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Ensaios sobre o Amor e a Solidão

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Neste livro, Gikovate se aprofunda no tema do amor, mostrando suas diferentes roupagens - enamoramento, paixão, atração sexual - e como lidar com elas. Aborda também um problema que atinge até as relações amorosas mais plenas: a possessividade. Propondo uma nova forma de aliança íntima, inspirada na amizade profunda, o autor mostra ainda que a solidão (temporária ou como escolha de vida) é primordial para nosso desenvolvimento.

First published September 14, 2011

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About the author

Flávio Gikovate

40 books24 followers
Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Nos últimos trinta anos, escreveu 25 livros sobre problemas relacionados com a vida social, afetiva e sexual e seus reflexos na sociedade. Atualmente apresentando o programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.

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Profile Image for Jacqueline Emerich Souza.
36 reviews
December 25, 2024
Sem dúvida, um dos melhores livros que li sobre relacionamentos. Oferece uma abordagem realista sobre o desamparo humano e nossas tentativas de tapar os buracos existenciais. Gikovate aborda o tema da solidão com maturidade e clareza, desmistificando o assunto. Nos faz pensar na nossa insignificância em termos de cosmos e ao mesmo tempo em nossa singularidade. Recomendo muito a leitura pra quem pretende ter um encontro consigo mesmo.
Profile Image for Carolina Campos Rangel.
7 reviews
January 4, 2026
A Ilusão da Busca por Preenchimento

Uma leitura excelente que explora a ideia de que somos seres irremediavelmente solitários. Por mais que busquemos mudança - seja em outras pessoas, objetos, grupos ou qualquer outra coisa - essa realidade permanece.

O autor parte do pressuposto de que nos sentimos incompletos, como se fôssemos apenas uma fração, uma metade que precisa ser preenchida. No entanto, nada neste mundo pode suprir esse vazio ou curar nossa sensação de desamparo.

Seu conselho é que desenvolvamos nossa individualidade, compreendendo que somos, na verdade, seres inteiros - que nada externo nos completará - e busquemos formas de suavizar nossa sensação de desamparo sem abdicar de quem somos.
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