A Felicidade no Fim do Mundo marca a estreia de Gonçalo Cadilhe na narrativa ficcional, apresentando uma história de viagens repleta de aventuras, ternura e fantasia, com um final apoteótico. De Portugal até à Austrália, passando por locais tão belos e exóticos como Veneza, as cataratas de Vitória, o Grand Canyon, Nova Iorque ou a ilha de Páscoa, o Rafa, na companhia do seu cão e do avô, vive aventuras extraordinárias e percebe o que realmente significa ser um viajante. "A viagem que o Rafa estava a planear misturava cidades modernas, ruínas antigas, paisagens maravilhosas dispersas por vários países e ilhas de sonho situadas em diferentes oceanos. Resultava de histórias que lera, filmes que vira, conversas entre os pais que ele presenciara e de outros interesses. Não ia fazer uma qualquer viagem, preparava-se para conhecer o que mais lhe interessava do mundo. Nos próximos meses, o Rafa ia compreender a grande diferença entre ser apenas um turista ou um genuíno viajante: o turista vai a qualquer lado que lhe digam para ir; o viajante vai para onde os seus sonhos lhe indicarem o caminho."
Gonçalo Cadilhe é um viajante, jornalista e cronista português. Cadilhe nasceu na Figueira da Foz em 1968 e é licenciado em Gestão de Empresas. Viajar é a sua paixão e nos últimos anos esteve envolvido em vários projectos pessoais em colaboração com o jornal Expresso. O viajante português lança as crónicas das suas experiências por esse Mundo fora e publica-as semanalmente na revista Única.
As crónicas das suas viagens foram posteriormente publicadas em livro, de que são exemplo Planisfério Pessoal, A Lua Pode Esperar, África Acima e Nos Passos de Magalhães[1].
Para além disso é cronista também nas revistas portuguesas Blitz e Surf Portugal.
Uma das suas paixões é o surf, que pratica regularmente.
Desde 2008 Gonçalo Cadilhe é líder de viagem da agência Nomad - Evasão e Expedições
Este livro de Gonçalo Cadilhe é diferente daqueles que costuma escrever, mas é igualmente interessante. É sobre viagens, claro, mas é mais do que isso... é a aventura do Rafa, do seu avô, e do seu cão Sapeca. E que cão especial é o Sapeca! Um cão com "poderes especiais", e com uma capacidade de comunicação pra lá de normal. Com estas três personagens viajamos pelo mundo, e vamos conhecendo aspetos históricos muito interessantes sobre os locais por onde vão passando.
"Talvez seja apenas um livro luminoso que nos faz acreditar no poder regenerador da viagem. É essa a moral da fábula, e a melhor razão que temos para viajar."
Antes de mais nada só dei 4 estrelas porque não dá para dar 4,5. Esta história cuja autoria é de um amigo dos escuteiros e seu pai fala-nos de Rafa que decide adotar um cão, o Sapeca, para abandonar a tristeza que foi plantada dentro de si quando os pais, um arqueólogo e uma médica de expedição vão para a Papua Nova Guiné e dão-se por desaparecidos 3 meses antes de começar a história, após ganharem a loteria decidem viajar pelos vários continentes até acabarem a sua viajem em Papua de uma forma incrivel
O autor refere numa nota final que não sabe identificar o leitor-alvo. De facto é difícil defini-lo. Completamente diferente dos seus restantes livros mas ainda assim muito fácil de ler e dá vontade de acompanhar. Acho que qualquer pessoa que goste de viajar e ainda tenho o espírito genuíno de criança apaixonada pelas descobertas do mundo irá gostar de ler este livro.