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The Complete Frazetta White Indian

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The longest comic-book run of Frank Frazetta's career! First appearing as a backup feature in Durango Kid in 1949, Dan Brand - known as the "White Indian" - is a colonial-era city boy whose life is marred by tragedy. When the death of his fiancee sends Brand through the wilderness on a trek to avenge her murderer, he begins a journey that will transform him into a hardened pioneer survivalist. The powerful sequential work of Frank Frazetta is in the spotlight in this collection, with all interior pages scanned from original comic-book issues and digitally cleaned. As the first White Indian story declares, "When our country was young... and the truly great Americans were the intrepid pioneers of the backwoods, where the woods were thick and sown with sudden death... the greatest of the backwoodsmen was Dan Brand!" Join us as a wily pioneer and his sidekick Tipi brave the wilds of the American "New World" and a young cartoonist takes an industry by storm with his powerful talents in the 1940s and 1950s.

192 pages, Paperback

First published October 1, 1949

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About the author

Frank Frazetta

436 books100 followers
Frank Frazetta was an American fantasy and science fiction artist, noted for work in comic books, paperback book covers, paintings, posters, record-album covers and other media. He was the subject of a 2003 documentary.

* Complete list of his book covers.

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Displaying 1 - 8 of 8 reviews
Profile Image for Dan.
3,263 reviews10.9k followers
July 2, 2024
This book contains the complete White Indian stories of Frank Frazetta plus some odds and ends from war comics, other westerns, and even some humor stuff.

The titular White Indian is Dan Brand, a man who foresakes his upbringing and takes on the Indian way of life after his wife dies. With Tipi, his young sidekick, Brand fights redcoats and traitors, flitting in and out of historical events.

The stories themselves are nothing special. It's mostly a look at Frank Frazetta in his early years as a comic penciller, before he became the painter of many memorable book covers. It's rougher than his style would be a few years later in his handful of EC stories but there are still flashes of talent.

Profile Image for Paulo Vinicius Figueiredo dos Santos.
977 reviews12 followers
December 26, 2023
Essa é uma coletânea de histórias da década de 1950 com roteiros e arte de Frank Frazetta. Estamos mais acostumados a vermos o trabalho de Frazetta como capista ou ilustrador ou em algumas edições especiais como artista. Admito que foi minha primeira experiência de ler algo que ele escreveu o roteiro. Apenas duas histórias dessa coletânea não foram produzidas inteiramente por ele: A Última Cavalgada de Victorio e O Domingo de Sonny que ele teve Al Williamson ao seu lado. A maior parte da coletânea é dedicada ao seu personagem Dan Brand, o Índio Branco, que foi o seu trabalho contínuo mais longevo. As demais histórias são vignettes com personagens como o Victorio (o Apache), "Rastro" Colt e mais algumas histórias reais que ele quadrinizou contando narrativas de superação ou de solidariedade. De fato é uma experiência bastante diferente de simplesmente ver capas do Conan ou suas pin-ups que são maravilhosas. O que alerto ao leitor é que são histórias da década de 1950; ou seja, elas tem uma estética própria e até mesmo a forma de contar histórias. Por mais que, na minha visão, os roteiros do Frazetta sejam bem fracos, eles não o são por sua simplicidade, mas por problemas narrativos mesmo. Querem uma experiência semelhante? Leiam qualquer coisa do Hal Foster, principalmente se for as tiras do Príncipe Valente. Vocês poderão ver como as narrativas são nessa mesma vibe mais simples e direta, mas a diferença é a maneira como Foster conta suas histórias e sem falar no traço detalhista do artista. Não estou desfazendo dessa coletânea, afinal ela possui seus méritos. Fora que é um resgate histórico incrível.

A maioria das histórias são de faroeste porque era um gênero que estava em alta na década de 1950. Principalmente por influência do cinema e das séries de TV. Muitos autores tinham o seu personagem de faroeste para chamar de seu. Revistas do gênero se espalhavam por toda parte. Basta ver as capas reproduzidas no começo de algumas das histórias. Frazetta trouxe a ideia do Índio Branco, Dan Brand. Era um homem de origem burguesa que estava prestes a se casar quando um rival no amor acaba por matar sua noiva. Ele sai em busca do assassino e se embrenha na floresta, mas acaba caindo ferido após uma luta com um urso. Ele é resgatado por índios de uma comunidade local e passa a viver um tempo com eles, aprendendo seus hábitos e costumes e a como sobreviver na floresta. Depois ele parte em uma missão de vingança contra o homem que matou sua noiva e depois passa a ajudar os americanos que estavam lutando contra os ingleses para conquistar sua independência. Ou seja, essa é uma história que se passa nos anos da guerra de independência americana (ou como alguns gostam de chamar, Revolução Americana) entre 1776 e 1783. Curioso ele escolher esse período porque não podemos necessariamente chamar de Velho Oeste nesse momento já que era um espaço ainda não explorado. As histórias costumam se passar nas áreas selvagens das Treze Colônias. Dan Brand conta com a ajuda de um indígena jovem que o considera como um irmão, que se chama Tipi.

Outro bom aviso para se dar é que, por ser um trabalho contínuo e que tinha prazos de entrega para as histórias, esse não é um trabalho que se compare ao que estamos acostumados a ver do Frazetta. Alguns quadros são bem apressados, outros foram afetados pelo processo de restauração e ficaram estranhos. Enfim, o que quero dizer é que, para quem aprecia as pin-ups e as capas do Frazetta, essa HQ pode ser um banho de água fria. Até gostei do traço e me lembrou muito dos trabalhos do Foster (por isso o citei lá no começo) e Frazetta é muito bom em ilustrar expressões faciais. Mas, a ausência de detalhes, o excesso de quadros em branco com pessoas falando umas com as outras (algo conhecido em escrita criativa como Talking Heads) e alguns ângulos bem estranhos me fizeram coçar a cabeça um pouco. O Dan Brand me parece o protótipo do que viria a ser o visual do Conan pelo Frazetta algumas décadas mais tarde. O rosto anguloso, a expressão severa, o sorriso sardônico, tudo está ali. As cenas de ação são simples por demais. Nenhuma delas me empolgou muito, com Dan mais dando socões na cara dos bandidos do que qualquer outra coisa.

Narrativamente as histórias não são muito empolgantes. Talvez pelo estilo das revistas onde Frazetta publicava, as narrativas eram bem curtinhas e fechadas em si mesmas. São histórias de sete ou oito páginas com desfecho e sem conexão umas com as outras. Se formos pensar nesse formato de histórias com narrativa fechada e com conexões bem sutis entre suas edições podemos pensar no que Galep fazia com qualidade ímpar com Tex Willer. Ou seja, é totalmente possível escrever boas narrativas com esse tipo de limitações. Em vários momentos, Frazetta usava umas soluções mirabolantes para os problemas nos quais ele colocava o protagonista ou até empregava um deus ex machina complicado de engolir. Fiquei em dúvida em vários momentos de para onde o autor queria levar a narrativa da história. Ora Brand faz o papel de mediador nas relações entre indígenas e pioneiros, ora ele está lutando em alguma batalha da guerra de independência. As primeiras histórias são bem nessa linha de estar no meio de uma existência como pioneiro e sua associação com indígenas. Só que mais para a metade final das histórias, Frazetta abandona essa linha e transforma Brand em uma espécie de batedor ou guia para os americanos. Essa indecisão narrativa faz as histórias caírem muito em qualidade.

Preciso destacar também o lado propagandístico de algumas das páginas criadas por Frazetta. Alguns leitores nos dias de hoje vão achar bem esquisito estas vignettes, mas elas eram bem comuns nessa época. Havia uma necessidade do governo americano de estimular o processo de conscrição. Então, esse tipo de narrativa panfletária fazia parte das revistas de época. Muitas das vezes são histórias de veteranos de guerra que realizaram alguma ação heróica, um bombeiro que realizou um salvamento inesperado. Tem até quadrinhos ensinando como fazer primeiros socorros a vítimas de afogamento ou como lidar com situações de crise. É diferente, mas precisamos entender que se trata de uma outra época. Por exemplo, era comum as pessoas irem ao cinema para assistir às notícias da semana em produções conhecidas como cinejornais. Eles funcionavam como os trailers de filmes são hoje, mas eram bastante úteis para uma população que ainda começava a ter televisores. São histórias para servirem de inspiração para outros. Nesse sentido, elas funcionam direitinho.

Queria citat também a história de Leif, o Sortudo, a penúltima história dessa coletânea. Essa é uma pegada de Frazetta no estilo de histórias que Foster produzia em suas tiras. Não tenho certeza porque não é dito na apresentação da coletânea, mas essa narrativa parece ser em tiras. Porque existem traços de finais e continuidade em algumas delas. É a que achei melhor desenhada em relação às demais. E muito dela me lembrou Príncipe Valente. Desde os uniformes ao castelo e à própria motivação para a jornada. Claramente é uma grande aventura com a ideia de encontrar a Vinlândia para que os vikings pudessem colonizá-la e encontrar um lugar onde o sol bate forte e as uvas nascem em abundância. Há uma boa sequencialidade narrativa na história e é uma pena que ela seja tão curtinha. Gostaria de ver essa tira sendo mais longeva.

Essa é uma boa coletânea de histórias que apresentam um pouco do que foi a história dos quadrinhos na década de 1950. É possível estudar as características das narrativas, seu formato, os temas presentes e as preocupações dos autores na época. Gostei que o Pipoca e Nanquim manteve as "histórias reais" porque é um detalhe interessante sobre a produção quadrinística da época. Contudo, é um Frazetta bem diferente do que estamos acostumados a ver. Ele não é um bom roteirista e sua arte está longe dos seus trabalhos mais maduros com ilustrações. Suas inspirações são bastante aparentes e Frazetta vai criando sua identidade com o passar do tempo até chegarmos nas últimas histórias que começam a ter um pouco da pegada que estamos acostumados do artista (embora o enredo ainda continue não muito legal).
Profile Image for Pranay.
420 reviews3 followers
September 21, 2024
This is a beautiful classic collection of early Frank Frazetta work. White Indian was the longest running comic book feature in Frank Frazetta's art career. These stories originally appeared as a back up feature in early 1950s issues of Durango Kid (published by Magazine Enterprises). It is not known as to who wrote the White Indian stories however Ray Krank who was the editor at Magazine Enterprises could have written the scripts.
This big paperback has other stories as well besides the adventures of White Indian and his red Indian sidekick Tipi. To be honest, the art is not as great as his later works but still it's amazing to see how it all began.
Plot: The story is set in 1700's, the protagonist Dan Brand who was set to marry his sweetheart, Lucy, but is confronted by his former rival for her hand, Peter Bradford, who tried to kill him. The bullet kills Lucy instead, leaving Dan with no purpose in life except revenge. Immediately following the funeral, Dan leaves his home to pursue the murderer westward. In the wilderness, he is attacked by a bear and almost dies. He is saved by the Red Indians chief and his young son Tipi. They nurse him back to health and teach him to survive the wilderness for a year. The stories are the various adventures that Brand and Tipi have fighting off against blood thirsty Red Indians and evil White men.
Profile Image for Ryan.
1,310 reviews13 followers
December 12, 2017
Could not get into the stories in any way. It is nice to appreciate how much of an amazing artist Frazetta was, though. To bad he didn't crank this much work for the Warren magazines, that would have been a treat.
Profile Image for S O.
13 reviews
December 21, 2024
Fun characters, interesting dramatic turn of events, and the art is gorgeous. The stories are very shallow on details and it leaves room for the reader to decide how things play out in full, but I found it fresh and inspiring.
Profile Image for Drew Canole.
3,239 reviews49 followers
August 12, 2017
I'm no comic historian but this artwork seems quite modern for the 40s. It looks like an influence on guys like Severin and Wrightson. That being said, the storyline, the plotting, and even the panel work scream 1940s. I couldn't even be bothered to read the text after awhile, deciding to focus on just looking at the artwork.

Frazetta made a very good financial and artistic choice to focus on his painting. This is great art but it's a farcry from his famous work. It would be interesting to jump into an alternate reality to see what would have happened if he had focused exclusively on his comic work.
Profile Image for Erik.
2,254 reviews12 followers
May 21, 2015
Frazetta's line work is very good, especially for the time period, although he would get much better in later years. The stories are just ok and not particularly memorable.
Displaying 1 - 8 of 8 reviews