“Era uma vez, na França, um pequeno camponês cristão que, desde a mais tenra idade, amava a solidão e o bom Deus. Como aqueles senhores de Paris tinham feito a Revolução Francesa e não deixavam as pessoas rezar, ele ia assistir à missa, com os pais, no fundo de um celeiro.
Os padres mantinham-se escondidos, e quando um deles era apanhado, cortavam-lhe a cabeça segundo as regras da arte. Eis por que João Maria Vianney alimentava o sonho de tornar-se sacerdote.
Mas, se não lhe faltava a oração, faltavam-lhe os conhecimentos. Apascentava os carneiros e trabalhava os campos. Entrou tarde para o seminário e fracassou em todos os exames.
As vocações eram cada vez mais raras, e no fim acabaram por aceitá-lo apesar de tudo. Foi designado para Ars, e ficou lá até à sua morte. O último sacerdote da França no último lugarejo da França.
Mas foi cem por cento sacerdote, o que não acontece com freqüência. Foi sacerdote tão completamente, que o último lugarejo da França acabou por ter o primeiro sacerdote da França, e a França inteira viajou para vê-lo.
Ora, ele convertia todos os que iam visitá-lo, e, se não tivesse morrido, teria convertido a França inteira. Curava as almas e os corpos, e lia nos corações como num livro.
A Virgem Santíssima ia visitá-lo, o demônio puxava-o pelos pés, mas não conseguiu impedi-lo de ser um santo. Foi promovido a cônego, a Cavaleiro da Legião de Honra – e depois a Bem-aventurado.
Enquanto foi vivo, nunca chegou a entender por quê. E essa era a melhor prova de que havia merecido a sua glória. Tudo isto se passou no século XIX, que é chamado, no Paraíso, onde se conhece o valor real das pessoas, o século do Cura d´ Ars”.
He considered himself as Martha but he actually was a Mary. All his actions were prayers....all 16 hours a day....everyday....for 30 years as Cure d'Ars. What an inspirational priest. In our day, priests are predominately effeminate and weak due to the prelates predilection. One hopes and prays that there is a iota of the Cure within all of them. The flock is in need....dire need.
Henri Gheon has a somewhat poetic style which is very engaging. Happily, it does not affect his biography in making it flowery, but enables him to bring the reader accurately into a scene of long ago. His Cure is a solidly real human being.
This book is very short, and you'll find yourself counting the remaining pages as you go. Highly recommend.
I wouldn’t read this for a critical review of this saint’s life, but it’s an excellent spiritual read and a quick one to boot. Ghéon is a lively and insightful writer and I will be sure to read his biography of St. Thérèse of Lisieux as well.