Em um reino dividido, onde a luxúria, a ganância, a soberba, e outro males são idolatrados pelo povo, Caledrina Cefyr é um prodígio. Treina desde a infância para ser infalível, desenvolveu perfeitas habilidades de batalha e para a proteção das fronteiras contra selvagens. Com sede de tornar o seu nome grande, Caledrina embarca em uma jornada na qual toda a sua realidade será questionada.
livro juvenil evangelístico. Para fãs de C.S. Lewis, a história carece de aprofundar no elemento fantástico sem se preocupar tanto com a representatividade bíblica. A parte da fé é excelente, mas restringe o público alvo.
Em um mundo distópico, uma menina que sofreu a vida toda pelas consequências de um erro de criança, falha em um ponto crucial de decisão em sua vida. Então ela é enviada em uma missão praticamente suicida, e encontra a vida.
Seguindo uma temática cristã, inicialmente notável apenas por cristãos, e posteriormente de forma escrachada, Caledrina faz uma jornada que envolve, entre outras coisas: conversão, perdão, arrependimento, sacrifício e todo o resto; de forma elegante, que lembra outras obras com temáticas também cristãs.
Os pontos altos do livro são os personagens cativantes, mesmo que eu acho que Dwiok poderia ter mais participação no enredo da história. Mas o melhor é: até o final, a autora consegue manter o leitor na mesma cisma do eu lírico com relação a missão e aos personagens que surgem aos metade do livro. (Tentando não dar spoilers aqui.)
Dado que você sobreviva ao capítulo 1, totalmente expositivo e excessivamente longo você será agraciado com uma história de conversão e propósito bem contada. (Eu quase larguei o livro, mas minha política de ler pelo menos um terço antes de parar me impediu disso.)
Os pontos baixos do livro são: - exposição excessiva em alguns pontos - todos os personagens, tirando a protagonista, têm pouca atuação no avanço da história - algumas colocações e frases de sabedoria são ditas de forma não natural, faz parecer que a conversa foi forçada para encaixar a frase lá - o simbolismo deixa de ser simbólico, no começo do livro, para virar uma cópia bíblica próximo ao final (talvez para um não cristão os simbolismos do final não caiam tanto numa espécie de vale da estranheza)
No geral o livro é bom, com um final inesperado e interessante, até a parte que só parece uma última exposição de despedida. Com certeza voltarei a esse universo para ler mais sobre Caledrina Cefyr.
MEU MAIS NOVO LIVRO FAVORITO. é, ele me fez sentir um misto de emoções, eu ri, me irritei, gritei, fiquei feliz, chorei (muito) e eu falei que não ia favoritar nem dar 5 estrelas porque os caps são enormes. mas quem liga? eu leria ele novamente 10000 vezes se fosse preciso e nem me importaria com os capítulos grandes. esse livro é muito muito muito lindo. te amo Arnalém, te amo.
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Sinceramente, não gostei. A história não me motivou para continuar a leitura, passei muito tempo para terminar de ler. Apesar das partes que lembram a Bíblia, não achei que ficou legal.