Mariana Esteves é uma galerista de sucesso, cuja vida muda após uma exposição. Um bilhete anónimo cai-lhe nas mãos, assinado «O Escultor». No papel, surgem ameaças a si e à sua companheira de casa, Alice. Mariana ignora as mensagens do Escultor, mas há um dia em que percebe que não o pode evitar mais: Alice foi levada.
André, um jovem agente da Polícia Judiciária, é o homem que investiga os casos do artista anónimo e não consegue esquecer os rostos das mulheres desaparecidas ao longo dos anos. Para Mariana, ele é apenas um agente a quem deve dar o mínimo de informação para encontrar Alice. Para André, ela é uma mulher fria, a quem jura arrancar toda a verdade para fechar este caso de uma vez por todas.
O escultor é um thriller tão obscuro quanto inesperadamente romântico. Dos delírios de um artista fanático desenha-se a história de um homem e uma mulher que, juntos, tentarão escapar às garras de um terrível homicida.
Carina Rosa nasceu em Lisboa em 1986 e vive no Algarve. Passou grande parte da sua vida num ginásio e depois de ter integrado, como atleta, nas épocas de 2002-2004, a Selecção Nacional de Trampolins e Desportos Acrobáticos, participando em várias competições internacionais, descobriu na escrita uma outra paixão. Licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade do Algarve e trabalhou em jornalismo de imprensa, na rádio e televisão online. No entanto, a ginástica foi sempre a sua casa e é trabalhando com classes de formação gímnica que passa os seus dias, como técnica de Ginástica Acrobática. Considera-se uma apaixonada pelas artes e pela cultura, no geral, estabelecendo uma relação muito próxima entre a música, a dança e as letras. A escrita é uma paixão que tomou forma em 2012, ao publicar o seu primeiro romance O Intruso. Desde então tem-se dedicado a escrever diversos romances, uns mais leves, outros com um carácter mais denso, entre histórias contemporâneas e policiais, os seus géneros favoritos. Gosta de abordar as diversas relações com um balanço entre o realismo e o drama. Em 2013, deu a conhecer aos leitores As Gotas de um Beijo. De momento, tem um romance policial prestes a sair. A Sombra de um Passado é a sua terceira obra publicada.
"O Escultor" é o primeiro livro da autora Carina Rosa que leio, após ter lido alguns dos seus contos. Parti para esta leitura com algumas expectativas, mas confesso que as mesmas não foram correspondidas, em parte por minha própria culpa. Para mim, talvez por ter visto comentários anteriores à publicação do livro & ebook, este livro seria classificado como um policial e como tal, esperava encontrar elementos que me prendessem à história e o prólogo até o fez. Gostei bastante, está bem construído, intenso e faz-nos ficar curiosos... o problema vem depois. Toda a história se perde demasiado em romance (o livro é um romance policial) e partes que, infelizmente, tornaram a leitura aborrecida. Existem demasiadas personagens, demasiadas partes que não levam a lado nenhum e demasiado romance... este livro dava sem dúvida um bom romance erótico a julgar pelas várias cenas de sexo que se encontram ao longo da sua leitura.
Falando um pouco sobre as personagens, gostei da diferença bem vincada entre as personalidades da Mariana e da Alice, mas gostei ainda mais do "escultor". Para mim foi sem dúvida a personagem melhor conseguida de toda a história. Eram sempre os capítulos dele que me agarravam à narrativa e me davam vontade de continuar a ler. Adorei toda a sua loucura psicológica, sem dúvida um excelente trabalho da autora. Quanto às restantes personagens foram-me indiferentes e não consegui sentir nunca empatia e química entre elas.
Gosto da escrita da Carina, mas esta história não me cativou o suficiente para que a possa classificar com mais do que um "it was ok".
A minha estreia com a autora não podia ser melhor. Gostei muito, da história em si, da ação decorrer no Algarve, local que eu adoro,em Portimão , onde tantas vezes vou de férias! Bom livro recomendo!
Quando terminei esta leitura não sabia bem como a classificar aqui no Goodreads, pelo que gostaria de deixar claro que as minhas 2 estrelas foram dadas pela classificação do Gr, ou seja, é um "it was ok". E porquê um "it was ok"? Apesar de ter gostado, no geral, deste livro houve vários momentos em que a leitura se tornava ligeiramente maçadora e também não consegui ligar-me muito às personagens, que embora não me tenham conquistado devo salientar que gostei do trabalho da autora quando criou várias personagens tão diferentes entre si. Quero ainda falar sobre o que considerei um ponto muito forte deste livro: o vilão. O Escultor foi a melhor personagem do enredo e a autora trabalhou-o de forma excelente; a sua mente doentia, o seu passado, a sua forma de agir... foi sem dúvida um personagem que ficará entre os meus vilões favoritos!
"O Escultor" é uma leitura agradável que certamente agradará a leitores de romance-policial.
"O Escultor" foi o primeiro livro que li da autora Carina Rosa. Quando o livro saiu chamou-me bastante a atenção por causa da capa que está perfeita para a história que vamos encontrar.
O livro começa de forma bastante intensa e viciante levando-nos a conhecer o passado do "escultor" o que me aguçou de imediato a curiosidade. Há medida que fui avançando na leitura foram-me sendo apresentadas várias outras personagens: Mariana, Alice e Pedro merecem destaque. Gostei da forma como a autora trabalhou as suas personalidades tendo o cuidado de os humanizar ao dar-lhes bastantes diferenças de caracter. Não demorou até que o "escultor" voltasse a fazer parte da narrativa, mas claro com bastante mistério em seu redor o que, mais uma vez, achei muito positivo. Apesar de ter gostado da evolução da história houve alguns capítulos que não foram capazes de me manter interessada e os quais acho que poderiam não existir, uma vez que não contribuem propriamente para a trama. Compreendo a intenção da autora ao criá-los, dando ao leitor mais background sobre a personagem Alice e adensando as diferenças entre ela e a Mariana. Pedro foi uma personagem que até me estava a cativar até ao ponto em que de um momento para o outro enlouquece, não que não tenha gostado, mas acho que foi tudo demasiado rápido e isso fez-me perder o interesse pela personagem. Contudo, adorei a intensidade dos acontecimentos que se seguiram entre ele e a Mariana. Há medida que fui continuando a ler senti-me oscilar entre períodos em que estava completamente agarrada ao livro e outros que me afastavam da leitura. Mais tarde surge uma nova personagem, André, que foi incapaz de me conquistar, na verdade ele não fazia qualquer falta à história, ou pelo menos não no sentido que acabou por ter. Acho que o livro teria beneficiado mais se ele fosse somente um policia a fazer o seu trabalho, pois não consegui sentir qualquer tipo de química entre ele e a Mariana e pareceu-me que a relação deles foi muito forçada como se ele tivesse surgido só para que ela não ficasse sozinha. Regressando à minha personagem favorita: "o escultor" merece todos os elogios, é sem dúvida a melhor personagem de toda a história e a autora trabalhou de forma excelente toda a sua psicologia e loucura levando o leitor a vibrar durante os seus capítulos. Tive pena do desfecho rápido desta personagem. Quanto ao final do livro... para mim o livro tinha terminado de forma brilhante após a conclusão do caso, porém existem mais alguns capítulos que, sendo muito sincera, não me entusiasmaram fazendo com que não gostasse muito do final.
"O Escultor" foi no geral uma boa leitura que me permitiu conhecer mais uma autora portuguesa que passarei certamente a seguir.
“O Escultor” começou muito bem, a autora soube introduzir os seus personagens, criando o suspense necessário que me agarrou logo à história. Mas ao longo da leitura, fui perdendo o entusiasmo. Num thriller, espero sempre ficar na dúvida até ao último momento se as minhas teorias estão correctas, no entanto, neste livro, tenho essa confirmação muito antes de o livro terminar e o resto da história acaba por perder o interesse.
A introdução a Alice e Mariana começou de forma lenta e muito eficiente. Ficamos de imediato a saber tudo o que precisamos delas, mas sem fartar ou revelar em demasia. Assim que Alice é raptada, os seus tempos em cativeiro também são passagens que me prendiam, mas Mariana por seu lado começou a fraquejar como personagem. Começou muito bem mas a meio da narrativa perdi o interesse nela... Culpo muito o suposto "romance" com o detective. Algo que era suposto prender o leitor mas que apesar de ser fofinho, acabou por me afastar, pois achei um romance demasiado rápido e um pouco insonso, faltava ali uma pequena faísca para que eu começasse a acreditar realmente nele.
É um livro bom que nos prende nos momentos certos. Mas que peca por ser um livro demasiado longo com partes que podiam simplesmente ser eliminadas. Recomendo se querem descobrir alguma literatura portuguesa. Uma autora que tenho visto sempre a melhorar e que me desperta curiosidade.
-----beta reader----- A autora está em fase de reestruturação do romance. Tenho o privilégio de ser sua beta-reader e, assim sendo, vou dando palpites. Ao contrário de muitos pseudo-autores (poderia disparar alguns nomes, mas não vale a pena: trata-se de pessoas cujos únicos leitores são os amigos que conseguem ludibriar), a Carina tem potencial. Mas ainda está em crescimento e, para que o livro venha a ser melhor do que é de momento, vou dar-lhe tempo para o fazer renascer.
Um thriller fantástico, com uma história que nos agarra até ao fim. Muito bem escrito, bastante fácil de ler . É impossível ficar indiferente a este thriller.
Fantástico, Carina Rosa melhor a cada livro! Um grande policial, com direito a muito suspense e mulheres fantásticas, cheias de coragem e amor! Parabéns!
Tinha muitas expectativas com este novo livro da Carina Rosa, pois tenho acompanhado o seu trabalho com bastante interesse. E sendo este um livro, que se estava classificado como thriller, a curiosidade ainda era maior, pois gostava também de perceber como é que a Carina se tinha comportado num registo mais afastado dos romances românticos. Mas, e tal como a sinopse refere... "O escultor é um thriller tão obscuro quanto inesperadamente romântico." Por isso, esperava também algum romance.
Mariana é uma galerista de sucesso e que vive para o trabalho mas,após uma exposição, encontra um bilhete anónimo, a ameaça-la e também a sua colega de casa, Alice. Mariana acaba por não dar importância às mensagens do Escultor, até ao dia em que Alice é raptada. Paralelamente, Mariana sofre também uma experiência traumática, que vai tentar esconder a todo o custo. Temos também Pedro, um escultor e antigo professor de Mariana e para o qual esta trabalha e ainda André, o inspector da PJ que está encarregue dos casos de mulheres loiras, que desaparecem misteriosamente, como também do caso de Alice.
A história inicia-se com um capítulo muito intenso e que nos deixa logo muito curiosos. No entanto, senti que a história tinha romance e algumas cenas eróticas, desnecessárias pois acabo por preferir livros menos românticos. Confesso também, que a dinâmica do par romântico, Mariana e André, também não me convenceu, pareceu-me uma aproximação algo forçada e apenas uma atracção física. Para mim, teria funcionado melhor se André tivesse sido apenas o papel de investigador. No que respeita a personagens, excepto a do Escultor, nenhuma das outras me cativou, nem as masculinas. Não gostei particularmente de Mariana, nem percebi muito bem o porquê de esconder à polícia o que lhe tinha acontecido, nem algumas das suas atitudes. Achei interessante a relação de amizade entre Mariana e Alice, e em como duas personalidades tão diferentes conseguem criar um forte elo. Mas, o ponto forte é, sem dúvida, o "Escultor" que para mim, é a melhor personagem do livro. A sua loucura, a sua obsessão, a forma como nos consegue, a nós leitores, fazer sentir medo. Uma mente doentia.
Infelizmente as minhas suspeitas confirmaram-se demasiado cedo e julgo que a história teria ficado a ganhar, se a autora tivesse mantido o suspense, em torno do Escultor, mais até ao final. Mas mesmo assim, foi uma leitura muito boa, principalmente nos capítulos dedicados ao Escultor, que nos consegue fazer suster a respiração e arrepiar com o seu comportamento e lado negro.
Um thriller romântico e que recomendo para quem gosta, quer de histórias mais negras mas também de romance.
Estou sem palavras para este livro. Demorei imenso tempo a ler, não porque achasse a narrativa lenta ou a escrita enfadonha. Mas, porque queria aproveitar cada momento deste livro. Adorei as personagens, adorei a escrita da autora e além do mais, amei a história. É um livro super bom e que recomendo a leitura. Temos aqui um livro recheado de romance sensual, com uma pitada de policial e uma grande dose de amizade.
As personagens encontram-se bem caraterizadas. A história está bem delineada, nota-se que a escritora preocupou-se em não deixar falhas. O final foi sem dúvida surpreendente. Durante todo o livro tentei criar as minhas próprias teorias, algumas acertei outras errei completamente. Temos um final inesperado, e surpreendente. Posso garantir que vão surpreender-se imenso ao longo de todo o livro.
Ainda quanto às personagens digo-vos que as minhas preferidas foram a Mariana e o André. Por motivos óbvios! Contudo, eles foram as personagens mais misteriosas que conheci. A determinação da Mariana juntamente com a determinação do André, torna-os numa dupla implacável. Ninguém os detém! Apesar de não se darem assim tão bem, eles acabam por ser muito semelhantes. O passado de André foi o que chamou mais a minha atenção, adorava descobrir ainda mais, mas a Carina soube dar-nos a dose certa do passado do Agente da Polícia Judiciária.
Quanto à nossa galerista e personagem principal, Mariana, digo-vos que ela surpreendeu-me imenso. Não estava à espera que ela tivesse uma grande evolução ao longo da história como teve. Valorizei imenso a sua personalidade, determinada, sabe o que quer, forte mas ao mesmo tempo com os seus receios. Mariana faz tudo para cuidar da sua parceira de casa e grande amiga Alice. Adorei a amizade destas duas. Alice e Mariana são água e fogo, totalmente diferentes, mas os opostos atraem-se e é o que acontece com estas duas.
Trata-se de um thriller muito misterioso e obscuro. Nem imaginam quantos segredos vão descobrir ao longo da história. Recomendo o livro, é o ideal para quem quer começar a ler thrillers. Temos aqui uma aventura a tentar desvendar assassinatos e a tentar descobrir quem pode ser O Escultor. Querem um conselho? Vão a correr comprar este livro, vão adorar!
Em antes do mais quero agradecer à Carina, por ter ganho um passatempo no facebook e me ser disponivel ler a obra.. E como prometido fica aqui a minha opinião, quero só dizer que Infelizmente entre a leitura do livro tive que fazer uma paragem praticamente de dois meses.. Lendo metade de um livro no final do ano, e só agora o restante, detesto faze-lo, uma vez que para estar mais dentro da historia, gosto de ler um pouco todos os dias, mas à coisas às quais não temos controlo, e por isso só hoje a opinião Carina.
Comecei o livro bastante bem, sendo logo viciante e querer le-lo a cada segundo, como em todos os livros da Carina a escrita é muito fluida, gostei logo de toda a aura existente em volta de Mariana e Alice, fiquei logo curisosa com Mariana, uma vez que nao é muito comum termos uma personagem principal como ela... mas a partir do momento em que tudo acontece, quando a Alice é levada, houve ali uma quebra em que a leitura nao se seguiu com o mesmo entusiasmo, nao achei muito necessario o facto de Mariana nao contar logo tudo o que se passou, ou uma parte que seja, por um lado compreendo, mas para mim não fez muito sentido, assim como a aproximação de André em termos mais pessoais tambem não me convenceu, sei que é um romance policial, mas penso que o livro teria mais a ganhar se não tivesse o romance, ficaria mais real, na minha opinião.. no entanto, depois da tal quebra, quando o inspector finalmente sabe de tudo, já me prendeu novamente, todo o desenvolvimento, toda a mente preversa de Pedro, todo o cenário e o desenrolar..
Tambem gostei do final, uma vez que muitas vezes os autores nos deixam pendurados na nossa propria imainaçao.. acabando o livro, mesmo no final do acontecimento, ou fazendo depois um epilogo ( não que isso seja mau, muitas vezes ate é melhor) no entanto no escultor, gostei de ver mágoas a serem resolvidas, verdades a serem ditas e um futuro por construir.
No final de ler o livro, o pensamento quue me veio á cabeça é que apesar de ter lido quase todos os livros da Carina, as personagens são todas completamentes diferentes, e isso é muito dificil, muitas vezes damos por nós a pegar num livro duma mesma autora que ja lemos, e os pensamentos, as caracteristicas das personagens serem muito parecidas, e isso ainda nao aconteceu com a Carina, todas sao tão distintas.
Gostei bastante, só não classifico com 4 estrelas porque tive alguns problemas na tal quebra.