Leather Binding on Spine and Corners with Golden Leaf Printing on round Spine (extra customization on request like complete leather, Golden Screen printing in Front, Color Leather, Colored book etc.) Reprinted in 2022 with the help of original edition published long back [1924]. This book is printed in black & white, sewing binding for longer life, Printed on high quality Paper, re-sized as per Current standards, professionally processed without changing its contents. As these are old books, we processed each page manually and make them readable but in some cases some pages which are blur or missing or black spots. If it is multi volume set, then it is only single volume, if you wish to order a specific or all the volumes you may contact us. We expect that you will understand our compulsion in these books. We found this book important for the readers who want to know more about our old treasure so we brought it back to the shelves. Hope you will like it and give your comments and suggestions. Lang: - Italian, Pages 178. EXTRA 10 DAYS APART FROM THE NORMAL SHIPPING PERIOD WILL BE REQUIRED FOR LEATHER BOUND BOOKS. COMPLETE LEATHER WILL COST YOU EXTRA US$ 25 APART FROM THE LEATHER BOUND BOOKS. {FOLIO EDITION IS ALSO AVAILABLE.} Complete Title:- Descendo a encosta, 1924 Author: Castro, Eugénio de
Formado pela Faculdade de Letras de Coimbra, aí viria a desempenhar funções docentes e diretivas. É ainda durante os estudos académicos que Eugénio de Castro funda, em 1889, com João Menezes e Francisco Bastos, a revista Os Insubmissos, criada com o intuito deliberado de rivalizar com a revista académica Boémia Nova, lançada por Alberto de Oliveira e António Nobre. Eugénio de Castro colaborou em várias publicações periódicas do século XIX, nomeadamente: A imprensa (1885-1891), Ave azul (1899-1900), A semana de Lisboa (1893-1895), A leitura (1894-1896), Branco e Negro (1896-1898); nas duas séries da Ilustração Portuguesa: Ilustração Portuguesa (1884-1890) e Illustração portugueza (iniciada em 1903); e ainda em diversas revistas do Século XX, entre as quais a revista Serões (1901-1911), Atlantida (1915-1920), Contemporânea (1915-1926), Revista de turismo, iniciada em 1916, no periódico O Azeitonense (1919-1920) e na revista Ilustração (iniciada em 1926). Em 1890, entrou para a história da literatura portuguesa com o lançamento do livro de poemas Oaristos, marco inicial do Simbolismo em Portugal. Em 1895, Eugénio de Castro funda a revista internacional A Arte, que, anunciando a colaboração de autores como Paul Adam, Gabriele d'Anunzio, Maurice Barrès, Gustave Khan, Maeterlinck, Stéphane Mallarmé, Jean Moréas, Jules Renard, J. H. Rosny, ou Verlaine, pretende constituir, ligando alguma poesia portuguesa (sobretudo a do autor) à poesia europeia, um elo no movimento simbolista internacional, com cujos representantes Eugénio de Castro mantinha, aliás, correspondência.
A obra de Eugénio de Castro pode ser dividida em duas fases: a primeira, a fase simbolista, corresponde de um modo geral à sua produção poética até o fim do século XIX, que apresenta algumas características da Escola Simbolista, como o uso de rimas novas e raras, novas métricas, sinestesias, aliterações e vocabulário mais rico e musical. A segunda fase da obra de Eugénio de castro, a fase neoclássica, é caracterizada por um produção literária em que o poeta se volta para a Antiguidade Clássica e para o passado de Portugal, revelando um certo saudosismo. A feição neoclássica de Eugénio de Castro sobressai particularmente em Silva (1894), Salomé e Outros Poemas (1896), na peça dramática Constança (1900) e em A Fonte do Sátiro(1908).
Eugénio de Castro casou-se em 22 de Maio de 1898 com Brígida Augusta Correia Portal, e desse casamento houve seis filhos. Foi homenageado em Coimbra através da atribuição do seu nome a uma escola da cidade - o Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro. Em 1949, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou o escritor dando o seu nome a uma rua junto à Avenida da Igreja, em Alvalade.