A conclusão de Surge uma estrela. Magali nunca pensou que podia virar a quinta estrela, e a vida de celebridade não é nem um pouco como imaginava. Mas Mônica não aceita ter sido derrotada assim tão fácil! Chega então o momento de uma dura decisão para Magali: recuperar a confiança da melhor amiga ou pular de cabeça na vida de cantora profissional?
Mauricio de Sousa is a Brazilian cartoonist who has created over 200 characters for his popular series of children's comic books.
At 17 years of age, he worked for a daily newspaper called Folha da Manhã as a crime reporter. In 1959 Sousa quit that job and began his comic book career. He created Turma da Mônica ("Monica's Gang"). Sousa's characters were inspired by children he knew from his childhood and by his own children. His later style is slightly reminiscent of that of Osamu Tezuka, a famous Japanese manga artist and personal friend.
His father, Antonio Maurício de Sousa, was a poet and a barber, and his mother, Petronilha Araújo de Sousa, also delved into poetry. Mauricio developed an interest in cartooning at a young age, and began to draw posters and illustrations for periodicals of Mogi das Cruzes, where he lived. He sought penciling work in São Paulo, but instead took a job writing the police blotter for Folha de São Paulo, but he soon quit and focused on his budding comic book career. This led to the creation of his first character, Bidu, who later became the symbol of his company, Maurício de Sousa Productions, where he employs a great team of tracers and scriptwriters to complement his illustrations.
Today, he is the father of ten children, and drew inspiration from them for new characters such as Monica, Maggy, Marina, Mary Angela. Nimbus and Nick Nope. Three of his children are even employed at his studio: Mônica handles licensing duties, Magali works as a scriptwriter, and Marina is a storyline developer.
The comics of Mauricio de Sousa have gained international fame, been featured on licensed merchandise, and have even been adapted for movies, television, video games, and even a São Paulo amusement park, the Parque da Mônica ("Monica's Park"). Two other Parque da Mônica facilities were also located in Curitiba and Rio de Janeiro, but they both closed in 2000 and 2005, respectively.
Mauricio's public service work has earned him international recognition. Among the honors he has received are a Brazilian presidential medal of honor for his promotion of human rights; an honorary doctorate in public service from La Roche College of Pittsburgh, Pennsylvania; and a Lifetime Achievement Award from the Brazilian International Press Association. _____
Mauricio de Sousa é um dos mais famosos cartunistas do Brasil, criador da "Turma da Mônica" e membro da Academia Paulista de Letras.
Filho de Antônio Mauricio de Sousa (poeta e barbeiro) e de Petronilha Araújo de Sousa (poetisa). Mauricio de Sousa começou a desenhar cartazes e ilustrações para rádios e jornais de Mogi das Cruzes, onde viveu. Procurou emprego em São Paulo, como desenhista, mas só conseguiu uma vaga de repórter policial na Folha da Manhã. Passou cinco anos escrevendo esse tipo de reportagem, que ilustrava com desenhos bem aceitos pelos leitores. Mauricio de Sousa começou a desenhar histórias em quadrinhos em 18 de julho de 1959, quando uma história do Bidu, sua primeira personagem foi aprovada pelo jornal. As tiras em quadrinhos com o cãozinho Bidu e seu dono, Franjinha, deram origem aos primeiros personagens conhecidos da era Mônica.
Atualmente Bidu, que é o animal de estimação de Franjinha, participa tanto com seu dono como em historinhas em que é o astro principal, dialogando com outros cães e até com pedras(!). Bidu é o símbolo da empresa de Mauricio, a Mauricio de Sousa Produções. Na revistas Lostinho-Perdidinhos nos Quadrinhos e no primeiro número da revista Saiba Mais, no entanto, é revelado que a primeira criação do Mauricio foi um personagem super-herói chamado "Capitão Picolé".
Sua personagem Mônica foi criada neste ano. Em 1987, passou a ilustrar o recém-criado suplemento infantil d'O Estado de S. Paulo, o Estadinho, que até hoje publica tiras da Turma da Mônica.
Mauricio montou uma grande equipe de desenhistas e roteiristas e depois de algum tempo passou a desenhar
Essa edição tem um pouco de valor sentimental pra mim. Li quando era pré-adolescente, mas reli recentemente. Acredite, continua bem legal. É uma das melhores edições de Turma da Mônica Jovem.
Vi que algumas pessoas reclamaram que há gordofobia e machismo no desenho. Não acho nada disso. A história tem um arco de aceitação do namorado da Magali (que é acima do peso), onde ele aprende que a Magali gosta dele justamente por ser quem ele é, e não um namorado genérico de revista. Dentro da banda, a Magali é pressionada a perder peso, apesar de já ser bastante magra. Isso foi retratado de forma negativa: é uma crítica aos padrões de beleza excessivos a que os famosos são submetidos. A lição que Magali aprende, no final, é que não quer viver no mundo que uma cantora famosa vive, onde aparências valem mais do que essência.
Sobre o machismo, pode ser devido ao fato das garotas serem retratadas de forma estereotipada. Admito que esse realmente costuma ser um problema da TMJ, retratar personagens homens e mulheres como se fossem duas classes de pessoas separadas que nunca se misturassem, mas não achei particularmente forte nessa edição, a ponto de incomodar (como a edição número 5). Além disso, há quebras de estereótipo de gênero quando .
Há problemas de consistência com a personagem Denise, isso acontece várias vezes na TMJ. Em histórias de um roteirista em específico, o criador da personagem (caham, Emerson) ela é uma pessoa barraqueira, engraçada e meio insensível, mas gente boa. Apesar disso, nessa edição, ela é uma pessoa horrível e muito interesseira, que fica separando a Magali dos seus amigos e do seu mundo anterior, sendo que a coitada da Magali só queria continuar sendo uma estudante normal na escola. Embora eu não goste da inconsistência, a atuação da Denise nessa história é boa, pois desempenha um papel importante, e não é assim tão fora do papel que ela desempenha na maioria das outras edições de TMJ.
O humor da história também é ótimo. Tem uma cena que Eu juro, quando eu era criança eu perdi o fôlego de tanto rir dessa parte, e ainda acho que é uma das cenas mais engraçadas que já vi na TMJ.
O ritmo é bom e o final é muito satisfatório, com a Magali tendo seu momento rebelde e desafiando o produtor, mostrando quem realmente é, e os vilões se dando mal. Embora eu tenha minhas críticas a essa mania de voltar tudo ao status quo no final da história, dessa vez, não pareceu forçado, e foi muito legal de ver.
PS: Por bastante tempo eu quis muito ler a edição anterior (parte 1), pois tinha uma capa muito bonita e eu gostava muito dessa. Foi um pouco decepcionante quando li. A edição anterior não é ruim, mas é menos interessante e um pouco arrastada (eles precisavam preencher espaço porque só podiam revelar que a Magali ganhou o concurso no final do quadrinho). Esta é muito superior, e pode ser lida sozinha sem que você deixe de entender nada.
I was never into comics as a child. Somehow between my early formative years as a reader I was more into the dredging philosophy’s of history and mythology than fun pictures in a page. That changed of course. This was a point in time where I decided to give comics a chance ( I have read the original comics here and there in doctors offices and at my best friend’s house she had a wonderful collection). I was hooked. They were older and there was so much drama. I glad I got into them at 12 because by the time I was 15 I had a lot more experience buying comics and could go into my Marvel unlimited and DC unlimited fases with class and elegance. Also, made me appreciate the fun things in life. In a way I believe this adds to my enemies to lovers obsession 💀. Thanks Monica and Cebolinha.
Meus anos de pré-adolescente foram recheados desses quadrinhos da Turma da Mônica. Eu adorava e lia eles super rápido. Não lembro exatamente a data em que li cada um, mas vou considerar o ano de 2011, que foi quando li o último deles, como referência para todas as leituras.