3.5
Este segundo livro da Memories agarrou-me, principalmente pelo casal principal. Há farpas, há cenas fofas, há tensão, e isso tudo me fez dar um sólido 3.5. É daquelas relações que tu queres mesmo acompanhar, tipo novela, mas sem aquele drama exagerado de cada segundo.
A escrita? Flui melhor que água numa torneira nova. Não engasga, não cansa, e os diálogos são tão naturais que se eu fechasse os olhos até podia jurar que estava a ouvir aquela conversa na cafetaria da esquina. Isso facilita imenso a leitura, faz com que as páginas se virem sozinhas — sem esforço.
Todo o envolvimento do hacker dá uma mistura à narrativa completamente fenomenal.
Mas, e há sempre um mas… aquela parte final da Lizzie? Meh. Não vou dar spoilers, porque não sou má pessoa, mas queria mesmo que aquele drama ficasse só neste livro, em vez de estar para se arrastar nos próximos. A história principal não é dela, e senti que aquele drama era suposto ficar neste livro.
Por fim, fiquei curiosa — e não é pouca coisa — porque o próximo livro vai focar-se no Chad, o personagem que, na minha opinião, é o mais misterioso e menos explorado de todos. É tipo aquele amigo do grupo que está sempre ali na sombra e a gente quer mesmo descobrir o que se passa dentro da cabeça dele. Se o próximo livro conseguir agarrar isso, já vou a caminho do 5 fácil.