.instagram.com/alexandrapotter https://www.facebook.com/Alexandra.Po...
Depois de um começo lento e sem graça, a história se firmou por alguns instantes e dentre tantos contras, eu ainda gostei dessa história, só queria ter gostado mais, ter me apegado mais, porque não sei quanto essa história vai vingar aqui dentro, talvez nem tenha deixado uma semente pra trás. Se tirar as famílias com muitos filhos e uma casa enorme, a crise de meia-idade pode ser facilmente a crise dos trinta, ou dos vinte, até crises clichês de filme adolescente e talvez essa seja a ideia, mas acabou que imaginei esse livro tendo uma proposta diferente do que acabou sendo, já que pareceu só mais uma história idêntica a muitas outras sobre pertencimento, mas aquelas rasas e que não alcançam minorias e pessoas foram das caixinhas padronizadas. Senti que muitas inseguranças eram piras europeias, muito longe de uma familiaridade nacional. Eu odiei como por mais da metade do livro as pessoas pareciam ser todas vilãs, aquela coisa de que para sentir pena e entender a protagonista todo mundo ao redor precisa ser ruim. Parece exagero demais falar isso sobre um livro com narração em primeira pessoa, mas juro que existe essa mania de escrita muito chatinha. Gosto de histórias tragicômicas, de coisas indo e vindo sem uma verdadeira resolução, ou coisas sendo resolvidas sem alvoroço, porque adulto não tem tanto pique das emoções jovens. Por isso não dou uma nota tão baixa pra essa história, ela ainda foi boa, ainda teve momentos bons, só queria que não fosse tão "básica" Queria que fosse mais podcast do que resumos e queria que a ideia sobre amor platônico e amizades são família TIVESSE se mantido até o final, sabe? Enfim, só queria melhor, mas foi bom.
Leitura para sair da ressaca literária ou para acompanhar em uma viagem. Importante ver idades diferentes sendo abordadas. Pra quem viu a série, o enredo não é o mesmo. Gostei da escrita da autora, leve e ao mesmo tento proporciona boas reflexões, apesar de já ser um assunto muito abordado atualmente.
Entrega exatamente o que promete. Leitura rápida pra se sentir bem. Gostei que a personagem não cai em clichês de ser uma mulher tonta que só faz escolhas pra se auto sabotar. Ela tem bom senso, não vive na coitadolândia e nem carrega grandes traumas secretos. Ela está apenas passando por uma fase, a vida como ela é de vez em quando.
Ótimo para o que se propõe. Mas pode ser bem óbvio em dados momentos e o final poderia ser mais curto. A Cricket é simplesmente a melhor parte do livro, sem sombra de dúvidas!