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Morrer em Times Square
Um homem mais velho e um jovem aspirante a modelo tiveram um caso que acabou em tragédia. Morrer em Times Square, de Hernâni Carvalho, revela toda a verdade por trás deste caso que chocou o mundo.
Uma visão independente e imparcial dos factos baseada em fontes policiais e na avaliação de psicólogos clínicos e forenses. Quais terão sido as motivações dos protagonistas? Terá o homem mais velho vivido em terror os últimos dias? O jovem foi dilacerado pela violência psicológica e pela chantagem?
Uma visão independente e imparcial dos factos baseada em fontes policiais e na avaliação de psicólogos clínicos e forenses. Quais terão sido as motivações dos protagonistas? Terá o homem mais velho vivido em terror os últimos dias? O jovem foi dilacerado pela violência psicológica e pela chantagem?
173 pages, Paperback
First published May 1, 2011
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Community Reviews
Displaying 1 - 3 of 3 reviews
June 13, 2011
opinião aqui :)
May 31, 2011
Já quase tudo se sabe do que se passou no quarto 3416 do luxuoso Hotel Intercontinental, em Times Square, em Nova Iorque, no início deste ano, pelo menos aquilo se foi relatado em todas as revistas do cor-de-rosa, da actualidade, jornais, e afins, e este livro pouco mais veio adiantar a não ser as análises psicológicas do suposto assassino de Carlos Castro e do próprio morto.
Durante o mês em que escreveu o livro, Hernâni Carvalho reforça a história de Morrer em Times Square com vários testemunhos de modo a comprovar que o relacionamento que existia entre Carlos Castro e Renato Seabra ia mais além do que uma mera amizade. Exemplo disso foram os relatos de Helena Napoleão que esteve com o casal em Londres, de Domingos Oliveira, escultor amigo de Castro, que ouve uma conversa entre Castro e Renato dizendo que quer que Carlos vá a Cantanhede de modo a esclarecer à mãe de Seabra sobre a relação que existe entre ambos.
Apoiado em alguma bibliografia, o jornalista ouviu ainda as análises psicológicas e forenses de Paulo Sargento e Quintino Aires, que tentaram, de um modo geral, explicar as motivações para o assassinato de Carlos Castro.
Independente dos factos, pode dizer-se que sim, agora imparcial, o autor não foi. Com o estilo muito próprio a que tem habituado os leitores (a mim pela primeira vez) e espectadores, Hernâni Carvalho dá a sua opinião sobre os factos, estando longe de ser imparcial, pelo menos a meu ver.
Durante o mês em que escreveu o livro, Hernâni Carvalho reforça a história de Morrer em Times Square com vários testemunhos de modo a comprovar que o relacionamento que existia entre Carlos Castro e Renato Seabra ia mais além do que uma mera amizade. Exemplo disso foram os relatos de Helena Napoleão que esteve com o casal em Londres, de Domingos Oliveira, escultor amigo de Castro, que ouve uma conversa entre Castro e Renato dizendo que quer que Carlos vá a Cantanhede de modo a esclarecer à mãe de Seabra sobre a relação que existe entre ambos.
Apoiado em alguma bibliografia, o jornalista ouviu ainda as análises psicológicas e forenses de Paulo Sargento e Quintino Aires, que tentaram, de um modo geral, explicar as motivações para o assassinato de Carlos Castro.
Independente dos factos, pode dizer-se que sim, agora imparcial, o autor não foi. Com o estilo muito próprio a que tem habituado os leitores (a mim pela primeira vez) e espectadores, Hernâni Carvalho dá a sua opinião sobre os factos, estando longe de ser imparcial, pelo menos a meu ver.
September 1, 2014
Boa síntese do que aconteceu naquele dia fatídico, tendo sempre em consideração as duas versões do caso e bem ao estilo que já conhecemos de Hernâni Carvalho.
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