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Aqui, Agora - O encontro de Jesus, Moisés e Buda
Um livro bem-humorado e de linguagem direta, que levará o leitor a perceber a importância de viver o presente mais atento às suas emoções. Ian Mecler destaca a necessidade de despertarmos para cada momento, focando no aqui e agora, sem nos preocuparmos em controlar tudo à nossa volta, o que naturalmente nos levaria a revelar um outro lado da mente: uma versão mais criativa e brincalhona de nós mesmos. Sem privilegiar uma vertente religiosa, Ian fala sobre os grandes mestres Jesus, Moisés e Buda, garantido ao texto uma pluralidade que irá agradar a diferentes tipos leitores, independentemente da religião que praticam.
175 pages, Paperback
First published January 1, 2010
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Community Reviews
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
July 25, 2018
O livro é ideal para auxiliar pessoas com excesso de apego, raiva e depressão. Também pode interessar aos amantes da meditação, além servir como uma preparação para o estudo da Cabalá (uma pré-introdução).
O propósito do livro é possibilitar que leitor consiga focar-se no "aqui e agora", ou seja, alcançar o "estado de presença". Focar-se no presente evita os problemas do foco no futuro (que leva ao tédio ou à frustração e à consequente depressão) e no passado (à culpa e ao remorso). A chave para a alegria é o presente. A metodologia consiste em apresentar os conceitos e usar histórias (a maioria do velho testamento da Bíblia) como apoio nas explicações, sempre com o viés da interpretação: a Bíblia não pode ser tomada literalmente. Também costura os princípios e conceitos que vão surgindo a histórias referentes a alguns mestres conhecidos, como Jesus, Moisés e Buda. Adicionalmente, apresenta práticas meditativas que visam facilitar a mudança de comportamento.
No âmbito da Cabalá, é um livro um tanto raso (muito pouco é realmente falado sobre ela). Por outro lado, utilizando um série de reflexões, permite uma poderosa mudança de perspectiva, o que, em última instância, prepara a pessoa para a recepção dos conceitos e da estrutura da Cabalá (cuja compreensão podem ser bem difícil). Além disso, essa mudança de perspectiva pode ser muito útil para pessoas que sofrem com excesso de apego, raiva e depressão (conforme mencionado anteriormente).
Temas abordados:
* Questiona a necessidade de viver os problemas 24h por dia, como fazem algumas pessoas. Também aborda a questão do apego: quem passa por uma tragédia financeira pode abater-se ou pode aceitar que o fato aconteceu e seguir em frente.
* Fala da afinidade: tendemos a atrair pessoas que têm o mesmo estado de ânimo que nós.
* Amor é unidade: se o outro é apenas um meio para a minha satisfação, o amor verdadeiro fica faltando. Talvez seja preciso domar e limitar o ego.
* A resolução de conflitos deve acontecer do meu lado. Não que o problema não possa ser o outro, mas a perspectiva, o quanto aquilo nos incomoda, é responsabilidade nossa.
* O riso no tratamento das angústias, a meditação no tratamento da infelicidade e a mente excessiva como fonte de problemas
* As dicotomias (bem x mal, espiritualidade x ego), os conflitos entre os diversos "eus" e o estado de presença como resolução
* No princípio, tudo era um, em felicidade absoluta. Depois houve o big bang e a fragmentação do um em bilhões de almas. A percepção da divisão leva à angústia. A tranquilidade vem com a consciência e o caminhar para o um, e com o estado de presença.
* Um pequeno segredo: Esaú perseguiu Jacó com 400 homens, que é o valor de Tav, a última letra do alfabeto hebraico, que significa morte e término de ciclos. Recebe o nome "Israel", que pode ser lido como "há 231" (as combinações 2 a 2 das 22 letras do alfabeto hebraico)
* Porque não precisamos temer a morte
* Provações existem para permitir correções. Entretanto, mais do que esclarecer o objetivo das provações, o autor reflete se essas provações precisam mesmo ser fardos. O sofrimento pode ser suprimido com a entrega ao aqui e agora.
* O perdão aos outros e a nós mesmos traz alívio, mas ele só pode ser obtido pela percepção de que não há sentido no ressentimento de coisas que já passaram, que se está valorizando uma coisa pequena, o ego. O verdadeiro perdão vem naturalmente (é o "deixar assar através"), sem esforço, ao compreendermos o que realmente importa.
* Vivemos num estado de adormecimento e não somos livres: vivemos acorrentados ao ego e seus desejos (que não são necessariamente os nossos).
* O poder do “não fazer” consciente (interromper um ato qualquer, não completá-lo); a inquietação que o motivava tende a desaparecer e, junto dela, a angústia e a compulsão.
* “Olam” como mantra contra a negatividade
* Vida de amor (altruísmo, doação) x vida de apego (egoísmo, acumulação material). Quando nos desapegamos, grande parte do sofrimento se esvai. O apego só sobrevive porque não lembramos que nada se leva depois da morte. Por nos importamos com o supérfluo, deixamos de lado o momento presente (que é o que realmente importa). O antídoto é descobrir o prazer da doação.
* Situações-limite de sofrimento podem levar a uma grande iluminação por conta da entrega que vem do total desespero (ex.: condenados no corredor da morte).
* Algumas gemátrias: 72 nomes de Deus, verdade = 9...
O propósito do livro é possibilitar que leitor consiga focar-se no "aqui e agora", ou seja, alcançar o "estado de presença". Focar-se no presente evita os problemas do foco no futuro (que leva ao tédio ou à frustração e à consequente depressão) e no passado (à culpa e ao remorso). A chave para a alegria é o presente. A metodologia consiste em apresentar os conceitos e usar histórias (a maioria do velho testamento da Bíblia) como apoio nas explicações, sempre com o viés da interpretação: a Bíblia não pode ser tomada literalmente. Também costura os princípios e conceitos que vão surgindo a histórias referentes a alguns mestres conhecidos, como Jesus, Moisés e Buda. Adicionalmente, apresenta práticas meditativas que visam facilitar a mudança de comportamento.
No âmbito da Cabalá, é um livro um tanto raso (muito pouco é realmente falado sobre ela). Por outro lado, utilizando um série de reflexões, permite uma poderosa mudança de perspectiva, o que, em última instância, prepara a pessoa para a recepção dos conceitos e da estrutura da Cabalá (cuja compreensão podem ser bem difícil). Além disso, essa mudança de perspectiva pode ser muito útil para pessoas que sofrem com excesso de apego, raiva e depressão (conforme mencionado anteriormente).
Temas abordados:
* Questiona a necessidade de viver os problemas 24h por dia, como fazem algumas pessoas. Também aborda a questão do apego: quem passa por uma tragédia financeira pode abater-se ou pode aceitar que o fato aconteceu e seguir em frente.
* Fala da afinidade: tendemos a atrair pessoas que têm o mesmo estado de ânimo que nós.
* Amor é unidade: se o outro é apenas um meio para a minha satisfação, o amor verdadeiro fica faltando. Talvez seja preciso domar e limitar o ego.
* A resolução de conflitos deve acontecer do meu lado. Não que o problema não possa ser o outro, mas a perspectiva, o quanto aquilo nos incomoda, é responsabilidade nossa.
* O riso no tratamento das angústias, a meditação no tratamento da infelicidade e a mente excessiva como fonte de problemas
* As dicotomias (bem x mal, espiritualidade x ego), os conflitos entre os diversos "eus" e o estado de presença como resolução
* No princípio, tudo era um, em felicidade absoluta. Depois houve o big bang e a fragmentação do um em bilhões de almas. A percepção da divisão leva à angústia. A tranquilidade vem com a consciência e o caminhar para o um, e com o estado de presença.
* Um pequeno segredo: Esaú perseguiu Jacó com 400 homens, que é o valor de Tav, a última letra do alfabeto hebraico, que significa morte e término de ciclos. Recebe o nome "Israel", que pode ser lido como "há 231" (as combinações 2 a 2 das 22 letras do alfabeto hebraico)
* Porque não precisamos temer a morte
* Provações existem para permitir correções. Entretanto, mais do que esclarecer o objetivo das provações, o autor reflete se essas provações precisam mesmo ser fardos. O sofrimento pode ser suprimido com a entrega ao aqui e agora.
* O perdão aos outros e a nós mesmos traz alívio, mas ele só pode ser obtido pela percepção de que não há sentido no ressentimento de coisas que já passaram, que se está valorizando uma coisa pequena, o ego. O verdadeiro perdão vem naturalmente (é o "deixar assar através"), sem esforço, ao compreendermos o que realmente importa.
* Vivemos num estado de adormecimento e não somos livres: vivemos acorrentados ao ego e seus desejos (que não são necessariamente os nossos).
* O poder do “não fazer” consciente (interromper um ato qualquer, não completá-lo); a inquietação que o motivava tende a desaparecer e, junto dela, a angústia e a compulsão.
* “Olam” como mantra contra a negatividade
* Vida de amor (altruísmo, doação) x vida de apego (egoísmo, acumulação material). Quando nos desapegamos, grande parte do sofrimento se esvai. O apego só sobrevive porque não lembramos que nada se leva depois da morte. Por nos importamos com o supérfluo, deixamos de lado o momento presente (que é o que realmente importa). O antídoto é descobrir o prazer da doação.
* Situações-limite de sofrimento podem levar a uma grande iluminação por conta da entrega que vem do total desespero (ex.: condenados no corredor da morte).
* Algumas gemátrias: 72 nomes de Deus, verdade = 9...
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February 7, 2018
Um livro sobre Cabala, mindfulness e o poder da espiritualidade nas nossas vidas.
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