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Os Espíritos da Natureza

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Os espíritos da natureza são entidades fantásticas, dotadas de poderes sobrenaturais associados ao poder mágico da capacidade de imaginação. De todos os seres invisíveis, as fadas são as mais belas e dóceis criaturas. Acredita-se que elas têm o poder de interferir de forma mágica no destino das pessoas. Em sua essência, as fadas são estruturas abstratas de energia fluida, formada por condição astral, tão sensíveis quanto influenciadas pela emoção e pelos pensamentos. Apresentam-se como pequenos e belíssimos seres de asas diáfanas e roupas leves movimentando-se incessantemente. Pode-se dizer que são seres irracionais, poéticos, paradóxicos e muito, muito sábios.

94 pages, Paperback

First published May 1, 1990

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About the author

C.W. Leadbeater

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Charles Webster Leadbeater was an influential member of the Theosophical Society, author on occult subjects and co-initiator with J.I. Wedgwood of the Liberal Catholic Church.

Originally a priest of the Church of England, his interest in spiritualism caused him to end his affiliation with Anglicanism in favour of the Theosophical Society, where he became an associate of Annie Besant. He became a high-ranking officer of the society, but resigned in 1906 amid a scandal. Accusations of his detractors were never proven and, with Besant's assistance, he was readmitted a few years later. Leadbeater went on to write over 69 books and pamphlets that examined in detail the hidden side of life as well as maintain regular speaking engagements. His efforts on behalf of the society assured his status as one of its leading members until his death in 1934.

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April 9, 2025
O autor passa o conceito de que as fadas (todos os espíritos da natureza ligados ao plano telúrico, de forma etérica ou astral) são formas sutis de energia, nascidas através de anjos e devas, com sua própria trajetória evolutiva no mundo espiritual. Os elementais são os responsáveis pela criação e manutenção de grande parte de todo o ciclo de vida da natureza, em seu sentido mais natural, sendo eles os administradores de flores e suas colorações, plantas e suas formas, insetos e toda a infinidade de coisas que se possa imaginar. Sendo o homem um ser dotado de inteligência e individualização, e tendo em si caracteres revolucionários e ignorantes que o distanciam deste contato, está, por conseguinte, em grande parte, se afastando da relação com estes seres, todas as vezes que substitui florestas por cidades, rios por esgotos, despertando assim a ojeriza das fadas. Isso explicaria então o porquê de no passado termos tido tantos relatos de seres fantásticos, e nos dias de hoje, tudo soar para nós como lendas de contos de fadas, aos quais, apesar de nosso anseio, só temos conhecimento através de reproduções cinematográficas. Segundo o autor, quanto mais distante do contato com a civilização humana, mais simpáticos eles são para conosco, traçando assim uma distinção entre os elementais que residem em rios e florestas (que são mais avessos e arredios a nossa presença) e aqueles residentes nas superfícies do mar (muito mais simpáticos a nós). Interessante o raciocínio de que, no período anterior ao advento do Cristianismo, o mundo religioso era povoado por uma infinidade de deuses e divindades menores. O Judaísmo é o precursor do pensamento moderno de que Deus é um só. Esse pensamento é disseminado pelo Cristianismo e ferrenhamente defendido pelo Islamismo. Deixo para os cientistas da religião e exegetas investigarem se o monoteísmo existe de fato ou se toda esta ideia não passa de puro marketing espiritual, pois pessoalmente já tenho minhas conclusões de que tudo é parte de um todo e, se esse todo é Deus, então tudo é Deus e, logo, existem infinitos deuses e deusas. É recorrente no paganismo o conceito de que, apesar da pluralidade, apesar de um panteão com diferentes Deuses, todos eles, e as criaturas sob seus comandos, são advindos de uma fonte única. Concordo com a ideia de que em todo o mundo moderno o esforço exercido pelas religiões monoteístas para desvincular o povo de seus mitos e crenças foi em certo nível falho e vão. Pessoas e religiões se viram na obrigação de adaptar sua magia, fé e seres espirituais a linguagem imposta por aqueles que teimavam em lhes dizer que só havia um Deus antropomórfico definido como um ser externo no controle de tudo e todos. E sinceramente, creio que a cada dia que passa essa crença perderá ainda mais e, gradualmente, a sua força e importância. Na minha concepção, é esse o caminho da libertação mais profunda que o ser humano pode encontrar.
Eis o trecho que mais gostei: “...O homem corta e mata as árvores, corta as ervas, arranca as mais belas flores e sem qualquer remorso as deixa morrer. Mata a amável vida no seio da natureza, colocando em cima de flores e plantas placas de cimento, tijolos, estradas de asfalto; manipula produtos químicos provocando odores horríveis e matando a fragrância das flores com a fumaça preta saída das chaminés das indústrias químicas. É estranho que as fadas fujam e se afastem de nós, da mesma maneira que nós fugimos das cobras venenosas? ...”
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