O presente romance conta a história de quatro amigos do peito que são diferentes em tudo excepto, bem entendido, na amizade profunda e recíproca. Bernardo, autor de ficção sem grande sucesso, escreve um romance sobre a felicidade, tentando descobrir que raio é ser feliz e,entretanto, apaixona-se pela mulher errada, para quem encolhe desesperadamente a barriga. Afonso, médico sem fronteiras extremamente católico, debate-se em África para delimitar o que é de César e o que é de Deus e começa a desconfiar que o seu próprio reino não é deste mundo (e a beber de mais). Diana, editora insatisfeita mas abnegada, faz o melhor que pode com um material improvável e acende pauzinhos de incenso para deter as más energias de que, mesmo assim, não se consegue livrar. E Eugénio, macho belíssimo estrela da arquitectura internacional, não consegue sequer um amor e uma cabana. Porém, nesta história tudo pode acontecer, pois quem tem amigos assim tem tudo incluindo as abomináveis críticas construtivas.
É um romance que mete com 4 personagens principais, três homens e uma mulher, completamente diferentes mas com uma grande amizade que os une. Um, Bernardo anda a tentar escrever um romance sobre a felicidade para ver se com isso a encontra. Afonso, está nos Médicos sem Fronteiras em África e procura Deus no fundo de uma garrafa, Diana é editora e uma mulher muito espiritual e Eugénio é o sedutor que não consegue encontrar o amor da sua vida. É divertido e é trágico. É alegre e comovente. A editora insiste que parece o filme ''Quatro Casamentos e um Funeral'' eu não vou por aí. Hugh Grant é irrepetível mesmo em formato de personagem de romance. Mas é um livro que que vale a pena ler porque fala da vida real. E eu gosto de ler sobre a vida real. Romance sim mas não precisa de ser romanceado!
É um romance que mete com 4 personagens principais, três homens e uma mulher, completamente diferentes mas com uma grande amizade que os une. Um, Bernardo anda a tentar escrever um romance sobre a felicidade para ver se com isso a encontra. Afonso, está nos Médicos sem Fronteiras em África e procura Deus no fundo de uma garrafa, Diana é editora e uma mulher muito espiritual e Eugénio é o sedutor que não consegue encontrar o amor da sua vida. É divertido e é trágico. É alegre e comovente. A editora insiste que parece o filme ''Quatro Casamentos e um Funeral'' eu não vou por aí. Hugh Grant é irrepetível mesmo em formato de personagem de romance. Mas é um livro que que vale a pena ler porque fala da vida real. E eu gosto de ler sobre a vida real. Romance sim mas não precisa de ser romanceado!
Bom romance, que transita com humor (e ótimas - talvez excessivas - metáforas) pela irracionalidade dos pequenos e inacreditáveis problemas que a vida nos antepõe cotidianamente. Há, em alguns pontos do texto, mudanças abruptas de registro que causam certa estranheza, mas nada que impeça o leitor de acompanhar os personagens em suas aventuras diárias, enfrentando seus problemas reais, emocionais e imaginários, com humor e algum ceticismo. Quatro amigos quarentões, entre pais senis, filhos infantis e desilusões de várias naturezas, sobretudo amorosas, mas com visões de mundo totalmente diferentes, trocam experiências, conselhos e afeto. Uma homenagem à amizade, que sobrevive em meio às vitórias e derrotas do dia-a-dia e à hipocrisia politicamente correta do mundo contemporâneo.