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Hitler ganó la guerra

Argues that powerful and sinister forces headquartered in the United States are behind the most important developments in history, government, and the economy since World War II.

234 pages, Paperback

First published January 1, 2004

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About the author

Walter Graziano

7 books6 followers
Walter Gustavo Graziano es un economista, periodista de investigación y escritor argentino.

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Displaying 1 - 25 of 25 reviews
Profile Image for Adelaida De.
4 reviews
February 1, 2012
Pasé la prueba de leer el primer capítulo, de ahí en adelante me envolvió la lectura. Verdades sobre EUA y sus relaciones con el mundo que no todo el mundo ve.
Profile Image for María.
298 reviews
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November 30, 2014
Quien piense que muchos de los enormes problemas del mundo comenzarían a solucionarse si cambia el presidente de los Estados Unidos, se equivoca gravemente. El presidente actual no es otra cosa que la `punta del iceberg` de una complicada estructura de poder, urdida cuidadosamente durante mucho tiempo por una reducida élite de clanes familiares muy ricos, verdaderos propietarios en las sombras del petróleo, la banca, los laboratorios, las empresas de armas, las universidades y los medios de comunicación más importantes del mundo, entre otros sectores. Se trata nada menos de quienes antes y durante la Segunda Guerra Mundial financiaron a Hitler para que tomara el poder y se armara, proveyeron de materiales básicos al Tercer Reich, fomentaron el ideario racista del Führer y encaramaron a la maquinaria nazi en Alemania. En este volumen, el lector podrá enterarse de cómo esta poderosa élite, en cuyo núcleo se esconden antiguas sociedades secretas, coloca, desde hace muchísimos años, a los presidentes de los Estados Unidos como marionetas y corrompe hasta sus cimientos la base misma de los partidos republicano y demócrata. También verá cómo manipula las democracias del mundo, utiliza las principales universidades norteamericanas y a sus intelectuales generando la ilusión de progreso científico a través de puro ideologismo falso y manipula los medios de comunicación para que las masas y las clases medias no se enteren de lo que realmente ocurre. Bajo esta nueva luz incluso los atentados del 11 de septiembre de 2001 adquieren una lectura diferente. Escalofriante, revelador, sólidamente fundamentado, Hitler ganó la guerra llevará a sus lectores a descubrir conexiones antes impensadas entre hechos del pasado o del presente.
Profile Image for Thay.
157 reviews
September 28, 2017
Mi pregunta a porque Estados Unidos es el pais más poderoso del mundo, fue sin duda resuelta en este libro. Es increíble las numerosas puertas que abre hacia una nueva perspectiva en el ámbito económico, social y político. Vivimos en un mundo en el que sabemos y vemos todo a medias, el autor nos invita a ver más allá, estableciendo bases que quizá ignoramos o no queremos creer porque vivimos en un ‘mundo rosa’.
Profile Image for André Selonke.
254 reviews5 followers
August 19, 2025
A história não deve ser descrita senão muito tempo depois que tenham ocorrido os fatos

uma sociedade maximiza seu nível de bem-estar quando cada um de seus indivíduos age em favor do seu próprio bem-estar, mas sem perder de vista também o dos demais integrantes do grupo.

A atividade do Estado na economia deve ser reduzida a só uma premissa básica: emitir dinheiro no mesmo ritmo em que a economia está crescendo.

Se os governos não se meterem na economia, esta atingirá muito facilmente o pleno emprego: é tudo uma questão de os governantes suspenderem todo tipo de restrições à concorrência perfeita e cuidarem para que não haja déficit fiscal.

Aplica uma combinação das principais teses de Malthus e Darwin às sociedades implica adotar uma posição racista de forma sistemática.

A indústria petroleira não só fundou a universidade de Chicago, como também controla, de forma direta ou indireta, pelo menos as universidades de Harvard, Nova Yorque, Columbia e Stanford e está presente em muitas outras universidades.

O petróleo é o bem cujo mercado ostenta o maior nível de cartelização do mundo.

O mundo se divide em três categorias de pessoas: um pequeníssimo número que faz as coisas acontecerem; um grupo um pouco mais importante que vigia sua execução e assiste ao seu cumprimento; e, por fim, um vasta maioria que jamais saberá o que aconteceu na realidade.

A vida inteira poderia ser analisada a partir do ponto de vista da transformação da energia. Quando comemos, ou nos vestimos, ou desenvolvemos qualquer atividade diária, não estamos fazendo outra coisa senão processar energia.

Quando falamos de monopólio ou oligopólio mundial do petróleo, devemos nos referir obrigatoriamente às empresas derivadas da antiga Standard Oil, companhia criada depois da guerra civil norte-americana pelo já mencionado John D. Rockfeller I.

Possuindo 5% ou 10% de uma empresa e administrando outra parte, mesmo quando não seja de fundos próprios, mas com as economias das pessoas investidas em bancos e fundos de pensão e investimento, pode-se controlar totalmente um mercado tão estratégico como o energético.

A decisão de ir ao Iraque e invadi-lo contra tudo e todos, é uma decisão estratégica com vista a estar onde está o petróleo, a manejá-la e a extraí-lo como se fosse próprio e a não depender da boa vontade de empresas estatais e de líderes nacionais.

80% do petróleo do mundo está em mãos muçulmanas e essa porcentagem tende a subir com o passar do tempo.

O “teto mundial de produção” é a máxima quantidade possível de petróleo que se pode produzir em um ano e depende das características geológicas dos poços, do tipo de petróleo cru, da tecnologia de extração que se use.

O carvão possui muitos inconvenientes: não é fácil extrair dele combustíveis líquidos e é muito custoso. Portanto, não é um substituto apto do petróleo e do gás natural. Adicionalmente, deve-se levar em conta que o carvão é um hidrocarboneto “sujo”, muito poluente, difícil de carregar.

Não só guerras no Golfo Pérsico foram induzidas por motivos energéticos. A história política e econômica dos últimos cinquenta anos gira em torno desse tema.

O Afeganistão é um país de passagem de importantes gasodutos e que o Iraque aparece em segundo lugar no ranking de reservas petrolíferas mundiais.

O movimento terrorista de Bin Laden foi sustentado pelo Paquistão e pelo seu serviço secreto, como também que o seu próprio início teria sido impossível sem a ajuda deste país, principal aliado dos Estados Unidos na região.

É necessário questionar qual é a real dimensão do petróleo e do gás na Ásia Central e no Cáucaso. Uma grande quantidade explicaria por que está é uma “região quente”. Pois bem, até agora não se descobriu no Afeganistão uma só gota de petróleo.

Se há guerras, aumentam o consumo de armas e o investimento no setor. O negócio de armamento está quase monopolizado por algumas poucas empresas norte-americanas e inglesas (Northrop Grumman, Lockhhed Martin, Raytheon, Dyncorp, United Technologies, General Dynamics e Boing-Mcdonnell Douglas).

Se os negócios com drogas e armas e o terrorismo movem cifras gigantescas, é óbvio que eles necessitam de entidades financeiras mediante as quais possam fazer esses enormes recursos ingressarem na economia legal. O crime organizado também precisa de bancos que possam lavar o dinheiro de grandes investimentos ilegais.

“triângulo dourado”, formado pela Tailândia, pela Birmânia e pelo Laos.

A principal medida econômica encarada por Bush foi a redução de imposto sobre dividendos empresariais, a fim de impedir uma queda na bolsa de grandes proporções, coisas que se entrevia entre 2001 e 2002. Tratou-se de uma redução de impostos para os ricos.

Algumas testemunhas-chave do caso Watergate nunca puderam declarar tudo que sabiam: morriam antes por causa de estranhos ataques cardíacos.

Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, a Standard Oil, dirigida pela família Rockefeller, tinha uma joint-venture com a poderosa empresa química alemã I. G. Farben. Muitas das fábricas conjuntas da Standard Oil e da I. G. Farben se situavam nas imediações dos campos de concentração de Hitler.

Heinrich Himmle, chefe máximo da SS nazista, recebia fundos em um conta especial da Standard Oil dirigida pelo banqueiro britânico-americano Kurt Von Schroeder. Esse financiamento teria continuado inclusive até meados de 1944, quando a SS estava encarregada de supervisionar os massacres em massa.

A elite que controla o petróleo, o sistema bancário, as armas e os laboratórios farmacêuticos também influi de maneira determinante nos partidos Republicano e Democrata. Enquanto os Rockefeller exerceram – e exercem – uma influência decisiva no Partido Republicano, os Harriman têm exercido influência no Partido Liberal.

A operação Irã-Contras foi provavelmente uma das maiores operações iligais encobertas que já se levaram a cabo. Ela exigiu movementação de enormes quantidades de armas para tornar possível a guerra Irã-Iraque e o terrorismo.

Cecil Rhodes – fundador da bolsa Rhodes – doou sua fortuna ao morrer para gerar mecanismo a fim que o império britânico governasse o mundo inteiro através de um regime caracterizado por nações debilitadas.

Não resta dúvida de que o melhor negócio do mundo é emitir moeda. Há séculos os principais banqueiros sabem muito bem que, se o povo aceita como meio de pagamento um papel emitido por um banqueiro privado com a promessa de restituí-lo em ouro e para, então tal negócio é rentável.

A origem do próprio sistema bancário deve ser buscada em operações desse tipo. Os bancos da Inglaterra, França e Alemanha não começaram – como usualmente se pensa – como bancos estatais nem como empresas das respectivas coroas, mas sim como bancos privados.

Em se tratando de poder, o mais benéfico seria distribuir a riqueza de forma diminuta entre muitas empresas controladas, do que acumulá-la maciçamente em uma só firma como a Microsoft.

Três postulados básico: 1 – Estabelecer um único governo mundial, com poder global a cargo dos donos e principais diretores das megacorporações. 2 – Elimina, a longo prazo, as fronteiras nacionais. 3. Incrementar o domínio das nações.

O tragicamente famoso LSD (ácido lisérgico) não seria nada mais que um subproduto de investigações secretas da CIA de controle mental de seres humanos com a finalidade de se conseguir “robôs humanos” capazes de serem utilizados em condições particulares de hipnotismo para assassinatos e atentados.

Os Estador Unidos inventaram uma guerra contra o consumo como foi a do Vietnã, na qual um dos objetivos econômicos principais era, na realidade, explorar integralmente a costa vietnamita do mar do sul da China.

O FBI (Federal Bureau of Investigations) não é nada mais do que uma “polícia paralela” interna nos Estados Unidos. A visão um tanto romântica das séries e dos filmes norte-americanos acerca dos laboriosos e incorruptíveis agentes, - que muitas vezes, para elucidar um crime se alimentam de comida chinesa fria, não passa de propaganda barata.

A Organização das Nações Unidas foi constituída depois da Primeira Guerra Mundial, com o suposto fim prioritário de evitar outra guerra tão atroz como a de 1914/1918. No entanto, pouco mais de duas décadas, o mundo se via envolto em um conflito bélico muito pior.
Profile Image for Alberto Erazo.
122 reviews
October 3, 2025
El libro Hitler ganó la guerra de Walter Graziano es, sin anestesia, un festival de estafa intelectual con aroma a revelación histórica. El título ya te miente en la cara: sugiere que Hitler, el mismo tipo que terminó en un búnker berlinés con todo derrumbado, sigue moviendo los hilos del mundo desde las sombras. Sí, porque obviamente el Tercer Reich no cayó, solo se tomó unas vacaciones largas y silenciosas.

Lo que Graziano vende no es historia, es un cuento de sobremesa para conspiranoicos: pega pedazos de hechos con pegamento de saliva y los sirve como un cocktail oscuro y seductor para mentes ansiosas de secretos ocultos. Mezcla cosas que ocurrieron , como científicos nazis huyendo a EE. UU. o corporaciones que negociaron con Hitler antes de 1945, con saltos lógicos que harían sonrojar a cualquier alumno de primaria: de ahí a afirmar que el nazismo gobierna el planeta… bueno, hay un pequeño detalle llamado “realidad”. Es como decir que porque Roma construyó acueductos, hoy vivimos en el “Imperio Romano global”. Ridículo.

Graziano toma el malestar real con la globalización y lo adereza con un nazismo que nunca existió. Rockefeller, Bush, la CIA, Bilderberg, el CFR… todo entra en la olla, porque claro, si mezclas suficiente nombres poderosos, automáticamente tienes un plan secreto mundial. El liberalismo económico, ese que realmente moldeó el mundo post-Guerra Fría, aparece disfrazado de “nazismo moderno”, como si Adam Smith hubiera sido Hitler con corbata. Punto crítico: no tienen nada que ver. Uno promueve mercado y democracia; el otro promovía genocidio y guerra racial. Confundirlos no es genialidad, es ignorancia con aires de Sherlock Holmes de quiosco.

El estilo del libro es otro espectáculo: frases altisonantes, citas apocalípticas, conexiones forzadas, como si la historia fuera un rompecabezas que solo se puede resolver con imaginación febril. La CIA, el Vaticano, Darwin, Rockefeller… todos se mezclan en una sopa conspirativa donde el mensaje es siempre el mismo: “nos ocultan la verdad”. Impacta, engancha, pero nutre intelectualmente… nada de nada. Es la comida chatarra de la historia.

El contexto mundial real deja a Graziano en ridículo. Después de 1945, el mundo no fue gobernado por nazis encubiertos, sino por un enfrentamiento entre capitalismo liberal y comunismo soviético. Tras 1991, la hegemonía fue liberal: dólar como rey global, FMI, Banco Mundial, OTAN, globalización neoliberal… todo, menos Tercer Reich. Hoy esa hegemonía liberal ya ni siquiera es absoluta: China, Rusia, India, Brasil, Irán… el mundo es multipolar, y EE. UU. hace lo que puede con más resoplidos que imposiciones.

¿Hitler en todo esto? Cero. Muerto, derrotado, arrojado al basurero de la historia. Solo quedan neonazis marginales que dan más risa que miedo. Graziano, en cambio, se inventa un Hitler fantasma para vender humo apocalíptico. Su libro es un espejismo de conspiración barata, digno de indignar a ingenuos y hacer que el resto de nosotros nos golpeemos la frente.

Graziano no escribió un libro, escribió un juego de sombras para entretener a los paranoicos. Es como una película de terror barata: mucho humo, cero sustancia, risas garantizadas si sabes que todo es un disparate. Hitler no ganó la guerra. Ganó el liberalismo. Graziano ganó… ¿qué? Bueno, al menos un par de lectores que creen que la CIA tiene una sección secreta dedicada a recrear desfiles nazis.
Profile Image for Davide Di Tullio.
109 reviews
November 10, 2022
Un giudizio servero, lo ammetto. Ma ho le mie buone ragioni.
Sono stato affabulato dalle premesse e dal titolo dell'opera: un economista sudamericano che fa controinformazione. Adoro questo genere di saggi, ma c'è un MA grande come una casa.
Il testo si fare leggere bene, ma capisci subito che è uno di quelli ruffiani. Lo capisci dall'assolutismo e dalla melodrammaticità di certe affermazioni che, posso capire ogni tante possano scappare nella veemenza del racconto, ma questo è il tono con cui è stato scritto l´intero saggio (se così lo possiamo chiamare.)
MA ARRIVIAMO AL PROBLEMA VERO. In nome del pluralismo posso pure accettare teoerie nemmeno troppo velatamente cospirazioniste, (vedi la vecchia barzelletta sui veri autori dell'attentato alle torri gemelle), ma se mi citi in continuazione notizie di cronaca, affermazioni, dati economici e tecnico-scientifici non mi puoi mettere una nota bibliografica cosí sparuta. Mi devi citare ogni cristo di virgola. Perchè le cose che dici sono GROSSE (e se non metti la nota allora la stai sparando davvero grossa). Non è tollerabile che un testo cosí denso di presunte verità non faccia riferimento a fatti, citandoli.
Profile Image for Tiago Cárdenas.
76 reviews1 follower
October 14, 2025
Teorías falopas y un poco de conspiración. Para el autor, en síntesis, la base de todos los males es la familia Rotshchild, de ahí enlanza acontecimientos actuales e históricos. Todos planeados bajo la gobernanza de una supuesta élite que no asoma la cabeza.

Tiene algo de verdad, sobre todos en el movimiento del mundo a la globalización y el debilitamiento de los estado-nación como favorecimiento a unos pocos.

Sirve para entender un poco cómo funciona el mundo, como se mueve el globo y en qué direcciones pero muchos “podría”, “habría” y “estaría” son los que sostienen el puntapié inicial y la teoría en la que gira el autor.

5/10
26 reviews6 followers
May 21, 2020
Aburrido. Las primeras hojas estaban interesante pero luego se convirtió en una repiticion de nombre sin hilvanar que lo torno bastante aburrido. Usar mucho el condicional también le saca bastante la seriedad.
Profile Image for Uriel.
1 review
September 18, 2021
!Librazo!, me cambio la manera de ver el mundo, lo recomiendo cien por ciento
79 reviews
May 26, 2020
Un gran libro donde el autor realiza un análisis de algunos tópicos muy importantes en nuestro tiempo. La manipulación de las noticias de los grandes medios informativos, de los gobiernos y agencias estatales nos cuentan una historia paralela a lo que realmente ocurre. El terrorismo o la industria del terrorismo que permite a los gobiernos mantener a la población atemorizada y encubrir guerras planificadas para controlar recursos naturales. La trama oculta de los atentados del 11 de septiembre de 2001 en New York, etc.
Profile Image for Zioluc.
746 reviews50 followers
February 21, 2014
Dietro alle guerre e alle politiche delle potenze mondiali stanno gli interessi petroliferi, e dietro a questi interessi stanno poche potenti famiglie che hanno iniziato la loro influenza dagli inizi del '900 (Rockefeller & co). Molte cose scontate, alcuni dati interessanti ma decisamente troppo complottismo per i miei gusti (es. l'11 settembre): abbandonato.
Profile Image for Jair Avilés.
43 reviews1 follower
June 10, 2013
Interesante posicionamiento de sucesos que acontecieron en la primera mitad de la década de los '00 y que trata de convencer la puesta en marcha del nuevo orden mundial a través de un control masivo de organizaciones, bancos, compañias, guerras etc.

Levanta polémica sin lugar a duda.
Profile Image for Titi Ramone.
1 review27 followers
May 29, 2014
Este libro me abrió tanto los ojos, que me voló los párpados. Creo que debería ser de lectura obligatoria, que cada ser humano vivo en el planeta tendría que leerlo, y que cada familia debería de tener al menos una copia en sus hogares.
Profile Image for Rogelio Sabori.
11 reviews
February 23, 2016
es algo pesada, si no te gustan estos temas no es un libro para ti, al principio pense en dejarlo y conforme avance me llamo la atención los temas que tocaba, pero si tarde en terminarlo porque sentia que caia de nuevo y despues se levantaba y seguia con la lectura.
Profile Image for Jat Torras.
96 reviews
July 14, 2020
Un libro de teoría de la conspiración con un título bastante engañoso. Es el segundo libro del señor Graziano que leo (Nadie vio Matrix) y me brindó poca información comparado con el otro, aunque el otro lo haya escrito 4 años después.
Profile Image for Fredda Rodriguez.
8 reviews3 followers
September 4, 2007
Intersting theories of U.S Goverment, 911, the impact of OIL in the world, and other intersting theories.
Profile Image for Comelibros.
222 reviews3 followers
Read
July 28, 2011
Un poco exagerado, no me parece que una nación entera éste manejada de tantos intereses que son capaces de cualquier cosa por dinero. Una visión antiamericana total.
Profile Image for Julio.
12 reviews2 followers
April 14, 2012
Definitivamente Hitler gano la guerra.
Profile Image for Leonardo Breceda.
36 reviews1 follower
December 3, 2014
el titulo no tiene nada que ver con el contexto que lleva el autor dentro del libro consideraría otro titulo el libro en si no es malo pero tampoco de los mejores que he leido.
Profile Image for Donaldo Vega.
9 reviews
March 10, 2015
El libro mas terrorífico que he leído en mi vida. Es triste descubrir que la libertad es una ilusión.
Profile Image for Javier Barba.
57 reviews
March 4, 2016
Extraordinario libro. Te hace saltar la cabeza. Mucha bibliografía de referencia para seguir profundizando. Gran libro
Profile Image for Nix.
68 reviews3 followers
January 17, 2013
después de superar el insulto de la primera página la pregunta que surge es: pruebas? cri cri
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