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An Introduction to Chaos Magick

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Book by Savage, Adrian

50 pages, Paperback

First published March 1, 1989

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About the author

Adrian Savage

5 books1 follower

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Community Reviews

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1 (7%)
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2 stars
3 (23%)
1 star
2 (15%)
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
Profile Image for Bat Zion.
14 reviews
June 19, 2025
É apropriado que um "livro" sobre magia do caos seja dessa forma (e digo livro entre aspas porque, como outro reviewer disse muito bem, é mais um livreto de 50 páginas). Esse texto glorificado assombra a internet desde seus primórdios, como aqueles e-mails de maldição da menina do poço - só que, em vez de maldições, você encontra parágrafos intermináveis e uma porrada de desinformação. Okay que pesquisar era um desafio no final dos anos 80, pré-Google, mas, meu D'us, este texto está repleto de teorias desacreditadas até mesmo antes do nascimento do próprio Savage. A falta de edição e pesquisa é um soco no estômago, arruinando qualquer chance de "partes boas" redimirem esse panfleto que Savage chama de livro.

Sim, o livro tem partes boas, mas minha avaliação de uma estrela é implacável: é exaustivo tentar separar a verdade da pura fantasia de Savage. Se você é um leitor versado em caos e ocultismo, tem tempo de sobra e um filtro mental calibrado, talvez encontre algo útil. Ainda sim, a necessidade de conhecimento prévio para peneirar o conteúdo contradiz totalmente a proposta de uma "introdução".

Uma breve lista de erros
Um dos pontos mais notáveis e engraçados do livro é a forma como Savage aborda a história de movimentos ocultistas. Por exemplo, a afirmação de que wicca e satanismo se originaram na Europa Medieval. Quote do livro:

"Vamos começar pela Europa Medieval. Foi durante esse período que se desenvolveram três ramos do ocultismo que ainda influenciam o pensamento mágico ocidental até hoje: Wicca, Satanismo e Magia Cerimonial."


Ele parece ecoar a "hipótese do culto bruxo" de Margaret Murray (ele até menciona ela no livro), que teorizava uma antiga religião pagã subjacente aos julgamentos de bruxaria, sendo essa a wicca. A wicca, embora inspirada no paganismo pré-cristão, é uma religião sincrética contemporânea, não uma continuação direta de antigas crenças medievais. Ao longo do livro, ele continua falando sobre "wiccanos medievais" e como "os wiccanos foram mortos por cristãos durante a caça às bruxas". A ideia de "bruxas hereditárias" que sobreviveram à Inquisição desconsidera a cronologia e a formação da wicca por Gerald Gardner no século XX. O mais bizarro é que ele menciona Gardner no livro... vai entender!

Savage também claramente não entende o satanismo. Alguns quotes:
"O satanista celebra a Missa em Latim ao contrário, zombando dela."

"o satanista vê o Diabo . . . como um salvador pessoal que o recompensará com poder e riquezas terrenas por estuprar a esposa de seu vizinho."

"Ao contrário da Wicca e da Magia Cerimonial, o Satanismo parece ter mudado pouco desde o dia de seu nascimento."

Tal representação está mais alinhada a relatos fantasiosos dos anos 80 e 90 do que à prática de satanistas.

O pior erro do Savage, e é assim porque o erro é tão... idiota e óbvio, é este:
"Além disso, eles concordam que a natureza interior do homem – que o hindu chama de “Atman”, o budista de “sem alma” e o taoísta de “Não-Eu” – é idêntica à do universo. Em todas as três religiões, conhecer existencialmente essas duas coisas é considerado Iluminação — libertação de visões e opiniões, todas as quais só podem ser falsidade, escravidão e ilusão."

Sim, você leu isso mesmo. Savage está equiparando anatta (o conceito budista de não-eu) com atman (eu individual). São conceitos fundamentalmente opostos. Anatta em sânscrito é anatman, an significa “não”, ou seja, literalmente não-atman ou sem-atman. Sem atman, sem eu.

Para os curiosos, eu analisei todos os erros no texto nesse post aqui.

O que é bom no livro
Em alguns tópicos, Savage demonstra um entendimento sólido. Sua explicação sobre os sigilos e o trabalho de Austin Osman Spare é um exemplo claro. Aqui ele foca no que realmente domina, explicando como o poder dos sigilos reside no seu efeito sobre o inconsciente e a necessidade de criar desenhos que a mente consciente esqueça. Se o livro inteiro fosse focado de forma mais limitada, a qualidade seria infinitamente melhor.

Em suma, "An Introduction to Chaos Magick" é uma leitura torturante, mas pelo menos é curta.... beeeeem curta. Tão curta que não vale a pena gastar seu rico dinheirinho nela. Além do mais, pra que pagar, se o sem vergonha do site Morte Súbita roubou o texto sem o mínimo de crédito? Hehe...
Profile Image for Fabian Dee.
32 reviews2 followers
November 20, 2023
My review may well be longer than this book (joke). This book is 50 pages long and the text is large enough for an old age pensioner who has misplaced their reading glasses to read. So it can actually be condensed down to just over 8 A4 pages. I saw a pdf on the web for it and thought it was just an extract, but no, that's it!!

It is quite insightful in places regarding the nature of chaos magic and how 80s CM authors differed in approach etc. and relating it to other contemporary currents. Does focus however on Julian Wide and Ray Sherwin, and the Circle of Chaos to a lesser extent. Strangely no mention of Peter Carroll! Several other authors have been bypassed. It is however written in a rather casual style, and he doesn't really explain some of his assertions and some of many claims are inaccurate or erroneous. He hasn't really checked anything. He can't even get the name of Paula Pagani's book right, it is The Cardinal Rites of Chaos not The Rites of Chaos. Also I don't trust his use of the term Wiccan to mean witch in the context of CM, as he seems to equate the two to be the same in the same way that Wiccans often do. It is also quite pretentious in places.

It doesn't really go into the history of CM at all, which is lazy and incomplete. It says the IOT broke away from the OTO. I'm not sure if this is strictly true, maybe it's an interpretation, as ceremonial magicians got together to do something different. Breaking away suggests a lodge broke away. It is supposed to be an introduction to what CM is after all, so only mentioning the subject in one line is not good enough. His history of ceremonial magic is flawed but not as horrific as his description of Wicca and Satanism.

Also, it tries to summarise what Satanism is about and quite frankly, the author does not have a clue what he is talking about. He claims Wicca and Satanism date back to Medieval England! He seems to assume it is theistic inverted Christianity and devil worshipping, and appears to know nothing about LaVey Satanism or even Theistic Satanism. He can't have read anything on the subject, nor met any proper Satanists and it appears he is basing his views on what he has read about heavy metal or talking to a few metal fans. Few interested in CM would be interested in how Wiccan magic works, so really he could have just stuck to talking about CM and its ceremonial magic roots and how it differs from ceremonial magic. He assumes Wicca is medieval paganism, evidently he believes every lie from Gerald Gardner and every deluded Wiccan, whilst having done no reading on the subject. So for that, that totally undermines his credibility. What else does he not have a clue about? If he doesn't know, he shouldn't say anything.

There is nothing of any practical value for actual magical practice here. But it is interesting nonetheless, framing it in a useful context. The end of 'book' talks about why American culture is interested in CM, so evidently it is written from a US perspective and he has just read a few British CM books.

So he has done 30% of the job of an intro to CM IMO. With some proper editing, and rewriting the parts about Satanism and Wicca to not look like an idiot, and a proper history, it would make the good opening chapter for a book on CM. But it's only 8 pages and out date so why would anyone bother?I assume it originally retailed for a few dollars but at today's prices you could only justify buying one of the cheapest copies, reading it once, then selling it for the same price or more, as you will likely only read this casually written and in places cringey essay once.
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